Ligue-se a nós

Brasil

Com descontos de até 99%, programa que renegocia dívidas do Fies alcançou 253 mil pessoas até abril

Publicado

no

Com descontos de até 99%, programa que renegocia dívidas do Fies alcançou 253 mil pessoas até abril

Segundo balanço divulgado pelo governo federal, já foram renegociados R$ 11,51 bilhões em dívidas estudantis

Até a primeira semana de abril, 253.142 pessoas foram beneficiadas no programa Desenrola Fies, segundo balanço divulgado neste sábado (20) pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

O programa segue aberto e os estudantes podem aderir até o dia 30 de maio. Pode participar quem teve contratos firmados até 2017 e com débitos em 30 de junho de 2023.

Segundo o governo federal, foram renegociados R$ 11,51 bilhões em dívidas, resultando em um saldo de dívida posterior de R$ 2,18 bilhões.

O programa disponibiliza descontos que podem chegar até 99% de abatimento no valor consolidado da dívida e a até 100% nos juros, dependendo de cada caso.

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

O estado brasileiro com mais renegociações é São Paulo, onde quase 50 mil pessoas aderiram ao programa, seguido por Minas Gerais, com mais de 30 mil adesões.

Embora no país inteiro mais de 250 mil pessoas já se inscreveram no Desenrola Fies, o número está distante, ainda, das estimativas do governo. Quando foi lançado, o cálculo apresentando era de que 1,2 milhão de estudantes se enquadram nos critérios definidos na Lei Federal 14.719/2023, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em novembro de 2023.

Desde o fim do ano passado, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil recebem demandas de negociação. Para participar, o estudante também pode procurar os canais de atendimento do MEC e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Para contratos com débitos vencidos e não pagos há mais de 90 dias, contados a partir de 30 de junho de 2023, o programa oferece descontos de 100% sobre encargos – juros e multas pelo atraso no pagamento – e de 12% sobre o valor financiado pendente. O restante do saldo negativo pode ser pago pelo beneficiário à vista ou dividido em 150 parcelas.

No caso de dívidas existentes há mais de 360 dias, também a contar no 30 de junho de 2023, o Desenrola Fies oferece desconto de 92% sobre o valor total, para o pagamento do saldo devedor, em até 15 parcelas mensais sucessivas. A regra só é válida para pessoas cadastradas no CadÚnico ou que tenham acessado o Auxílio Emergencial em 2021.

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

Para aqueles que não se enquadram nas duas situações acima, o governo federal oferece desconto de 77% sobre o valor total da dívida e o pagamento do saldo restante deve acontecer em até 15 prestações mensais e sucessivas.

Por fim, pessoas que estavam com o pagamento em dia na data da renegociação podem receber desconto de 12% sobre o valor total da dívida, para pagamento à vista do saldo devedor.


Siga nossas redes sociais: Facebook Instagram.

Fato Novo com informações: Brasil de Fato

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90
Continuar Lendo
Anúncio
Clique para comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

Banco Mundial lança ferramenta que calcula os impactos da reforma tributária na renda das famílias

Publicado

no

Por

Simulador de Imposto sobre Valor Agregado, SimVAT, usa evidências concretas com o objetivo de inspirar o texto final da reforma; mecanismo analisa novas ampliações da Cesta Básica na ajuda aos mais pobres

O Banco Mundial lançou esta terça-feira o Simulador de Imposto sobre Valor Agregado, SimVAT na sigla em inglês, ferramenta interativa que permite aos usuários estimar o impacto da reforma tributária na renda das famílias brasileiras. O objetivo é ajudar a promover uma reforma tributária mais inclusiva.

Com o SimVAT, o usuário pode realizar simulações alternando diferentes elementos da reforma e ver os impactos distributivos em comparação com o regime tributário definido pelo Projeto de Lei Complementar 68/2024.

Imposto sobre Valor Agregado

Com o mecanismo também é possível fazer o cálculo tendo como base um Imposto sobre Valor Agregado, IVA, fixo de 20%.

A economista principal do Banco Mundial para o Brasil, Shireen Mahdi, enfatiza a importância de usar evidências concretas e sugestões baseadas em dados para inspirar o texto final da reforma tributária. Segundo ela, “com dados oportunos, os formuladores de políticas podem tomar decisões informadas que têm grandes impactos positivos, especialmente para populações vulneráveis”. 

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

O SimVAT se baseia em trabalhos analíticos do Banco Mundial e na ampla gama de informações disponíveis na última Pesquisa de Orçamentos Familiares do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Ibge.

O SimVAT é uma plataforma interativa que permite aos usuários estimar o impacto da reforma tributária na renda das famílias brasileiras

Banco Mundial – O SimVAT é uma plataforma interativa que permite aos usuários estimar o impacto da reforma tributária na renda das famílias brasileiras

Cesta Básica

Análises feitas com o SimVAT revelam que, em um sistema com uma alíquota padrão única, os 10% mais pobres da população brasileira pagariam o maior imposto sobre o consumo em relação à própria renda. A carga tributária para eles seria de 28% de sua renda. Para os 10% mais ricos, a carga tributária seria de apenas 8,2%.

Já uma simulação do Projeto de Lei Complementar 68/2024 mostra que essa alternativa é capaz de reduzir as inequidades do sistema tributário. O SimVAT mostra ainda que novas ampliações da Cesta Básica podem ser uma maneira ineficiente de ajudar os mais pobres.

Um link para a ferramenta está disponível no site do Banco Mundial no Brasil: www.bancomundial.org.br


 

Fato Novo com informações: ONU

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90
Continuar Lendo

Brasil

IDH de negros será igual ao de brancos só daqui a 35 anos

Publicado

no

Por

Relatório da ONU lançado na 3ª (28/5) avaliou nível de desigualdade no país, por gênero e raça. Mulheres negras chefiam 34% dos lares

“Se o crescimento do IDH dos negros brasileiros continuar no ritmo que tem atualmente, serão necessários 35 anos, ou seja, 9 mandatos presidenciais, para que ele se iguale ao IDH dos brancos, desde que essa pontuação não se mova mais”, afirmou Betina Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) no Brasil.

O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), composto de expectativa de vida, educação e indicadores de renda per capita, é usado para classificar os países em relação ao desenvolvimento humano. A fala da coordenadora do Pnud foi feita durante a apresentação do relatório Construir caminhos, pactuando novos horizontes, lançado na terça-feira (28/5).

O documento avaliou o nível de desigualdade no país, com base na correlação das desigualdades nos recortes de gênero e raça. Apesar de compor grande parte da população brasileira, equivalendo a 28,5% do total, as mulheres negras estão entre os segmentos mais frágeis por terem menos acesso à renda.

Apesar disso, o relatório mostra que nos 34% dos lares brasileiros são chefiados por negras. “O Brasil do futuro gera crianças de domicílios gerenciados por mulheres negras. Esse foi um achado muito significativo”, avaliou Betina Barbosa.

Em 2016 a dimensão educação passou a compor o Índice de Desenvolvimento Humano, com importância maior do que a dimensão renda. Atualmente, homens e mulheres negros representam 66% das pessoas sem instrução ou com até 1 ano de ensino e 15% e 21%, respectivamente, da população com ensino superior completo. Os índices comprovam desigualdade social.

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90
Redução no IDH brasileiro pós Covid-19

O documento foi elaborado para celebrar os 25 anos da agenda de desenvolvimento humano no Brasil e revelou uma queda significativa no IDH do país, levando-o a patamares equivalentes aos de 2012. “O país era um antes da Covid-19, e os dois anos de pandemia abatem o Brasil e suas dimensões de desenvolvimento”, ressaltou Betina. Ela destacou que, em apenas dois anos, o Brasil perdeu as conquistas de desenvolvimento humano registradas até 2019.

A queda no IDH pós-pandemia não é exclusiva do Brasil. O relatório do Pnud aponta que o impacto da Covid-19 em escala global superou até mesmo a crise econômica de 2008. No entanto, no país, essa redução foi duas vezes maior do que o levantamento global mostra.

Betina Barbosa enfatizou que essa tendência também é observada em outros países da América Latina, onde as taxas de desigualdade são elevadas.

“O Brasil tem tudo para se recuperar, e já se recuperou. Essa recuperação não é a do IDH de 2019, ela ainda está abaixo. Mas não é só o Brasil que está abaixo. Vários outros países da América Latina ainda não se recuperaram”, afirmou.


Fato Novo com informações: Agência Brasília

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90
Continuar Lendo

Brasil

Medida provisória autoriza Conab a vender arroz importado para consumidor final

Publicado

no

Por

O arroz chegará aos mercados ao preço tabelado de R$ 4 por quilo

A Medida Provisória (MP) 1224/24 autoriza a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a vender arroz beneficiado importado para mercados de vizinhança, supermercados, hipermercados, atacarejos e estabelecimentos com pontos de venda nas regiões metropolitanas do País.

Os estabelecimentos deverão vender o produto exclusivamente para o consumidor final. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), o arroz chegará às gôndolas ao preço tabelado de R$ 4 por quilo.

A importação de arroz foi autorizada por uma medida provisória editada no início do mês (MP 1217/24). O objetivo das duas MPs é regularizar o abastecimento e os preços internos do cereal no País, afetados pelo desastre climático no Rio Grande do Sul – antes das cheias, o estado era o principal produtor brasileiro de arroz.

Crédito extraordinário

A MP 1224/24 foi publicada na sexta-feira (24) em edição extra do Diário Oficial da União. Junto com ela foi editada a Medida Provisória 1225/24, que destina R$ 6,7 bilhões dos orçamentos do Ministério da Agricultura e do MDA para a compra de arroz importado.

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

Ao todo, o governo federal liberou R$ 7,2 bilhões para comprar até 1 milhão de toneladas de arroz estrangeiro. A MP 1218/24 já havia autorizado cerca de R$ 500 milhões para a operação.

Tramitação

A MP 1224/24 já está em vigor, mas para virar lei precisa ser aprovada pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado. O mesmo acontece com a MP 1225/24.


Fato Novo com informações: Agência Câmara de Notícias

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90
Continuar Lendo

Mais vistas