Animê com o mesmo roteirista de ‘Medabots’ chega em outubro e apresenta seus personagens principais
A Toei Animation divulgou no último dia 1º a data de lançamento de Digimon Beatbreak: 05 de outubro. Além da data, foram divulgados um trailer e mais informações sobre a nova série dos monstrinhos digitais.
Confira abaixo:
O animê tem direção de Hiroaki Miyamoto (One Piece Film Gold, Star Twinkle Precure), com roteiro por Ryota Hamaguchi (Digimon Data Squad, Medabots, Sailor MoonStars).
A sinopse pelo site oficial nos dá detalhes sobre a história (tradução livre abaixo):
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A “e-Pulse”, que é gerada por pensamentos e emoções humanas, foi usada como fonte de energia para o aparelho de suporte com IA chamado “Sapotama”. Das sombras de seu incrível desenvolvimento, monstros aterrorizantes aparecem. Digimon são seres vivos que evoluem ao consumirem e-Pulse.
Tomoro Tenma é atraído para uma extraordinária experiência após conhecer Gekkomon, que aparece de supetão de seu Sapotama. Enquanto vivem juntos com Kyo Sawashiro e outros membros do time de caçadores de recompensas “Golden Dawn”, Tomoro renova sua determinação. Qual será o novo futuro forjado por humanos e Digimon?
Os personagens principais e o elenco também foram anunciados:
Imagem: Divulgação/Akiyoshi Hongo/Toei Animation
Tomoro Tenma: O protagonista de 15 anos com um olhar cético do mundo. Tendo como grande inspiração seu irmão mais velho, vive batucando com suas baquetas por aí. Se junta ao grupo de caçadores de recompensas Golden Dawn (Amanhecer Dourado, em tradução livre). Interpretado por Miyu Irino (Saiken em Boruto, Roddy em Carole & Tuesday e Háma em O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim).
Imagem: Divulgação/Akiyoshi Hongo/Toei Animation
Gekkomon: Digimon criado a partir do Sapotama de Tenma. Com uma língua similar a de um sapo, vive tendo de matar sua fome insaciável. Com a voz de Megumi Han (Mei Mei em Diários de uma Apotecária, Rumina em Baki Hanma e Kahono em Black Clover).
Imagem: Divulgação/Akiyoshi Hongo/Toei Animation
Reina Sakuya: A ponta de lança da Golden Dawn. Seu principal objetivo é resolver todos os conflitos, mesmo que resulte em ficar sem e-pulse. Interpretada por Tomoyo Kurosawa (Rebecca em Cyberpunk: Mercenários, Renren em Go! Go! Lose Ranger! e Takada em Jujutsu Kaisen).
Imagem: Divulgação/Akiyoshi Hongo/Toei Animation
Pristimon: O digiparceiro de Reina que a trata com se fosse sua irmã mais nova. Com uma aparência de guaxinim, foi adotado por ela quando ainda novo. Com a voz de Matsumi Tamura, que já participou da franquia ao emprestar sua voz a Koshiro Izumi nos filmes de Digimon Adventure tri. e Digimon Adventure: Last Evolution Kizuna.
Imagem: Divulgação/Akiyoshi Hongo/Toei Animation
Makota Kuonji: Com apenas 10 anos, é o cérebro da equipe e responsável pelas análises. Tem uma personalidade séria e às vezes pode ser ríspido. Interpretado por ArisaSekine, mais um nome que volta à franquia após dar voz a Aoi Udagawa em Digimon Ghost Game.
Imagem: Divulgação/Akiyoshi Hongo/Toei Animation
Chiropmon: O amigo digital de Kuonji. Com o hábito de falar sozinho, é um “digiotaku” que só se satisfaz ao encontrar o que realmente chame sua atenção. Com a voz de Misaki Kuno (Kuruni em Detetive da Mesa de Jantar, Abel em Fairy Tail e Serara em Log Horizon).
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Imagem: Divulgação/Akiyoshi Hongo/Toei Animation
Kyo Sawashiro: O líder da Golden Dawn. Com um lado meio “Vin Diesel”, trata sua equipe como uma verdadeira família. Tem altas habilidades de limpeza. Quem empresta sua voz para o personagem é Yohei Azakami (Matsuzake em Dr. STONE, Masayoshi em Classroom of the Elite e Leek em Dragon Ball Super: Broly).
Imagem: Divulgação/Akiyoshi Hongo/Toei Animation
Murasamemom: O digimon de Sawashiro. Apesar da aparência forte e bruta, é geralmente visto dormindo na forma de sua pré-evolução Cougarmon. Contará com a voz de Daiki Hamano (King Kourin em Dragon Quest X, Shiba em NEO: The World Ends with You e Glenn Lodbrok em Final Fantasy VII Rebirth).
Sobre Digimon
Inspirado no popular Tamagotchi, Digimon (abreviação de Digital Monsters) surgiu em 1997 pela Bandai, como uma série de bichinhos virtuais que também podiam batalhar. Em 1999, a Toei Animation lançou a série animada derivada, sob o título de Digimon Adventure, contando sobre um grupo de crianças que é transportado para o Digimundo. Ao lado de monstrinhos digitais, elas terão que salvar aquele local da ameaça de Devimon, enquanto tentam descobrir como voltar para casa.
Creditada a uma equipe criativa denominada como Akiyoshi Hongo, Digimon Adventure fez sucesso suficiente para render uma continuação no ano seguinte, com Digimon 02. Depois foi a vez de Digimon Tamerse Digimon Frontier, séries que possuíam seus próprios enredos, sem dar continuidade às duas primeiras. Após uma pausa, o título voltou com mais uma série original em 2006, intitulada de Digimon Savers (Data Squad por aqui). Entre 2010 e 2012 foi a vez de Digimon Xros Wars(Fusion) e em 2016 chegou Digimon Universe: App Monsters.
Trazida ao Brasil como forma de contra-ataque à mania Pokémon, Digimon ganhou grande destaque na programação da Rede Globo a partir de julho de 2000, sendo exibido também pelo extinto canal pago Fox Kids. Dublada nos lendários estúdios da Herbert Richers, foi um enorme sucesso comercial, rendendo inúmeros produtos estampados com a marca, como materiais escolares, alimentos, revistas, jogos e brinquedos.
Parte dos episódios da 1ª série foi lançada em DVD pela Focus Filmes. Entre 2015 e 2018, uma série de 6 filmes foi lançada, trazendo os personagens do animê original na adolescência. Chamada de Digimon Adventure tri., foi exibida aqui no Brasil, com os filmes divididos em episódios de meia hora, através da Crunchyroll.
Em 2020, entrou no ar um reboot da série original, intitulado Digimon Andventure:. Logo após o fim do reboot, em 2021, veioDigimon Ghost Game. Ambos estão disponíveis na Crunchyroll com legendas.
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O Globoplay exibiu em seu catálogo o Digimon Adventure e Digimon 02, ambos apenas em versão dublada. Em 2025 as séries chegaram, também dubladas, à Crunchyroll.
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Obra de referência da renomada pesquisadora britânica chega ao Brasil antes mesmo do lançamento no Reino Unido, trazendo um panorama completo da arte sequencial japonesa
O mercado editorial brasileiro de cultura pop recebe um reforço acadêmico de peso com o lançamento de A Bíblia do Mangá (The Manga Bible), de autoria de Helen McCarthy. Publicada pela editora Belas Letras, a obra é considerada o guia definitivo para compreender a evolução dos quadrinhos japoneses, desde suas raízes históricas no século XII até a consolidação como um fenômeno cultural global no século XXI.
O lançamento no Brasil ocorre de forma privilegiada, uma vez que a edição nacional chega às livrarias no fim de outubro de 2025, meses antes do lançamento oficial no Reino Unido, país de origem da autora, previsto apenas para março de 2026. A pré-venda já foi iniciada em grandes plataformas de e-commerce, com o livro apresentando um acabamento diferenciado que inclui 320 páginas e detalhes estéticos como bordas coloridas.
Pioneira no estudo de animes e mangás no Ocidente
Helen McCarthy não é apenas uma escritora, mas uma historiadora laureada com os prêmios Eisner e Harvey, as maiores honrarias da indústria de quadrinhos mundial. Sua trajetória começou na década de 1990, quando fundou a revista Anime UK, tornando-se uma das primeiras vozes a analisar seriamente a animação e os quadrinhos orientais no mercado de língua inglesa.
Sua contribuição anterior para o mercado brasileiro incluiu o aclamado livro A Arte de Osamu Tezuka: Deus do Mangá, lançado pela editora Mythos em 2013, mas que atualmente se encontra fora de catálogo. Com o novo lançamento, McCarthy retorna às estantes brasileiras com uma pesquisa ainda mais abrangente, consolidando seu papel como uma das principais autoridades no estudo da cultura pop japonesa.
Imagem: Divulgação/Belas Letras
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Análise de gêneros, contextos políticos e perfis de artistas
A Bíblia do Mangá propõe uma imersão profunda na anatomia dessa forma de arte. O livro não se limita a listar títulos populares, mas mergulha nos contextos culturais que moldaram as histórias ao longo das décadas. A obra explora como eventos históricos, como a Segunda Guerra Mundial, e avanços tecnológicos influenciaram a narrativa e a estética visual japonesa.
A estrutura do livro inclui:
Mapeamento de Gêneros: Do romance clássico (shojo) ao horror, ficção científica e estilos menos convencionais.
Perfis Biográficos: Mais de 70 perfis detalhados de artistas icônicos, incluindo Akira Toriyama (Dragon Ball), Hideko Mizuno e, claro, Osamu Tezuka.
Transformações Sociais: Como o mangá reflete discussões sobre gênero, política e a identidade do Japão moderno.
Edição de luxo para colecionadores e pesquisadores
A edição da Belas Letras apresenta dimensões de 16 x 20 cm, ideal para livros de consulta técnica, com uma espessura de 3 cm. O design visual, segundo informações preliminares, aposta em uma estética moderna que dialoga com o público fã de mangás, mantendo o rigor acadêmico necessário para estudantes de artes e comunicação.
Com preço inicial de R$ 139,90, o livro se posiciona como um item de coleção e uma ferramenta de estudo essencial para bibliotecas e centros culturais. A obra chega em um momento de forte expansão do consumo de quadrinhos japoneses no Brasil, ajudando a preencher uma lacuna de bibliografia teórica sobre o assunto no idioma português.
Sinopse pela Belas Letras:
Bíblia do Mangá é o guia definitivo sobre o mangá, levando você desde suas origens no Japão do século XII até o fenômeno global do século XXI que ele se tornou.
Seja você um superfã de mangá ou um novato nesse mundo mágico, este é o guia definitivo sobre essa forma de arte. A historiadora especializada em mangá Helen McCarthy aborda todos os gêneros, histórias e artistas icônicos, além de apresentar uma série de criadores e personagens menos conhecidos, contando a fascinante história dessa sensação internacional.
Explora os principais gêneros, tipos e estilos de mangá ― do romance à ficção científica, do terror e além.
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Analisa os contextos culturais e as transformações do mangá em relação à guerra, política, gênero e tecnologia.
Apresenta mais de 70 perfis, incluindo Akira Toriyama, Baron Yoshimoto, Hideko Mizuno e o “Deus do Mangá”, Osamu Tezuka.
Conhecida por Pokémon, a desenvolvedora surpreende com um RPG de ação sombrio e pós-apocalíptico; título chega ao Game Pass no lançamento
A Game Freak aproveitou o palco do Xbox Developer_Direct 2026, realizado em 22 de janeiro, para detalhar o ambicioso Beast of Reincarnation (anteriormente conhecido pelo codinome Project Bloom). O jogo, que marca uma mudança drástica no estilo visual tradicional do estúdio, teve seu lançamento confirmado para o terceiro trimestre de 2026 (verão no hemisfério norte) para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC.
Ambientado em um Japão futurista no ano de 4026, o mundo foi devastado pelo “Blight” (Fuligem), um parasita vegetal que transformou a fauna em monstros híbridos chamados Malefacts. A protagonista, Emma, é uma “Seladora” que possui o poder de manipular plantas, mas vive isolada por ser temida pela sociedade. Ela é acompanhada por Koo, um cachorro que é, ironicamente, um Malefact, mas que se torna seu maior aliado na busca pela origem da corrupção.
Inovação no Combate: O Sistema “Tempo”
O jogo foi descrito como um “RPG de ação para uma pessoa e um cachorro”, introduzindo uma mecânica híbrida que mistura agilidade e estratégia:
Ação com Emma: Os jogadores controlam Emma em combates de ritmo acelerado no estilo hack-and-slash, utilizando katanas e esquivas precisas.
Comandos para Koo: Ao realizar aparagens (parries) com sucesso, o jogador acumula pontos que podem ser usados para ativar habilidades especiais de Koo através de um menu de comandos.
Câmera Lenta Tática: Ao abrir o menu de Koo, o tempo desacelera significativamente, permitindo que o jogador planeje combos estratégicos sem perder o controle da ação.
Dificuldade: O título contará com três modos: Story Mode (janela de contra-ataque maior), Normal e Hard (focado em mecânicas estilo Soulslike).
Desenvolvimento e Curiosidades
Primeiro AAA Mult plataforma: Este é o primeiro jogo de grande orçamento da Game Freak a ser lançado simultaneamente para PlayStation, Xbox e PC, fora do ecossistema Nintendo.
Parceria: O jogo é publicado pela Fictions (em colaboração com a Private Division) e desenvolvido na Unreal Engine 5.
Equipe de Elite: A direção é de Kota Furushima, veterano da franquia Pokémon, que afirmou que o foco do projeto é a “experiência de jogabilidade” acima da mera fidelidade gráfica, embora os trailers tenham impressionado pela qualidade técnica.
Misteriosa Regra: Uma das frases marcantes do trailer é: “Nunca olhe para o céu”, sugerindo um segredo cósmico que paira sobre o Japão devastado.
Resumo do Lançamento
Categoria
Detalhes
Data de Lançamento
Q3 de 2026 (Julho-Setembro)
Plataformas
PS5, Xbox Series X|S, PC (Windows/Steam)
Distribuição
Xbox Game Pass (Day One) e Xbox Play Anywhere
Gênero
RPG de Ação / Ficção Científica Pós-Apocalíptica
Desenvolvedora
Game Freak
Com informações: JBOX, Fictions, Xbox Wire, IGN e Game Informer
Adaptação fiel da obra que inspirou “No Limite do Amanhã” estreia no dia 12 de fevereiro, com distribuição da Paris Filmes.
A ficção científica japonesa está prestes a ganhar uma releitura impactante nas telonas brasileiras. A Paris Filmes confirmou o lançamento de “Você Só Precisa Matar” (All You Need is Kill) para o dia 12 de fevereiro de 2026. O longa é a mais recente adaptação animada do livro de Hiroshi Sakurazaka — obra que serviu de base para o blockbuster hollywoodiano No Limite do Amanhã (2014), estrelado por Tom Cruise.
Diferente da versão americana, o anime promete uma abordagem mais próxima da estética e do tom psicológico do mangá e da light novel originais. Produzido pelo aclamado STUDIO 4ºC (Tekkonkinkreet, Children of the Sea), o filme foca na perspectiva de Rita Vrataski, a jovem voluntária que se vê presa em um paradoxo temporal implacável após morrer em combate contra invasores alienígenas conhecidos como “Mímicos”.
O Ciclo de Rita e Keiji: Sinopse e Diferenças
No enredo, a humanidade enfrenta a extinção após o surgimento da flor alienígena “Darol” no Japão. Rita, ao morrer, desperta sempre no início do mesmo dia fatídico. Nessa repetição incessante, ela encontra Keiji Kiriya, outro soldado preso no mesmo loop.
Perspectiva: Enquanto o filme de 2014 focava no personagem de Tom Cruise (Major William Cage), a animação coloca Rita como o eixo central da narrativa.
Fidelidade Visual: O design de personagens e o clima sombrio do anime bebem diretamente das ilustrações originais de Yoshitoshi Abe e do mangá de Takeshi Obata (Death Note).
Mídia Relacionada: O Legado de All You Need Is Kill
A obra de Hiroshi Sakurazaka já passou por diversas mídias, cada uma com sua própria interpretação do final da guerra contra os Mímicos.
Imagem: Divulgação/Paris Filmes
Imagem: Divulgação/Paris Filmes
Imagem: Divulgação/Paris Filmes
Guia Rápido para os Fãs no Brasil
Formato
Detalhes da Obra
Editora/Distribuidora
Animação (2026)
Estreia em 12/02 nos cinemas
Paris Filmes
Mangá
2 volumes ou Volume Único
Editora JBC
Filme Live-Action
Intitulado “No Limite do Amanhã”
Warner Bros.
Light Novel
Obra original (2004)
Inédita em formato físico no BR
Onde assistir em Brasília
Com a estreia marcada para 12 de fevereiro, os principais complexos de cinema do Distrito Federal (como Cinemark, Kinoplex e Cinépolis) devem abrir a pré-venda de ingressos na semana anterior ao lançamento. A Paris Filmes confirmou que o longa terá versões dubladas e legendadas em português.
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ixplad