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Educação no DF: Reconstrução de Escola em Ceilândia Aumenta Aprendizagem e Pertencimento

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🏫 CEM 10 de Ceilândia encerra ano letivo com estrutura totalmente nova e moderna. O investimento em infraestrutura e equipamentos, que substituiu um prédio provisório precário, resultou em maior motivação de alunos e melhoria da qualidade do ensino, segundo relatos da comunidade escolar.

Nova Estrutura em Ceilândia Transforma Rotina Escolar

O Centro de Ensino Médio (CEM) 10, localizado no Setor P Sul, em Ceilândia, Distrito Federal (DF), encerrou em 2025 o seu primeiro ano letivo após a reabertura do prédio totalmente reconstruído e inaugurado em fevereiro. A nova edificação substituiu uma instalação provisória utilizada desde 2016, quando o prédio original foi interditado devido a problemas estruturais severos.

A volta dos cerca de 850 alunos ao espaço original marcou uma transformação significativa na rotina da comunidade escolar. O novo CEM 10 oferece um ambiente moderno, seguro e, crucialmente, está mais próximo da residência dos estudantes, eliminando o desgaste do deslocamento diário para a escola provisória.

Superação da Precaridade e Impacto Pedagógico

O supervisor pedagógico do colégio, Luiz Carlos Camargo Oberst, destacou o contraste entre as duas realidades. A escola provisória no Setor de Indústria era descrita como uma estrutura precária, com poucas salas, recursos limitados e ausência de espaços especializados. O transporte diário dos alunos gerava custos e desgaste.

Com a reestruturação, o colégio recebeu não apenas uma nova arquitetura, mas também:

  • Equipamentos Modernos: Carteiras, mesas administrativas e computadores novos.

  • Tecnologia em Sala: Televisores e projetores.

  • Conforto Ambiental: Ventilação e espaços climatizados.

Segundo o supervisor, o impacto transcende a estética e a funcionalidade. A nova infraestrutura devolveu à comunidade a dignidade e a motivação. “Os alunos passam a ter uma noção maior de pertencimento. Essa escola é a escola deles, da comunidade deles,” enfatizou.

Aumento do Conforto e Melhoria no Desempenho

Os relatos dos estudantes confirmam a melhoria no ambiente de ensino-aprendizagem. Bianca Cartagenes Diniz, aluna do 3º ano, de 18 anos, relembrou as dificuldades na instalação provisória, como goteiras, falta de luz, salas escuras e superlotação.

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“Eu me sinto confortável aqui. Depois que eu vim pra cá, eu achei que absolutamente tudo melhorou, já que aqui os professores têm mais liberdade para poder ensinar,” relatou Bianca, evidenciando o impacto positivo na dinâmica da sala de aula.

Nathalia Ivonete Leite Dantas, também do 3º ano, mencionou o cansaço e o “mal-estar” gerados pela necessidade de acordar muito cedo para usar o ônibus e pela estrutura desestimulante da escola temporária. A reabertura do CEM 10 mudou sua perspectiva: “Eu fiquei mais animada. É mais confortável ficar nessa escola do que na outra. O que eu mais gosto daqui é que é tudo muito colorido, tem muito espaço e recursos para a gente.”

Ampliando a Capacidade e Investimento do GDF

O novo prédio do CEM 10 de Ceilândia agora comporta 32 turmas distribuídas nos turnos matutino e vespertino. A estrutura reformada inclui:

  • Laboratórios e espaços pedagógicos adequados.

  • Sala de recursos para atendimento especializado.

  • Novas áreas de convivência.

  • Infraestrutura tecnológica.

A reabertura do CEM 10 faz parte de um ciclo maior de investimentos do Governo do Distrito Federal (GDF) na rede pública de ensino. Em 2025, o GDF destinou R$ 101,1 milhões para obras inauguradas, que englobam construções, reconstruções, reformas e ampliações.

De acordo com a Secretaria de Educação do DF, foram entregues 17 escolas ao longo de 2025. A previsão do órgão é que 28 novas obras sejam concluídas até o final de 2026, com o objetivo de fortalecer a estrutura educacional e proporcionar melhores condições de ensino para a comunidade do Distrito Federal.


Com informações: Secretaria de Educação do DF

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Revista NaMoral lança edição com foco na cultura da integridade

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Publicação semestral do MPDFT destaca transformações sociais nas escolas e abre espaço para colaboração acadêmica sobre ética e cidadania

A consolidação de uma cultura pautada pela ética ganha um novo capítulo no Distrito Federal com o lançamento da mais recente edição da Revista NaMoral. A publicação, que possui versões impressa e digital, funciona como o braço informativo e pedagógico do Programa NaMoral, iniciativa do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O periódico busca não apenas registrar as ações do projeto, mas engajar a sociedade em um movimento de formação de cidadãos íntegros, destacando como pequenos valores podem transformar a realidade coletiva.

Nesta edição, referente ao ciclo concluído em 2025, o foco central é a celebração da cidadania ativa e os resultados práticos observados dentro das instituições de ensino. O conteúdo reúne um panorama detalhado de dados, além de artigos assinados por especialistas que discutem a importância da educação em valores. Para os educadores, a revista serve como um guia prático e inspirador, mostrando que a integridade pode ser ensinada de forma lúdica e vivencial, extrapolando a teoria dos livros didáticos.

Um dos pontos altos desta edição são as entrevistas exclusivas com figuras que personificam o impacto do programa. Entre os destaques está a conversa com o professor Jean Fernando, do CEF 01 de Planaltina, cuja trajetória une a educação pública à arte internacional, com passagens pelo Museu do Louvre. Também participam a promotora de justiça Fernanda Molyna, gestora do programa, e o procurador do Trabalho Manoel Jorge, oferecendo uma visão multidisciplinar sobre o combate preventivo à corrupção através do ensino.

Para ampliar o diálogo com a sociedade, a Revista NaMoral mantém um canal aberto para a colaboração acadêmica. Estudantes, docentes e pesquisadores podem enviar contribuições em diversos formatos, como artigos científicos, crônicas, resenhas e notícias relacionadas aos temas de integridade e ética. Essa abertura visa transformar o periódico em um fórum vivo de discussão, onde a teoria acadêmica se encontra com a prática cotidiana das escolas públicas brasilienses.

Criado em 2019, o Programa NaMoral nasceu com a premissa de que a interrupção do ciclo da corrupção começa na base. Através de vivências que estimulam a autorresponsabilidade, jovens e crianças são levados a refletir sobre como suas escolhas individuais impactam o todo. A idealizadora do projeto, promotora de justiça Luciana Asper, enfatiza que o foco da iniciativa é tornar o que é “justo e virtuoso” uma prioridade nacional, construindo uma barreira preventiva contra desvios de conduta no futuro.

A isonomia do projeto é refletida em sua abrangência: o programa atende diversas Regiões Administrativas do DF, garantindo que estudantes de diferentes contextos sociais tenham acesso às mesmas ferramentas de desenvolvimento moral. Os dados apresentados na revista mostram que o engajamento das comunidades escolares tem crescido exponencialmente, transformando o NaMoral em uma política pública de referência no combate à corrupção e no fortalecimento dos pilares democráticos.

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O impacto social da publicação é visível no fortalecimento do vínculo entre a justiça e a comunidade escolar. Ao humanizar as figuras do Ministério Público e aproximar o ambiente jurídico da realidade dos alunos, a revista desmistifica processos e inspira confiança nas instituições. O acesso à versão digital permite que o conhecimento rompa as fronteiras do Distrito Federal, servindo de modelo para outros estados que buscam implementar programas semelhantes de integridade juvenil.

Com o encerramento de mais um ciclo, a Revista NaMoral reafirma seu papel como um “tesouro” para a edificação social. Mais do que uma simples prestação de contas, ela é um convite para que cada cidadão assuma seu papel na construção de uma nação mais honesta. A expectativa para o próximo semestre é de ampliação das parcerias e do volume de contribuições externas, fortalecendo ainda mais o ecossistema de educação para a cidadania no país.


*Com informações: MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios)

 

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Banco de Brasília descarta intervenção e afirma ter solidez patrimonial

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Instituição financeira nega risco iminente, projeta venda de ativos do Banco Master e esclarece que eventuais aportes não afetarão o orçamento público

O Banco de Brasília (BRB) ocupou o centro do debate econômico nesta segunda-feira (19) ao vir a público descartar, de forma categórica, qualquer risco de intervenção por parte das autoridades monetárias. Em nota oficial, a instituição controlada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) afirmou possuir “suficiência patrimonial” para absorver os impactos das investigações relacionadas às operações com o Banco Master. A manifestação surge como uma resposta estratégica para acalmar o mercado financeiro e os correntistas, após especulações sobre a necessidade urgente de uma injeção de capital bilionária.

A estratégia do banco para manter sua estabilidade envolve a venda de ativos recuperados do banco privado, buscando reforçar seu caixa sem depender exclusivamente de recursos governamentais. De acordo com o comunicado, qualquer medida de recomposição de capital só será concretizada após o encerramento das auditorias independentes e das análises detalhadas conduzidas pelo Banco Central (BC). O BRB enfatizou que, caso um aporte do acionista controlador seja necessário, os recursos não serão retirados das áreas destinadas a políticas públicas essenciais, como saúde e educação.

O Ministério da Fazenda também se pronunciou para dissipar rumores de um possível socorro financeiro imediato. Em nota, a pasta negou que o ministro Fernando Haddad tenha estabelecido prazos ou cobrado o governo do DF sobre aportes sob ameaça de intervenção. Embora a Fazenda tenha mantido silêncio sobre as discussões técnicas com o Banco Central, a negativa oficial retira o caráter de urgência política do caso, transferindo o foco para os resultados das investigações forenses que ainda estão em curso para dimensionar os prejuízos reais.

No vídeo abaixo, entenda como as investigações do Banco Central impactam as instituições financeiras estatais e quais são os mecanismos de proteção aos correntistas em casos de desenquadramento prudencial.

A ausência do balanço financeiro referente ao terceiro trimestre tem sido um dos pontos de maior atenção dos analistas. O BRB justificou o atraso afirmando que os valores exatos de eventuais perdas estão sendo apurados por uma auditoria independente e pelo próprio Banco Central. A instituição reforçou que qualquer dado não oficial que circule publicamente sobre prejuízos deve ser tratado como “meramente especulativo”, garantindo que as operações de atendimento ao público e serviços bancários seguem funcionando dentro da normalidade.

A crise que envolve o BRB está diretamente ligada à sua relação com o Banco Master, investigado por supostas fraudes em carteiras de crédito. Dados do Banco Central indicam que a instituição estatal adquiriu cerca de R$ 12,2 bilhões em carteiras que, posteriormente, foram apontadas como fraudulentas. Além disso, estima-se que o banco tenha injetado outros R$ 5 bilhões em operações variadas com o Master. A nova gestão do BRB agora trabalha para auditar cada contrato assinado entre 2024 e 2025, visando separar ativos legítimos de operações irregulares.

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Essas movimentações financeiras levaram o banco a um descumprimento temporário dos limites prudenciais exigidos pelo BC no início de 2025. O “desenquadramento” resultou em uma determinação do Banco Central para que o BRB limitasse a compra de novos ativos e apresentasse um plano de solução definitivo até abril de 2026. Mesmo diante desse cenário de monitoramento rigoroso, a cúpula do banco insiste que a estrutura de capital é resiliente e que os mecanismos de governança interna foram reforçados para evitar novos desvios.

O desfecho do caso depende agora da conclusão da investigação forense conduzida por um escritório de advocacia independente. Enquanto isso, o governo local monitora a situação de perto, ciente da importância do BRB para a economia do Distrito Federal. A transparência nos próximos relatórios trimestrais será decisiva para confirmar se a “suficiência patrimonial” alegada pela diretoria será capaz de estancar a crise de confiança gerada pelas operações com o Banco Master.

Para o leitor comum, o recado da instituição é de estabilidade: os depósitos e investimentos seguem seguros, enquanto a disputa técnica se concentra nos bastidores da alta gestão financeira. O compromisso com a isonomia e a prestação de contas agora aguarda os números finais das auditorias para encerrar o ciclo de incertezas que cercam a maior instituição financeira do Centro-Oeste.


*Com informações: Agência Brasil

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Cartão Uniforme Escolar no DF tem prazo final de retirada

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Famílias têm até 21 de janeiro para buscar o benefício de R$ 282,99 e garantir o vestuário dos estudantes da rede pública para 2026

As famílias com estudantes matriculados na rede pública de ensino do Distrito Federal devem ficar atentas ao calendário oficial. O prazo para a retirada do Cartão Uniforme Escolar, auxílio financeiro essencial para a compra do vestuário estudantil, termina nesta quarta-feira, 21 de janeiro. A Secretaria de Educação do DF (SEEDF) emitiu um alerta reforçando que milhares de responsáveis ainda não buscaram o documento, o que pode comprometer a organização para o início das aulas em fevereiro.

O benefício é um direito assegurado a todos os alunos que estavam com matrícula regular até o ano de 2025. Com um crédito de R$ 282,99 por estudante, o programa permite que os pais adquiram o conjunto completo de peças diretamente em malharias credenciadas. A iniciativa visa não apenas garantir a padronização e a identidade visual das escolas, mas também aliviar o orçamento das famílias brasilienses neste início de ano.

Para saber exatamente onde retirar o cartão, o responsável legal deve realizar uma consulta simples no portal gdfsocial.brb.com.br. Ao acessar o site, basta preencher os dados solicitados na opção “Consulta Cartão Uniforme Escolar”. O sistema indicará o ponto de entrega específico, que geralmente ocorre em agências ou postos de atendimento do Banco de Brasília (BRB) espalhados pelas diversas Regiões Administrativas.

O governo destaca que, para famílias com mais de um filho matriculado, não há necessidade de portar vários cartões. O sistema unifica todos os créditos em um único plástico emitido em nome do responsável legal, facilitando a logística de compra. É fundamental apresentar um documento oficial com foto e o CPF no momento da retirada, garantindo a segurança e a correta destinação do recurso público.

Além do impacto direto na vida dos mais de 448 mil alunos esperados para o ano letivo de 2026, o programa movimenta a economia local. Atualmente, existem mais de 90 malharias credenciadas em todo o Distrito Federal aptas a receber o cartão como forma de pagamento. Essa descentralização permite que os pais escolham o estabelecimento mais próximo de sua residência, promovendo agilidade e autonomia.

A isonomia do processo é garantida pelo cruzamento de dados automáticos da SEEDF. Desde que as informações cadastrais na unidade escolar estejam atualizadas, o benefício é gerado sem a necessidade de novos requerimentos. Para quem mudou de endereço ou trocou de escola recentemente através do remanejamento, a orientação é verificar no site se houve alteração no local de entrega do cartão.

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O início das aulas está marcado para fevereiro, e o uso do uniforme é peça-chave para a segurança escolar, permitindo a identificação imediata dos alunos dentro e fora do ambiente de ensino. Aqueles que perderem o prazo de retirada poderão enfrentar dificuldades extras, já que os pontos de entrega operam em regime de força-tarefa para atender a demanda antes do início do calendário pedagógico.

A recomendação das autoridades educacionais é que os pais não deixem para a última hora, evitando filas e possíveis inconsistências no sistema de consulta. O Cartão Uniforme Escolar representa um investimento direto na dignidade do estudante e na equidade dentro das salas de aula da capital federal.


*Com informações: Secretaria de Educação do DF e Agência Brasília

 

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