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Distrito Federal

Festival Itinerante da Juventude Negra oferece oficinas gratuitas de dança, teatro e circo em Santa Maria

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Comunidade de Santa Maria tem até sexta-feira para participar de oficinas artísticas gratuitas promovidas pelo Festival Itinerante da Juventude Negra. Atividades são abertas a todas as idades

O Festival Itinerante da Juventude Negra, que está em sua etapa em Santa Maria, está promovendo uma série de oficinas gratuitas de formação artística para toda a comunidade local. As atividades estão disponíveis para todas as idades e ocorrem entre os dias 5 e 8 de agosto, com inscrições abertas até o final desta semana.

As oficinas fazem parte do projeto cultural itinerante que busca promover a valorização da juventude negra por meio de expressões artísticas e culturais. O evento é realizado no CL 205 Lote B, em frente ao Instituto HDUN, e as inscrições podem ser feitas diretamente no site oficial: FestivalJuventudeNegra.com.br.

Programação das oficinas:

  • Oficina de Teatro: das 9h às 11h30
  • Oficina de Dança: das 13h30 às 16h
  • Oficina de Circo: das 16h às 18h30

As oficinas acontecem de terça-feira a sexta-feira, proporcionando uma oportunidade única para quem deseja explorar novas habilidades artísticas ou aprimorar suas competências já existentes. A iniciativa é totalmente gratuita e visa democratizar o acesso à arte e cultura, especialmente para jovens e adultos da periferia.

Promoção da diversidade e inclusão

O Festival Itinerante da Juventude Negra é um projeto que busca fomentar a inclusão social e racial por meio da arte. Além das oficinas, o festival inclui apresentações culturais, debates e atividades voltadas à conscientização sobre questões raciais e sociais. Em Santa Maria, a programação conta com apoio de parceiros como o Instituto HDUN, a OMNI, o PIVAP, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e o Ministério da Cidadania.

Importância das oficinas para a comunidade

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As oficinas não apenas oferecem uma oportunidade de aprendizado artístico, mas também promovem a integração social e a valorização da identidade cultural. Participantes têm a chance de se conectar com outros artistas locais, trocar experiências e desenvolver habilidades que podem abrir portas para carreiras na área artística ou simplesmente enriquecerem sua vida pessoal.

Como participar?

Para garantir sua vaga nas oficinas, basta acessar o site oficial do festival: FestivalJuventudeNegra.com.br. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas até o dia sexta-feira, 8 de agosto. É importante lembrar que as vagas são limitadas, então recomenda-se realizar a inscrição o quanto antes.


Com informações: FestivalJuventudeNegra.com.br

Distrito Federal

Verão em Brasília: Funn anuncia agenda com gigantes do pagode e festa de Carnaval

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Programação de fevereiro traz os maiores nomes do samba romântico ao Parque da Cidade e o agito carioca do bloco “Fica Comigo” para o clima de pré-carnaval na capital.


Brasília vai ferver em fevereiro de 2026. A Funn, conhecida por realizar os eventos mais badalados do Distrito Federal, lançou sua programação oficial de verão focada em “encontros afetivos” e experiências sensoriais. A agenda mistura a nostalgia do pagode dos anos 90 com a energia do Carnaval de rua carioca, prometendo transformar o Parque da Cidade e o Clube AABB nos principais pontos de encontro da estação.

1. Festival Me Leva: O Épico do Pagode

O primeiro grande destaque acontece logo no início do mês. O Festival Me Leva reunirá quatro pilares do pagode romântico em um único palco, no coração de Brasília.

  • Quando: 7 de fevereiro, a partir das 17h.

  • Onde: Estacionamento 2 do Parque da Cidade.

  • Atrações: Belo, Péricles, Pixote e Jeito Moleque.

  • Vibe: Nostalgia, romance e coro coletivo. Ideal para quem quer reviver os grandes sucessos que marcaram gerações.

2. Fica Comigo: Pré-Carnaval Retrô

Diretamente do Rio de Janeiro, o famoso bloco/festa Fica Comigo desembarca em Brasília com o tema “Feliz Carnaval, Meu Amor”. O projeto é conhecido por suas decorações temáticas e repertório focado em pagode retrô com arranjos de bloco de Carnaval.

  • Quando: 14 de fevereiro, a partir das 18h30.

  • Onde: Clube AABB (Setor de Clubes Sul).

  • Vibe: Energia de Carnaval, paquera e liberdade. Uma experiência premium para quem busca o clima da folia carioca sem sair do Cerrado.


3. Funn Summer: O Novo Conceito de Club

Além dos festivais, a produtora anunciou o Funn Summer. Inspirado nos beach clubs europeus e de Santa Catarina, o projeto terá uma linguagem jovem e sofisticada, focada em experiências sensoriais e ambientações exclusivas.

“Queremos criar experiências que fiquem na memória das pessoas e que façam sentido com a forma como Brasília vive essa estação”, afirma Hugo Andrade, sócio da Funn.


Serviço Completo

Evento Data Local Principais Atrações
Festival Me Leva 07/02 Parque da Cidade (Est. 2) Belo, Péricles, Pixote e Jeito Moleque
Fica Comigo 14/02 Clube AABB Bloco Fica Comigo e convidados
Funn Summer Em breve A definir Experiências de Club / Beach Club

Ingressos: Já estão disponíveis para venda em plataformas digitais (Ingresse). Recomenda-se a compra antecipada, pois os lotes costumam virar rapidamente devido à alta demanda.


Com informações: Funn Entretenimento / Hugo Andrade.

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Comportamento

TJDFT abre Semana de Saúde Mental com foco nos impactos da Inteligência Artificial

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Evento discute a “felicidade desesperada” e os desafios cerebrais na era digital; magistrados reforçam que cuidado com a mente é pilar para uma justiça mais humana e eficiente.


O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) deu início, na última quarta-feira (28 de janeiro de 2026), à sua Semana de Saúde Mental. Realizado no espaço Flamboyant, o evento reuniu a cúpula do Tribunal e servidores para discutir um tema extremamente atual: como preservar o equilíbrio emocional em um mundo cada vez mais mediado pela tecnologia.

A palestra de abertura, conduzida pela psicóloga Regina Lúcia Nogueira (Nupsi), trouxe o provocativo título “A Felicidade, Desesperadamente: Saúde Mental e Saúde Cerebral em tempos de IA Generativa”. A discussão cruzou fronteiras entre a filosofia, a neurociência e a psicologia para entender como o cérebro humano está reagindo ao uso intenso de ferramentas de Inteligência Artificial.

Saúde Mental não é fraqueza, é maturidade

Durante a cerimônia, o 1º Vice-Presidente do TJDFT, Desembargador Roberval Belinati, enfatizou que o Tribunal encara o bem-estar de sua força de trabalho como uma prioridade estratégica, e não apenas simbólica.

“Falar sobre saúde mental não é fraqueza, é maturidade, responsabilidade e compromisso com o trabalho e com a instituição”, afirmou Belinati.

O Desembargador Alfeu Machado, do Comitê de Saúde, comparou o adoecimento mental a uma “enchente silenciosa” que avança sem ser percebida, reforçando a necessidade de políticas preventivas constantes diante do excesso de informação e das pressões do Judiciário.


Os Desafios do Pós-Pandemia e da Tecnologia

O Secretário de Saúde do Tribunal, Tomaz de Aquino, apresentou um diagnóstico preocupante, mas realista: o cenário pós-pandemia deixou sequelas de ansiedade e cansaço psíquico que foram agravadas pela rapidez das transformações tecnológicas.

  • Foco na Prevenção: As ações da Secretaria de Saúde buscam identificar precocemente sinais de Burnout e transtornos de ansiedade.

  • Janeiro Branco 2026: A semana está alinhada à campanha nacional, que este ano propõe o tema da pausa: “respirar, pensar e repensar” a relação com o tempo.

  • Equilíbrio com a IA: A palestra principal alertou que, embora a IA traga ganhos de produtividade, ela exige um esforço cerebral diferente, que pode levar à exaustão se não houver limites claros entre o humano e o automatizado.

Programação e Cultura Organizacional

A iniciativa busca consolidar uma cultura onde o magistrado e o servidor sintam-se seguros para buscar apoio. O evento contou ainda com a participação da Assejus, reforçando que a saúde mental é uma pauta comum entre a administração e os colaboradores.

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Com informações:  TJDFT

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Distrito Federal

MPDFT promove I Encontro de Rede das Instituições Parceiras do Sistema Prisional

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O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), por meio do Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional (Nupri) e da Coordenadoria Executiva de Medidas Alternativas (Cema), realizou nesta quinta-feira, 29 de janeiro de 2026, o I Encontro de Rede das Instituições Parceiras do Sistema Prisional do Distrito Federal.


O evento ocorreu na sede do MPDFT, em Brasília, e teve como foco principal o fortalecimento da articulação entre o Poder Público e a sociedade civil para aprimorar as políticas de reintegração social e garantir os direitos fundamentais das pessoas privadas de liberdade e egressas do sistema.

Objetivos e Estratégias do Encontro

Para as promotoras Raquel Tiveron (Nupri) e Thaise Dezen (Cema), o encontro marca um passo decisivo para transformar garantias legais em práticas concretas. Os principais pontos discutidos foram:

  • Articulação em Rede: Promoção de um diálogo permanente para enfrentar os desafios da execução penal de forma integrada.

  • Padronização de Fluxos: Alinhamento técnico sobre a execução de projetos financiados por medidas alternativas, buscando mais celeridade e transparência.

  • Escuta Qualificada: Espaço para que as entidades parceiras compartilhassem experiências diretas no apoio psicossocial e na reintegração.


Instituições Participantes

O encontro reuniu um mosaico diverso de organizações que atuam na ponta do sistema prisional e no suporte aos egressos:

  • Sociedade Civil: Instituto Recomeçar, Associação AME (Mulheres Esquecidas) e Associação Edificar.

  • Educação: Centro Educacional nº 01 de Brasília (responsável pelo ensino no sistema prisional).

  • Controle Social: Conselho da Comunidade de Execução Penal.

  • Religiosas: Assembleia de Deus de Sobradinho.

Projetos de Reintegração no DF

Durante o evento, o MPDFT reforçou a importância de projetos voltados à humanização e à transformação de vidas, como a recente revitalização de núcleos de ensino e a destinação de recursos (muitas vezes oriundos de multas e acordos como o TAC) para melhorias estruturais e capacitação profissional dentro das unidades, como a Penitenciária Feminina do DF.


Com informações:  MPDFT

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