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Governo Federal

Governo Federal consolida rede de proteção e autonomia para mulheres em 2025

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Terceiro ano da gestão Lula é marcado por leis de igualdade salarial, ampliação do atendimento no SUS e recorde de investimentos no enfrentamento à violência

Ao encerrar o ano de 2025, o Governo Federal apresenta um balanço de políticas públicas para mulheres que transitou de ações pontuais para uma estrutura de Estado permanente. Com foco na autonomia econômica, saúde integral e combate severo ao feminicídio, o presidente Lula reafirmou a agenda de gênero como prioridade, mobilizando os Três Poderes para um pacto nacional pela vida das mulheres.

Entre os avanços físicos, destaca-se a expansão da Casa da Mulher Brasileira para o Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro, além da entrega de novos Centros de Referência no Distrito Federal e Acre. Na tecnologia, a implementação do Sistema UNA (em parceria com a Dataprev) passou a integrar digitalmente o atendimento a vítimas de violência em todo o país.

Enfrentamento à Violência e Mudanças Legais

O governo investiu R$ 1,4 bilhão por meio do Pronasci II em ações de segurança e prevenção. No campo jurídico, 2025 foi um ano de endurecimento de penas e proteção a servidoras:

  • Transferência Prioritária: Servidoras federais vítimas de violência agora têm prioridade na mudança de lotação para garantir sua segurança.

  • Fim das Atenuantes: A Lei 15.160/25 acabou com a redução de prazo de prescrição por idade (menores de 21 ou maiores de 70 anos) em crimes sexuais.

  • Dignidade Sexual: Penas foram aumentadas para crimes contra vulneráveis (Lei 15.280/25).

Saúde Integral e Avanços no SUS

A saúde das mulheres recebeu atualizações tecnológicas importantes, desde o planejamento reprodutivo até o tratamento de doenças graves:

  1. Contracepção e Endometriose: Disponibilização do implante Implanon (meta de 1,8 milhão de unidades até 2026) e do DIU hormonal no SUS.

  2. Prevenção do Câncer: Mamografias liberadas para mulheres de 40 a 49 anos sem sintomas e incorporação do medicamento de ponta Trastuzumabe Entansina.

  3. Rede Alyne: Estratégia focada na redução da mortalidade materna e suplementação de cálcio para prevenir a pré-eclâmpsia.

  4. Reconstrução e Estética: Garantia de cirurgia reparadora de mama pelo SUS (mesmo em casos de violência) e reconstrução dentária para vítimas de agressão.

Autonomia Econômica e Política de Cuidado

O mercado de trabalho foi alvo de reformas para reduzir o abismo de gênero. A Lei da Igualdade Salarial completou dois anos com o monitoramento de planos de cargos e salários. Além disso, uma nova legislação estabeleceu a cota obrigatória de 30% de mulheres nos conselhos de administração de empresas públicas e estatais, como Petrobras e Banco do Brasil, com reserva para mulheres negras e com deficiência.

O “Plano Brasil que Cuida” institucionalizou as lavanderias públicas e cuidotecas, reconhecendo o trabalho de cuidado como uma responsabilidade compartilhada entre sociedade e Estado.

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Agenda Climática e Diversidade

Na COP30, o Brasil apresentou o Plano de Ações Integradas Mulheres e Clima, colocando as mulheres indígenas, quilombolas e das águas no centro das discussões sobre justiça climática. A realização da 1ª Conferência Nacional das Mulheres Indígenas, com 5 mil lideranças em Brasília, consolidou o papel das “Guardiãs do Planeta” na formulação de políticas ambientais.


Com informações: Redação Elas por Elas / PT

 

Governo Federal

Lula sanciona regulamentação da reforma tributária e lança plataforma digital para monitorar novos impostos

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Presidente cria Comitê Gestor do IBS e plataforma para garantir transparência nas alíquotas; sistema foca em desoneração da cesta básica e cashback para baixa renda

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta terça-feira (13), a lei que regulamenta a fase final da reforma tributária e institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Durante a cerimônia, foi lançada a Plataforma Digital da Reforma Tributária, ferramenta intuitiva que permitirá a empresas e cidadãos simularem as novas regras e visualizarem o custo real de impostos em cada produto. Segundo o presidente, a medida encerra décadas de burocracia, estabelecendo um marco de estabilidade jurídica e econômica para o país.

A reforma simplifica o sistema ao substituir tributos antigos por dois novos impostos centrais. O IBS unifica os impostos estaduais (ICMS) e municipais (ISS), sob gestão de estados e municípios por meio do novo comitê. Já a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) substitui os federais PIS e Cofins. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou que o novo modelo é baseado no valor agregado, evitando a cobrança em cascata e garantindo que cada etapa da cadeia pague apenas sobre o que produziu.

Entenda as mudanças com a nova regulamentação

A transição foca em eficiência digital e justiça fiscal:

  • Comitê Gestor do IBS: Monitorará a uniformização do imposto e a transparência na devolução de créditos tributários.

  • Plataforma Digital: Oferece “Apuração Assistida”, revelando taxas escondidas e reduzindo custos operacionais para pequenas empresas.

  • Cesta Básica e Saúde: Itens da cesta básica nacional terão alíquota zero; medicamentos e itens de higiene terão reduções drásticas.

  • Cashback Tributário: No segundo semestre de 2026, famílias de baixa renda começarão a receber a devolução de parte dos impostos pagos.

Foco social e destino da arrecadação

O governo reforçou que a CBS continuará vinculada ao financiamento da Seguridade Social, garantindo recursos para saúde, previdência e assistência social. Para Lula, a aprovação do projeto é um êxito histórico sobre as resistências políticas que impediram mudanças similares no passado. A implementação plena ocorrerá gradualmente nos próximos anos, com o objetivo de tornar o sistema mais progressivo e favorável ao crescimento econômico sustentável, simplificando a vida de quem produz e garantindo preços mais justos para quem consome.


Com informações: PT e Presidência da República

 

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Brasil

Lula sanciona leis que criam o Dia Nacional de Luto e registro unificado contra a violência de gênero

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Novas normas visam homenagear vítimas de feminicídio e padronizar dados estatísticos para facilitar a concessão de medidas protetivas e políticas públicas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou duas novas legislações que ampliam os mecanismos de proteção e memória voltados às mulheres. A primeira, Lei 15.334/2026, institui o dia 17 de outubro como o Dia Nacional de Luto e de Memória às Mulheres Vítimas de Feminicídio, em homenagem a Eloá Pimentel, assassinada nesta data em 2008. A segunda, Lei 15.336/2026, torna obrigatória a publicação bienal do Registro Unificado de Dados e Informações sobre Violência contra as Mulheres, visando oferecer um diagnóstico preciso sobre a criminalidade de gênero no país.

Segundo o Palácio do Planalto, a unificação dos dados no Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) permitirá que profissionais de justiça e segurança identifiquem com maior rapidez situações de risco de morte. Além das sanções, o governo iniciou em 2026 a articulação de um pacto nacional de enfrentamento ao feminicídio, sob coordenação da Secretaria de Relações Institucionais e com apoio da primeira-dama, Janja Lula da Silva, buscando integrar os esforços dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário em todos os estados.

Detalhes das novas legislações

As medidas buscam transformar tanto a percepção social quanto a eficiência do Estado:

  • Dia Nacional de Luto (17 de Outubro): Marco para reflexão e combate ao ódio contra a mulher, simbolizado pelo caso Eloá Pimentel.

  • Padronização de Dados: O Registro Unificado obriga a coleta de informações detalhadas sobre violência doméstica e familiar.

  • Relatório Bienal: A cada dois anos, o governo deverá publicar análises técnicas que subsidiem a criação de novas políticas públicas.

  • Foco em Medidas Protetivas: A precisão dos dados ajudará juízes e delegados a reconhecerem precocemente o risco de feminicídio.

Pacto Nacional contra o Feminicídio

A sanção das leis acompanha o lançamento de um pacto estratégico que visa envolver todos os estados da federação. A iniciativa, reforçada por Lula ao final do ano passado, foca na ampliação de delegacias especializadas, casas da mulher brasileira e no monitoramento mais rigoroso de agressores. A determinação do governo para 2026 é reduzir os índices de violência que, segundo dados recentes do DataSenado, atingiram cerca de 3,7 milhões de mulheres em apenas um ano, reafirmando a segurança feminina como vértice central da agenda de direitos humanos do país.


Com informações: PT, Elas por Elas e Palácio do Planalto

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Congresso Nacional

Emendas parlamentares consomem quase 80% da verba livre de ministérios em 2025

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Fatia do Orçamento controlada por deputados e senadores atingiu nível recorde, drenando recursos que seriam destinados a investimentos diretos do Governo Federal

Em 2025, o avanço do Congresso Nacional sobre o Orçamento da União atingiu um patamar histórico, comprometendo a capacidade de planejamento do Poder Executivo. Dados oficiais revelam que as emendas parlamentares chegaram a consumir até 78,9% da verba discricionária (recursos destinados a investimentos e custeio, que não incluem salários e gastos obrigatórios) de pastas estratégicas. O Ministério do Turismo e o Ministério do Esporte lideram o ranking de dependência, com a maior parte de seus orçamentos livres sendo direcionada por indicações de deputados e senadores.

O fenômeno reflete uma mudança estrutural na política brasileira, onde o Legislativo passou a deter o controle de fatias cada vez maiores do tesouro nacional. Se em 2015 as emendas representavam apenas 2,5% do orçamento discricionário total do Executivo, em 2025 esse percentual saltou para 21,9%. Esse cenário gera um debate intenso sobre a separação de Poderes e a transparência no uso desses recursos, especialmente após operações da Polícia Federal investigarem desvios em projetos financiados por essas verbas.

Ministérios sob maior domínio do Congresso

A tabela abaixo detalha as pastas onde os parlamentares detêm o maior controle sobre os recursos de investimento:

Ministério % da Verba Discricionária por Emendas Principais Destinos
Turismo 78,9% Apoio a eventos (como o Carnaval), obras e pontos turísticos.
Esporte 65,2% Projetos sociais de futebol, construção de ginásios e e-sports.
Saúde ~40% Custeio de hospitais, ambulatórios e secretarias locais.

Impacto na Saúde e no Planejamento Federal

Embora Turismo e Esporte tenham os maiores percentuais relativos, o Ministério da Saúde é o que executa o maior volume financeiro absoluto. Em 2025, dos R$ 47,3 bilhões empenhados pela pasta, mais de R$ 25,7 bilhões foram definidos pelo Congresso. Especialistas alertam que essa descentralização excessiva dificulta a criação de políticas nacionais unificadas, uma vez que o recurso acaba fragmentado em milhares de pequenas obras e convênios locais que nem sempre priorizam as necessidades técnicas mais urgentes do SUS.

O debate no STF e o Orçamento 2026

O futuro dessa dinâmica está nas mãos do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Flávio Dino é o relator de uma ação que questiona a impositividade das emendas e exige regras mais rígidas de transparência. Enquanto isso, para o ano de 2026, o Congresso já aprovou um montante superior a R$ 61 bilhões em emendas parlamentares. O governo Lula enfrenta o dilema de manter o apoio da base aliada do “Centrão”, que comanda essas pastas, ou tentar recuperar o controle do Orçamento para viabilizar as promessas de campanha e grandes obras de infraestrutura federal.


Com informações: Folhapress e ICL Notícias

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