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Distrito Federal

MPDFT participa da Caravana da Inovação do Labori/AGU

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A convite do Laboratório de Inovação da Advocacia-Geral da União (Labori/AGU), o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) participou nesta quarta-feira, 7 de maio, da abertura da etapa presencial da Caravana da Inovação em Fortaleza/CE

O projeto tem como objetivo estimular a cultura da inovação nas procuradorias estaduais e municipais. A ideia é criar uma rede de colaboração que reúna as experiências desenvolvidas pelo setor público no campo da tecnologia, da gestão de dados e na aplicação de ferramentas de inteligência artificial.

O procurador-geral de Justiça do MPDFT e presidente do Conselho Nacional de Procuradores – Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG), Georges Seigneur, falou sobre iniciativas no âmbito do Ministério Público para viabilizar o uso de IA na gestão do atendimento online, na análise de dados em investigações, no fomento à integração e no compartilhamento de bancos de informações para agilizar a atuação em áreas como combate à corrupção, proteção ao meio ambiente e garantia dos direitos humanos.

“Vivemos em um tempo de mudanças aceleradas, em que a tecnologia e a gestão da informação redefinem como exercemos nossas funções. A busca da inovação, no entanto, não se resume à adoção de ferramentas tecnológicas. Ela exige uma mudança de mentalidade, uma abertura para repensar processos, otimizar recursos e, acima de tudo, colocar o cidadão no centro de nossas ações. A inovação é um compromisso coletivo e pode ser a solução para a escassez de recursos e a agilidade dos serviços. Ela exige coragem para romper com o status quo, humildade para aprender com os erros e determinação para seguir em frente”, disse.

O presidente da Estratégia Nacional do MP Digital, conselheiro do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) Moacyr Rey Filho, falou sobre os resultados gerados a partir do uso de novas tecnologias e metodologias no âmbito do Ministério Público brasileiro e destacou a importância de fortalecer a colaboração entre os diferentes órgãos que compõem o ecossistema jurídico brasileiro.

“Não se trata apenas de modernizar sistemas e adotar novas tecnologias. Trata-se de construir, de forma conjunta, uma nova cultura de inovação, orientada por dados, por inteligência institucional e, sobretudo, por compromisso com a entrega de valor à sociedade brasileira”, afirmou.

O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que o uso da tecnologia, aliado à cooperação entre as instituições de Estado, é uma forma de garantir cidadania ao povo brasileiro. “A inovação e a parceria entre as instituições fazem com que o cidadão tenha acesso aos seus direitos de forma mais racional, rápida e efetiva”,destacou.

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Ainda segundo o ministro, a cultura administrativa e burocrática do Estado levou ao afastamento entre o público e o privado de forma muito radical, o que degradou as relações do brasileiro com suas instituições. Agora, segundo ele, é hora de reverter essa situação.

“Durante muito tempo, lidamos com o cidadão a partir de inúmeras falhas na prestação de serviço, por conta de um sistema totalmente disfuncional. Isso tem cobrado um preço muito caro, que é o déficit de confiança do cidadão em relação ao Estado”, disse. “Chegou a hora de nos aproximarmos do povo, e a tecnologia é fundamental neste processo”, acrescentou.

Já o coordenador do Labori/AGU, Bruno Portela, disse que a advocacia pública busca usar a tecnologia para se aperfeiçoar e agilizar seus processos e a AGU acumulou expertise única que agora vai dividir com outros órgãos.

“O Brasil tem 83 milhões de processos judiciais. Só pela AGU passam 23 milhões de processos por ano. Por conta da nossa importância estratégica, conseguimos desenvolver mecanismos, ferramentas e plataformas que otimizaram nosso trabalho e nossos resultados”, explicou.

“Momentos como este são de grande relevância, pois simbolizam a integração e a unidade da advocacia pública”, afirmou o procurador-geral do Estado do Ceará, Rafael Machado Moraes. Ele também ressaltou a importância da inovação como instrumento para melhorar os serviços prestados à população. “A inovação vem para fortalecer a advocacia e contribuir para que nossas entregas, que chegam diretamente à ponta, sejam feitas com mais eficiência, produtividade, qualidade, agilidade e com a governança preservada”, completou.

O evento se encerra nesta sexta-feira (9/05) e a programação completa está disponível aqui.


Fonte: MPDFT

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Distrito Federal

Cesta básica registra queda de 7,65% em Brasília no segundo semestre de 2025

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Capital federal lidera redução no Centro-Oeste. Arroz, tomate e batata estão entre os itens que mais contribuíram para a diminuição do custo dos alimentos

Brasília registrou queda de 7,65% no preço da cesta básica de alimentos no segundo semestre de 2025, saindo de R$ 758,19 em julho para R$ 714,21 em dezembro – valor R$ 43,98 menor ao fim do ano. O balanço das 27 capitais foi divulgado nesta terça-feira, 20 de janeiro, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O resultado coloca Brasília como a cidade com maior redução no custo da cesta básica em todo o Centro-Oeste no período.

O levantamento integra a Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preço da Cesta Básica de Alimentos, realizada pela Conab e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Firmada oficialmente em 20 de agosto do ano passado, a parceria entre os órgãos passou a acompanhar os preços em todas as 27 capitais brasileiras.

ITENS ESSENCIAIS – Em Brasília, a redução foi puxada principalmente pela queda expressiva nos preços de itens essenciais. O tomate apresentou recuo de 38,62%, seguido pela batata (-25,00%) e pelo arroz (-22,08%). Também tiveram diminuição relevante os preços do açúcar (-15,93%), da banana (-15,49%) e do café (-13,96%).

Esses resultados contribuíram diretamente para aliviar o orçamento das famílias brasilienses, especialmente aquelas em situação de maior vulnerabilidade social, para as quais a alimentação representa parcela significativa da renda mensal.

POLÍTICA AGRÍCOLA E ABASTECIMENTO – De acordo com o presidente da Conab, Edegar Pretto, a queda generalizada no preço da cesta básica em todas as capitais reflete os efeitos positivos da política agrícola do Governo do Brasil. “Essa queda generalizada é fruto dos investimentos que o Governo do Brasil vem fazendo no setor agropecuário brasileiro, aumentando a produção de alimentos para o consumo interno nacional”, afirmou.

Segundo Pretto, os Planos Safra — tanto o empresarial quanto o da Agricultura Familiar — vêm registrando valores recordes, com ampliação do crédito e juros subsidiados. “O efeito é a maior safra da série histórica, o que se traduz em mais comida disponível e preços mais acessíveis para a população”, destacou.

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Redução do preço no período chegou a -9,08%, em Boa Vista (RR), por exemplo

CAPITAIS – Campeã em queda de preço entre as capitais, Boa Vista (RR) teve redução de 9,08% no valor da cesta básica de alimentos, no acumulado dos últimos seis meses do ano passado, com o preço passando de R$ 712,83 em julho, para R$ 652,14 em dezembro – valor R$ 60,69 menor no fim no ano. Logo atrás ficou Manaus (AM), com diminuição de 8,12% no preço, saindo de R$ 674,78 para R$ 620,42, ou seja, custo R$ 54,36 a menos no último mês do ano. Fechando o ranking, Fortaleza (CE) ocupa o terceiro lugar, com queda de 7,90%, com cestas que custavam R$ 738,09 em julho e chegaram a R$ 677 em dezembro – R$ 61,09 mais baratas. Na ponta contrária da tabela, estão Belo Horizonte (MG), Macapá (AP) e Campo Grande (MS) com quedas de 1,56%, 2,10% e 2,16%, respectivamente, no agrupado do período.

REGIÕES – Boa Vista lidera o cenário no Norte, assim como Fortaleza no Nordeste do país. Já no Centro-Oeste, Brasília é a recordista em declínio de preço da cesta, com variação de -7,65% nos últimos seis meses de 2025. No Sul, a capital mais bem colocada é Florianópolis, que teve redução de -7,67% no valor do conjunto de produtos. Por fim, Vitória (ES) é a capital vencedora no Sudeste do país, com redução de -7,05% no preço da cesta básica de alimentos no compilado das pesquisas da última metade do ano passado.PARCERIA – A coleta de preços de alimentos básicos foi ampliada de 17 para 27 capitais brasileiras, resultado da parceria entre a Conab e o Dieese. A iniciativa reforça a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e a Política Nacional de Abastecimento Alimentar. Os primeiros resultados da Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preço da Cesta Básica de Alimentos com todas as capitais começaram a ser divulgados em agosto de 2025.


Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

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84,5% da população do Distrito Federal integra as classes A, B e C

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Entre 2022 e 2024, o Distrito Federal ampliou de 82,7% para 84,5% as pessoas nas classes de maior renda, conforme aponta estudo da FGV

O Distrito Federal registrou um aumento de 1,8 pontos percentuais das classes A (renda acima de 20 salários mínimos), B (renda familiar entre 10 e 20 salários mínimos) e C (renda familiar entre 4 e 10 salários mínimos), entre 2022 e 2024. A população nestas faixas de renda passou de 82,7% para 84,5% no estado, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Em termos nacionais, o estudo da FGV indica que 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes de maior renda, representando um aumento de 8,44 pontos percentuais no mesmo período. Segundo o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, os dados confirmam a eficácia das ações voltadas à população de baixa renda.

A gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho e para o empreendedorismo”. Wellington Dias – Ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

INTEGRAÇÃO – A pesquisa aponta que a alta foi impulsionada principalmente pelo aumento da renda do trabalho e pela integração de políticas públicas como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e programas de acesso à educação e ao crédito.

Segundo o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, os dados confirmam a eficácia das ações voltadas à população de baixa renda. “A gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho e para o empreendedorismo”, explicou.


Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

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Franchising em alta: Distrito Federal fatura R$ 1,7 bilhão com franquias no 3º trimestre de 2025

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Setor registra crescimento de 8,5% no DF, impulsionado pelos segmentos de Saúde, Beleza e Serviços Automotivos; estabilidade no número de lojas mostra maturidade do mercado local

O mercado de franquias no Distrito Federal continua a demonstrar força e resiliência. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) revelam que o setor movimentou R$ 1,7 bilhão entre julho e setembro de 2025 na capital federal. O resultado representa uma alta de 8,5% em comparação ao mesmo período de 2024, acompanhando o fôlego do cenário nacional, que faturou R$ 76,6 bilhões no trimestre.

Com 4.727 unidades em operação no DF, o setor apresentou estabilidade no número de lojas, mas um ganho expressivo em eficiência e faturamento. Para especialistas, esse cenário indica que as redes instaladas em Brasília e nas Regiões Administrativas estão mais maduras e conseguindo extrair maior rentabilidade de suas operações.

Os setores que mais cresceram no DF

A expansão do faturamento na capital foi puxada por três pilares principais que refletem as novas prioridades de consumo da população:

  1. Saúde, Beleza e Bem-Estar: O desejo por autocuidado e qualidade de vida manteve as clínicas de estética e saúde no topo da lista.

  2. Limpeza e Conservação: Reflete a tendência de terceirização de serviços profissionais para empresas e residências.

  3. Serviços Automotivos: Com o aumento da frota e a necessidade de manutenção rápida, as redes especializadas ganharam a confiança do motorista brasiliense.

DF como polo estratégico de investimentos

Eduardo Santinoni, diretor regional da ABF Centro-Oeste, destaca que o Distrito Federal possui um perfil urbano e de alto poder aquisitivo que atrai marcas nacionais e internacionais. Segundo ele, a estabilidade no número de operações — com avanço de apenas 0,4% — prova que o mercado local não está apenas “abrindo lojas”, mas consolidando marcas que já funcionam.

“O DF apresenta um mercado sólido e grande demanda por serviços. O crescimento consistente do faturamento mostra maturidade das redes e confiança do consumidor”, avalia Santinoni.

Oportunidades para o Entorno

A pujança do franchising no DF transborda para cidades como Novo Gama e Valparaíso. Com o mercado saturado em algumas áreas do Plano Piloto, muitas franqueadoras estão olhando para o Entorno Sul como a próxima fronteira de expansão, buscando empreendedores locais que desejam investir em modelos de negócio testados e com suporte de marca.


Com informações: Associação Brasileira de Franchising (ABF), DFREIRE Comunicação

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