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Sociedade

Skinimalismo: tendência por beleza natural ganha força e chega às clínicas

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Movimento que valoriza aparência autêntica cresce nas redes sociais e reflete em queda de procedimentos invasivos. Dra. Denise Ozores defende estética natural e personalizada como nova lógica da beleza

A busca por uma aparência mais natural está se tornando tendência nas redes sociais e nas clínicas de dermatologia. O movimento, conhecido como “skinimalism” (ou skin minimalism), surgiu como resposta aos padrões artificiais e filtrados impostos pelas plataformas digitais, defendendo o uso reduzido de maquiagem, rotinas de cuidados mais simples e procedimentos estéticos sutis.

Segundo o relatório global de beleza da Mintel, 72% das mulheres entre 25 e 45 anos afirmaram preferir uma aparência mais natural em 2024, contra 56% em 2021. Um estudo da Allied Market Research aponta que o segmento de skincare minimalista cresce mais rapidamente que o de maquiagem, com expectativa de movimentar mais de US$ 200 bilhões até 2027.

Tendência nas estatísticas

No Brasil, essa mudança cultural também é perceptível. Dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia mostram uma queda de 23% na busca por procedimentos invasivos entre 2020 e 2023, enquanto aumentaram as demandas por protocolos preventivos e tratamentos com resultados naturais.

Dra. Denise Ozores: estética natural e personalizada

Nesse contexto, destaca-se a Dra. Denise Ozores, médica dermatologista conhecida por defender uma estética natural e personalizada. Sua abordagem prioriza o equilíbrio da pele e a valorização dos traços individuais.

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“Acredito que a estética deva apenas revelar a melhor versão de cada um. Menos procedimentos e produtos podem significar mais autoestima e beleza real. Meu objetivo é potencializar a beleza que já existe em cada paciente, preservando sua identidade e individualidade”, afirma a Dra. Denise.

Mais intenção, menos exagero

O skinimalismo não se opõe aos procedimentos estéticos, mas propõe uma nova lógica: menos exageros, mais intenção. Em vez de alterações drásticas, o foco está em intervenções sutis, respeitosas e bem indicadas.

O trabalho da Dra. Denise reflete esse novo conceito de luxo na estética: menos retoques, mais verdade. Sua atuação sinaliza uma mudança definitiva no setor, onde cuidar da pele é menos sobre apagar imperfeições e mais sobre fortalecer a relação com a própria imagem.


Com informações: Assessoria de Imprensa Cacau Oliver

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Política

Lula defende redistribuição de renda e alerta para desinformação em 2026

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Em celebração aos 90 anos do salário mínimo, o presidente reforçou que o valor atual ainda é insuficiente e criticou o impacto das “fake news” no cenário eleitoral

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva utilizou a cerimônia comemorativa dos 90 anos do salário mínimo, realizada na última sexta-feira (16) na Casa da Moeda, no Rio de Janeiro, para pautar dois temas centrais de seu governo neste ano: a justiça social e o combate à desinformação. Em um discurso enfático, Lula reconheceu que o valor atual do piso nacional ainda é baixo e não cumpre integralmente o papel constitucional de garantir moradia, saúde e educação de qualidade para todos os brasileiros, convocando a sociedade a “brigar” por melhorias na redistribuição de renda.

O evento também serviu como palco para um alerta sobre o clima político de 2026. O presidente previu uma disputa eleitoral “desonesta”, impulsionada pelo uso de algoritmos e pela disseminação de notícias falsas. Lula demonstrou indignação com a forma como as grandes plataformas digitais operam, pedindo que a população não se deixe “robotizar”. “Nós somos seres humanos, temos sentimentos e solidariedade. Não podemos ser algoritmos”, afirmou, em uma crítica direta à manipulação da opinião pública nas redes sociais.

A preocupação com a tecnologia também atingiu o campo da segurança digital. O presidente alertou especificamente as mulheres sobre os perigos da Inteligência Artificial, citando o uso de deepnudes e a manipulação de imagens sem consentimento. O governo federal tem intensificado a pressão por maior regulação das Big Techs, especialmente após episódios de adulteração de imagens envolvendo sistemas de IA, reforçando que a verdade precisa ser defendida ativamente diante da facilidade com que mentiras se propagam.

Desafios econômicos e a luta contra a desinformação

Além do foco no salário mínimo, Lula abordou temas polêmicos da agenda econômica e social, buscando desmentir boatos que circularam recentemente sobre a cobrança de impostos:

  • Taxação de Apostas: O presidente defendeu a cobrança de impostos das “bets”, criticando o endividamento das famílias e a influência de produtores de conteúdo que disseminam informações vazias para milhões de seguidores.

  • Responsabilidade Digital: Lula fez um apelo para que as pessoas verifiquem a veracidade das mensagens recebidas em aplicativos de conversa antes de compartilhá-las, visando quebrar o ciclo de desinformação.

  • Relevância Social: O governo reforçou que o foco em 2026 será reconstruir o poder de compra da classe trabalhadora, integrando políticas de habitação, como o Novo MCMV, com o aumento real dos ganhos salariais.

No contexto de 2026, a comunicação oficial busca humanizar os dados econômicos para combater o crescimento da desinformação automatizada.


Com informações: Redação do PT e Agência Brasil

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Distrito Federal

Revista NaMoral lança edição com foco na cultura da integridade

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Publicação semestral do MPDFT destaca transformações sociais nas escolas e abre espaço para colaboração acadêmica sobre ética e cidadania

A consolidação de uma cultura pautada pela ética ganha um novo capítulo no Distrito Federal com o lançamento da mais recente edição da Revista NaMoral. A publicação, que possui versões impressa e digital, funciona como o braço informativo e pedagógico do Programa NaMoral, iniciativa do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O periódico busca não apenas registrar as ações do projeto, mas engajar a sociedade em um movimento de formação de cidadãos íntegros, destacando como pequenos valores podem transformar a realidade coletiva.

Nesta edição, referente ao ciclo concluído em 2025, o foco central é a celebração da cidadania ativa e os resultados práticos observados dentro das instituições de ensino. O conteúdo reúne um panorama detalhado de dados, além de artigos assinados por especialistas que discutem a importância da educação em valores. Para os educadores, a revista serve como um guia prático e inspirador, mostrando que a integridade pode ser ensinada de forma lúdica e vivencial, extrapolando a teoria dos livros didáticos.

Um dos pontos altos desta edição são as entrevistas exclusivas com figuras que personificam o impacto do programa. Entre os destaques está a conversa com o professor Jean Fernando, do CEF 01 de Planaltina, cuja trajetória une a educação pública à arte internacional, com passagens pelo Museu do Louvre. Também participam a promotora de justiça Fernanda Molyna, gestora do programa, e o procurador do Trabalho Manoel Jorge, oferecendo uma visão multidisciplinar sobre o combate preventivo à corrupção através do ensino.

Para ampliar o diálogo com a sociedade, a Revista NaMoral mantém um canal aberto para a colaboração acadêmica. Estudantes, docentes e pesquisadores podem enviar contribuições em diversos formatos, como artigos científicos, crônicas, resenhas e notícias relacionadas aos temas de integridade e ética. Essa abertura visa transformar o periódico em um fórum vivo de discussão, onde a teoria acadêmica se encontra com a prática cotidiana das escolas públicas brasilienses.

Criado em 2019, o Programa NaMoral nasceu com a premissa de que a interrupção do ciclo da corrupção começa na base. Através de vivências que estimulam a autorresponsabilidade, jovens e crianças são levados a refletir sobre como suas escolhas individuais impactam o todo. A idealizadora do projeto, promotora de justiça Luciana Asper, enfatiza que o foco da iniciativa é tornar o que é “justo e virtuoso” uma prioridade nacional, construindo uma barreira preventiva contra desvios de conduta no futuro.

A isonomia do projeto é refletida em sua abrangência: o programa atende diversas Regiões Administrativas do DF, garantindo que estudantes de diferentes contextos sociais tenham acesso às mesmas ferramentas de desenvolvimento moral. Os dados apresentados na revista mostram que o engajamento das comunidades escolares tem crescido exponencialmente, transformando o NaMoral em uma política pública de referência no combate à corrupção e no fortalecimento dos pilares democráticos.

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O impacto social da publicação é visível no fortalecimento do vínculo entre a justiça e a comunidade escolar. Ao humanizar as figuras do Ministério Público e aproximar o ambiente jurídico da realidade dos alunos, a revista desmistifica processos e inspira confiança nas instituições. O acesso à versão digital permite que o conhecimento rompa as fronteiras do Distrito Federal, servindo de modelo para outros estados que buscam implementar programas semelhantes de integridade juvenil.

Com o encerramento de mais um ciclo, a Revista NaMoral reafirma seu papel como um “tesouro” para a edificação social. Mais do que uma simples prestação de contas, ela é um convite para que cada cidadão assuma seu papel na construção de uma nação mais honesta. A expectativa para o próximo semestre é de ampliação das parcerias e do volume de contribuições externas, fortalecendo ainda mais o ecossistema de educação para a cidadania no país.


*Com informações: MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios)

 

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Meio Ambiente

Autogestão e agroecologia redesenham o consumo no Brasil

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Empreendimentos coletivos e cooperativas de consumo mostram que a união entre produtores e consumidores é a chave para preços baixos e justiça ambiental

O modelo tradicional de consumo, que separa quem produz de quem compra, está sendo desafiado por uma onda de autogestão comunitária que ganha força no Brasil. Iniciativas como o supermercado participativo Gomo Coop, em São Paulo, e a usina solar da Coopaq, em Alagoas, provam que o equilíbrio ecológico e a economia no bolso não são metas excludentes. Ao eliminar intermediários e o desperdício gerado pela competição desenfreada, esses modelos criam um ciclo de benefício mútuo que protege tanto o ecossistema quanto o orçamento familiar.

A lógica é simples, mas revolucionária: em vez de esperar que o mercado dite preços baseados na escassez, produtores e consumidores se organizam em pactos colaborativos. Nesse formato, a demanda é planejada e a oferta é garantida, assegurando que o alimento chegue à mesa com valores muito mais acessíveis. O resultado é o que especialistas chamam de “ligação imediata”, onde o impacto ambiental é positivo justamente porque não há excesso de produção descartado nem exclusão de quem não pode pagar os preços inflacionados das prateleiras comuns.

Além da economia direta, esse movimento ataca um problema central das grandes metrópoles: a injustiça ambiental. Historicamente, os problemas ecológicos atingem primeiro — e com maior força — as populações marginalizadas pelo mercado competitivo. Ao fortalecer hortas comunitárias, como o Parque Ecológico na favela da Maré, no Rio de Janeiro, a autogestão devolve a essas comunidades o controle sobre sua segurança alimentar e sobre o território onde vivem, transformando áreas antes degradadas em polos de produção agroecológica.

{ “action”: “image_generation”, “action_input”: “A vibrant and inspiring photo of a community-run organic market in a Brazilian urban area. People of diverse backgrounds are smiling and interacting, choosing fresh vegetables from wooden crates. In the background, there is a small solar panel setup and a lush green garden. The atmosphere is sunny, professional, and full of community spirit, highlighting the connection between local production and sustainable consumption.” }

Sustentabilidade com benefícios individuais e coletivos

Diferente do que prega o senso comum, adotar práticas sustentáveis não significa sacrificar a individualidade ou o conforto. O conceito contemporâneo de sustentabilidade, inspirado na gestão responsável da pesca, mostra que respeitar os ciclos naturais é a única forma de garantir a continuidade da própria renda. Para o consumidor, participar de grupos de compras coletivas ou redes ecológicas significa acessar produtos de alta qualidade, livres de agrotóxicos, por uma fração do preço de mercado.

A experiência de famílias que migram para o consumo direto com feirantes orgânicos demonstra que a proximidade física e o compromisso recíproco são os pilares dessa nova economia. Quando o consumidor se torna corresponsável pelo que é produzido, ele deixa de ser um mero comprador passivo e passa a integrar uma junta comunitária. Esse modelo de “consultas recíprocas” fortalece o comércio local e cria uma rede de proteção contra as oscilações bruscas da economia globalizada.

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Portanto, o fomento a essas práticas deve ser uma prioridade não apenas de movimentos sociais, mas também de governos que busquem soluções reais para a crise climática e a desigualdade social. Ao adotar a Natureza como um “terceiro sócio” nos negócios, a sociedade brasileira caminha para um modelo onde a eficiência econômica serve à vida, e não o contrário. A agroecologia e a autogestão deixaram de ser utopias para se tornarem ferramentas práticas de sobrevivência e prosperidade em 2026.


Com informações: Julio Lopes / ECO

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