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Cultura

Tribo da Periferia e MP se unem no combate à violência contra a mulher

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A Tribo da Periferia lançará, às 11h sexta-feira (24/5), videoclipe de uma música em campanha de combate à violência contra a mulher

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) fez uma parceria com a Tribo da Periferia para campanha de combate à violência contra a mulher.

A Tribo da Periferia lançará, às 11h sexta-feira (24/5), videoclipe de uma música com objetivo de conscientizar a população sobre a necessidade de enfrentar esse crime. O produto audiovisual estará disponível no canal do YouTube da dupla.

A iniciativa da campanha “Violência contra a mulher não é normal – abra os olhos, sua atitude pode mudar o final” é da Comissão de Prevenção e Combate ao Feminicídio do MPDFT. A parceria com a Tribo da Periferia foi fechada por meio de um chamamento público.

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“A parceria é estratégica para atingir um público amplo e diverso, em especial a população jovem, promovendo a conscientização para o problema por meio da expressão artística”, disse a coordenadora da Comissão de Prevenção e Combate ao Feminicídio do MPDFT, promotora de Justiça Fabiana Costa.

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Fato Novo com informações e imagens: Metrópoles

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Brasil

Qual a origem do Dia de São João? Saiba mais sobre a história da Festa Junina

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Festividade religiosa da Península Ibérica chegou ao Brasil com a colonização e incorporou elementos da cultura popular

O Dia de São João, marcado pelas tradicionais festas juninas no próximo sábado (24), tem origem na religiosidade da Península Ibérica. Ao chegar no Brasil com a colonização portuguesa, diversos elementos da cultura popular, como as comidas típicas da colheita do milho nessa época do ano, passaram a fazer parte da celebração dos santos do mês de junho.

Segundo a Igreja Católica, São João é na verdade João Batista. O personagem bíblico é considerado pela crença o precursor de Jesus e o último dos profetas. João Batista anunciou a chegada de Jesus Cristo e o batizou nas águas do Rio Jordão. Sua mãe, Santa Isabel, e Maria Mãe de Jesus seriam primas.

A homenagem aos santos juninos começa com Santo Antônio, o santo casamenteiro, no dia 13 de junho. Depois, o nascimento de São João é celebrado pela liturgia no dia 24; e São Pedro, no dia 29 de junho, encerra o mês de festejos acompanhados por danças, fogueiras e culinária típica.

A fogueira de São João, um dos principais símbolos da festa junina, é acesa na noite do dia 23 de junho e preparada para queimar durante vários dias de festa. Na crença católica, a mãe de João Batista teria acendido uma fogueira no alto de uma montanha para avisar Maria sobre o nascimento de João.

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Outra origem da tradição junina é a pagã, ou seja, anterior ao cristianismo. As celebrações homenageavam deuses da natureza e da fertilidade.

A época da festividade teria relação com o solstício de verão, que ocorre em junho no hemisfério norte. Já no Brasil, com a chegada do solstício de inverno, a fogueira aquece e simboliza a união das pessoas ao seu redor.

Há registros anteriores à Idade Média de povos camponeses em volta de fogueiras para agradecer a boa colheita e pedir proteção contra maus espíritos. O costume de acender grandes fogueiras nessa época do ano teria sido incorporado pelo cristianismo nas festas juninas. Assim, a Igreja Católica passou a adotar um tipo de fogueira para cada santo popular, sendo a redonda de São João, quadrada de Santo Antônio, e a triangular de São Pedro.

Trazida de Portugal como “Festa Joanina”, em referência a João Batista, logo as festas juninas caíram no gosto popular, principalmente no Nordeste.  A cultura e o modo de vida do interior são protagonistas das festas de junho, que também é sinônimo de mesa farta.

Tanto é que Luiz Gonzaga eternizou na música “A Festa do Milho”, a importância do cultivo a tempo de festejar o São João com pamonha e canjica. “O sertanejo festeja / A grande festa do milho / Alegre igual a mamãe / De ver voltar o seu filho”, canta o Rei do Baião.

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Para além dos significados religiosos, a influência de diversas culturas e crenças faz da tradição das festas juninas uma das maiores manifestações folclóricas do país. No Nordeste, Campina Grande, na Paraíba, e Caruaru, em Pernambuco, rivalizam entre si o título de “maior São João do mundo”, e a data é considerada feriado.


Fato Novo com informações: Brasil de Fato

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Cultura

Museu Nacional da República recebe a 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível

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Sucesso de crítica e público, mostra ficará em exibição na cidade do dia 13 deste mês a 25 de agosto

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) e a Fundação Bienal de São Paulo levam para o Museu Nacional da República uma seleção especial da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível. A exposição faz parte do programa de mostras itinerantes, que alcança 14 cidades em 2024, sendo três no exterior. A capital federal vai sediar a sexta exposição realizada fora do Pavilhão da Bienal de São Paulo no Ibirapuera, contando com 13 participações artísticas.

A 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível explora as complexidades e urgências do mundo contemporâneo ao abordar transformações sociais, políticas e culturais. A curadoria busca tensionar os espaços entre o possível e o impossível, o visível e o invisível, o real e o imaginário, dando voz a diversas questões e perspectivas de maneira poética. A coreografia, entendida como um conjunto de movimentos centrados no corpo que desafia limites, considera diversas trajetórias e áreas de atuação, o que cria estratégias para enfrentar desafios institucionais e curatoriais. Com suas próprias relações, tempos e espaços, as coreografias do impossível oferecem uma experiência marcante aos visitantes.

Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, receber a 35ª Bienal de São Paulo no Museu Nacional da República representa um marco e um legado na ascensão da cultura do DF. “A Bienal de São Paulo é a maior exposição de artes visuais do hemisfério sul; e, para nós, é uma grande conquista trazer uma itinerância deste evento tão importante para o Museu Nacional da República, para a nossa cidade, que se firma cada vez mais como referência de arte contemporânea no Brasil. Na nossa gestão, todas as formas de cultura são valorizadas, seja as artes cênicas com a reforma do Teatro Nacional, seja as artes visuais com a parceria com a Fundação Bienal de São Paulo. A nossa missão é tornar o DF um polo cultural e um importante vetor na difusão da nossa cultura nacional”.

Presidente da Fundação Bienal de São Paulo, Andrea Pinheiro enfatiza a importância não apenas de levar as coreografias do impossível para um público mais amplo, mas também de fortalecer os laços entre as instituições culturais: “Ao trazer a Bienal de São Paulo para Brasília, um verdadeiro museu a céu aberto, não estamos apenas fortalecendo as instituições culturais brasileiras, mas também tornando a arte e a cultura acessíveis a públicos mais amplos. Ao superar barreiras geográficas, criamos oportunidades para que mais pessoas experimentem e participem do cenário artístico contemporâneo, enriquecendo ainda mais as narrativas culturais. A parceria com o Museu Nacional da República, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, não apenas facilita a troca de experiências entre públicos e instituições, mas também contribui para a construção de uma sociedade mais inclusiva e culturalmente vibrante”.

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A capital federal vai sediar a sexta exposição realizada fora do Pavilhão da Bienal de São Paulo no Ibirapuera, contando com 13 participações artísticas

Ações em equipe

Durante as itinerâncias, a Fundação Bienal de São Paulo, em conjunto com as instituições parceiras, realiza duas frentes de trabalho educativo que se complementam. São elas as ações de formação com as equipes de mediadores e educadores da cidade, e ações de difusão para o público interessado geral.

Em Brasília, a Fundação Bienal de São Paulo apresenta ações de difusão baseadas na publicação educativa da 35ª Bienal e projetos de artistas da mostra. As atividades incluem visitas mediadas e temáticas no Museu Nacional da República na quinta-feira (13, dia de abertura da exposição), às 19h; sexta (14), às 15h, e sábado (15), às 10h.

A exposição faz parte do programa de mostras itinerantes, que alcança 14 cidades em 2024, sendo três no exterior

A programação inclui, ainda, um encontro de lançamento do terceiro movimento da publicação educativa Da dança, da esquiva e de seus saberes: caminhadas e aprendizagens, na quinta-feira, às 9h. A publicação educativa das coreografias do impossível foi dividida em três movimentos diferentes – ou volumes – com conteúdos voltados para as ações de mediação e difusão. O terceiro movimento, preparado especialmente para o programa de mostras itinerantes, foi produzido com base nas práticas realizadas ao longo da exposição no pavilhão e é distribuído de forma gratuita para os participantes das ações, por ordem de chegada.

Essas iniciativas visam criar um ambiente de aprendizado colaborativo e dinâmico, proporcionando experiências enriquecedoras para professores, educadores, mediadores e interessados em arte. Com um foco na interação com o público e na disseminação da arte contemporânea, o programa busca fortalecer os laços entre instituições culturais e contribuir para uma sociedade mais inclusiva.

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Fato Novo com informações e imagens: SECULT / Agência Brasília

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CLDF

CLDF presta homenagem aos 38 anos dos Centros de Vivências Lúdicas

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A Câmara Legislativa realizou sessão solene na manhã desta sexta-feira (7) para celebrar os 38 anos dos Centros de Vivências Lúdicas da rede pública de ensino do Distrito Federal

Os Centros de Vivências Lúdicas são constituídos por oficinas pedagógicas para a formação continuada dos docentes da educação básica por meio de vivências lúdicas, jogos e outros recursos pedagógicos.

Autor da iniciativa da homenagem, o deputado Gabriel Magno (PT), que também é professor da rede pública, ressaltou a importância das oficinas pedagógicas para a educação do DF. “É um projeto de vanguarda de uma cidade que nasceu para ser modelo para o país na área de políticas públicas”, observou.

O deputado também se comprometeu a lutar para fortalecer as oficinas públicas por meio do orçamento público. “Estamos lutando para colocar as oficinas pedagógicas no orçamento. Política pública precisa de recursos e apoio. Nosso objetivo é garantir uma rubrica na lei orçamentária para financiar as oficinas pedagógicas”, afirmou.


Vários professores contaram suas experiências como alunos dos cursos das oficinas pedagógicas, como foi o caso de Juliana Gonçalves Dias da Costa. “Minha trajetória nas oficinas foi memorável. Pude me encantar com tantos cursos, como rodas de brincar, musicalização e contação de histórias”, relatou. A professora aposentada Aldanei Menegaz de Andrade também elogiou o trabalho realizado nos centros. “A oficina pedagógica representa um jeito novo de ensinar. É a busca por uma educação de qualidade, por ludicidade, por uma forma de transformar cidadãos para um mundo melhor”, disse.

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Representando a Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação, Luciana de Almeida Ribeiro contou como as oficinas foram importantes para a sua própria atuação profissional. “Sou professora há 27 anos e nas oficinas eu me constituí como contadora de histórias. Esse é um trabalho realizado por um grupo de pessoas encantadas nas 14 regionais de ensino com a missão de garantir que é possível aprender brincando”, ressaltou.

Falando em nome da Secretaria de Educação do DF, a subsecretária Maria das Graças de Paula Machado resumiu a essência das oficinas para os professores da rede pública de ensino: “a ludicidade das oficinas é o momento em que muitas vezes nós colocamos para fora aquilo que está guardado”.

A professora Simone Moura Gonçalves, da oficina pedagógica do Núcleo Bandeirante, também parabenizou os Centros de Vivências Lúdicas por seus 38 anos, mas aproveitou a oportunidade para defender mais recursos para o projeto. “A portaria que regulamenta as oficinas pedagógicas determina que haja pelo menos dois professores nas oficinas para cada 25 escolas, mas isso não é cumprido na integralidade. Além disso, os espaços das oficinas eram maiores e alguns vêm sendo reduzidos. Há lugares sem ventilação adequada, sem a estrutura que a formação precisa. Muitas vezes o espaço é utilizado para reuniões. Precisamos da garantia de um espaço adequado e voltado somente para esse trabalho”, cobrou.

Ao final da solenidade, foram conferidas moções de louvor para os profissionais responsáveis pelos Centros de Vivências Lúdicas.


Fato Novo com informações: Agência CLDF

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