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TV Cultura exibe ‘Cardcaptor Sakura’ e ‘Future Boy Conan’ a partir da próxima semana

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Animês farão parte do programa Antimatéria, com exibição nos fins de tarde da emissora

A distribuidora Artworks Entertainment confirmou a exibição de Cardcaptor Sakura na TV Cultura a partir do próximo dia 24 de fevereiro, como parte do programa Antimatéria — como você viu aqui, chamadas estão em exibição na programação do canal há alguns dias.

Mas não é só o retorno da caçadora de cartas à TV aberta que teremos no programa. O bloco, que será exibido às 18h30, também contará com a estreia de Future Boy Conan, clássico de Hayao Miyazaki inédito por aqui. Esse vai ao ar no próximo dia 27.

Ambos serão exibidos dublados em português, e o rodízio funcionará assim:

  • Segundas, terças e quartas: um episódio de Cardcaptor Sakura
  • Quintas e sextas: um episódio de Future Boy Conan

Como já previsto, ambas as séries também estarão disponíveis gratuitamente no YouTube pelo canal NAISU (pertencente à Artworks). Os episódios de Sakura chegam às 11h do dia 24, enquanto Conan chega no mesmo horário do dia 27.

Cardcaptor Sakura

Criado pelo grupo CLAMP, o mangá de Cardcaptor Sakura foi publicado de 1996 a 2000 na revista Nakayoshi, reunindo 12 volumes. A adaptação animada produzida pelo estúdio Madhouse (o mesmo de Death Note), entre 1998 e 2000, narra em 70 episódios as aventuras da pequena Sakura Kinomoto, uma estudante do ensino fundamental que libera sem querer dezenas de cartas mágicas de dentro de um livro. Com ajuda do antigo guardião dessas cartas, Kero, Sakura descobre poderes mágicos para recuperar cada uma delas e evitar que algo terrível aconteça.

Com o título de Sakura Card Captors, o animê foi exibido no Brasil a partir de novembro de 2000 pelo Cartoon Network, e em seguida pela Globo. O mangá foi a entrada da editora JBC nesse segmento, quando foi publicado por aqui em 2001 no formato “meio-tanko”, ganhando anos depois uma nova edição seguindo a numeração japonesa.

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Em 2020, a Artworks assumiu a distribuição da série animada, resgatando a dublagem original e completando algumas lacunas — músicas de abertura e encerramento, inéditas em português, ganharam versões em nosso idioma. Com o título original de Cardcaptor Sakura, o animê foi transmitido nessa “nova montagem” pelo canal Loading.

Um café temático oficial da série estava previsto para ser inaugurado em São Paulo no último dia 14, mas teve de ser adiado.

Future Boy Conan

Dirigido pelo renomado Hayao Miyazaki, antes do surgimento do Studio Ghibli, Future Boy Conan (Mirai Shonen Conan) traz uma história que começa em julho de 2008 (que era futuro na época da produção), quando a humanidade corre risco de ser extinta. Uma guerra com armas de alta tecnologia resulta em uma série de desastres naturais. Algumas pessoas tentaram fugir para o espaço, mas falharam. Uma das naves cai em uma ilha, com sobreviventes — e, dentre eles, nasce um jovem chamado Conan. Após muitos anos, apenas Conan e seu avô ficam na ilha, e uma aventura começa quando ele conhece uma jovem chamada Lana.

O animê de 26 episódios foi exibido em 1978 na TV japonesa, com produção pelo estúdio Nippon Animation. Dublada pelo próprio estúdio da Artworks, o Artworks Digital Studio, a série teve uma prémiere no Brasil em julho de 2023, quando o primeiro episódio foi exibido para os visitantes do Anime Friends. No elenco da versão brasileira, Enzo Dannemann (Shiro em Tengoku Daimakyo) atua como Conan, e Ana Helena de Freitas (Fuku em Demon Slayer) interpreta Lana.


Fonte: Comunicado de imprensa / Equipe JBox

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A Bíblia do Mangá: Obra de Helen McCarthy ganha edição brasileira inédita

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Obra de referência da renomada pesquisadora britânica chega ao Brasil antes mesmo do lançamento no Reino Unido, trazendo um panorama completo da arte sequencial japonesa

O mercado editorial brasileiro de cultura pop recebe um reforço acadêmico de peso com o lançamento de A Bíblia do Mangá (The Manga Bible), de autoria de Helen McCarthy. Publicada pela editora Belas Letras, a obra é considerada o guia definitivo para compreender a evolução dos quadrinhos japoneses, desde suas raízes históricas no século XII até a consolidação como um fenômeno cultural global no século XXI.

O lançamento no Brasil ocorre de forma privilegiada, uma vez que a edição nacional chega às livrarias no fim de outubro de 2025, meses antes do lançamento oficial no Reino Unido, país de origem da autora, previsto apenas para março de 2026. A pré-venda já foi iniciada em grandes plataformas de e-commerce, com o livro apresentando um acabamento diferenciado que inclui 320 páginas e detalhes estéticos como bordas coloridas.

Pioneira no estudo de animes e mangás no Ocidente

Helen McCarthy não é apenas uma escritora, mas uma historiadora laureada com os prêmios Eisner e Harvey, as maiores honrarias da indústria de quadrinhos mundial. Sua trajetória começou na década de 1990, quando fundou a revista Anime UK, tornando-se uma das primeiras vozes a analisar seriamente a animação e os quadrinhos orientais no mercado de língua inglesa.

Sua contribuição anterior para o mercado brasileiro incluiu o aclamado livro A Arte de Osamu Tezuka: Deus do Mangá, lançado pela editora Mythos em 2013, mas que atualmente se encontra fora de catálogo. Com o novo lançamento, McCarthy retorna às estantes brasileiras com uma pesquisa ainda mais abrangente, consolidando seu papel como uma das principais autoridades no estudo da cultura pop japonesa.

 

imagem: capa da Bíblia do Mangá

 

Imagem: Divulgação/Belas Letras

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Análise de gêneros, contextos políticos e perfis de artistas

A Bíblia do Mangá propõe uma imersão profunda na anatomia dessa forma de arte. O livro não se limita a listar títulos populares, mas mergulha nos contextos culturais que moldaram as histórias ao longo das décadas. A obra explora como eventos históricos, como a Segunda Guerra Mundial, e avanços tecnológicos influenciaram a narrativa e a estética visual japonesa.

A estrutura do livro inclui:

  • Mapeamento de Gêneros: Do romance clássico (shojo) ao horror, ficção científica e estilos menos convencionais.

  • Perfis Biográficos: Mais de 70 perfis detalhados de artistas icônicos, incluindo Akira Toriyama (Dragon Ball), Hideko Mizuno e, claro, Osamu Tezuka.

  • Transformações Sociais: Como o mangá reflete discussões sobre gênero, política e a identidade do Japão moderno.

Edição de luxo para colecionadores e pesquisadores

A edição da Belas Letras apresenta dimensões de 16 x 20 cm, ideal para livros de consulta técnica, com uma espessura de 3 cm. O design visual, segundo informações preliminares, aposta em uma estética moderna que dialoga com o público fã de mangás, mantendo o rigor acadêmico necessário para estudantes de artes e comunicação.

Com preço inicial de R$ 139,90, o livro se posiciona como um item de coleção e uma ferramenta de estudo essencial para bibliotecas e centros culturais. A obra chega em um momento de forte expansão do consumo de quadrinhos japoneses no Brasil, ajudando a preencher uma lacuna de bibliografia teórica sobre o assunto no idioma português.

Sinopse pela Belas Letras:

Bíblia do Mangá é o guia definitivo sobre o mangá, levando você desde suas origens no Japão do século XII até o fenômeno global do século XXI que ele se tornou.

Seja você um superfã de mangá ou um novato nesse mundo mágico, este é o guia definitivo sobre essa forma de arte. A historiadora especializada em mangá Helen McCarthy aborda todos os gêneros, histórias e artistas icônicos, além de apresentar uma série de criadores e personagens menos conhecidos, contando a fascinante história dessa sensação internacional.

Explora os principais gêneros, tipos e estilos de mangá ― do romance à ficção científica, do terror e além.

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Analisa os contextos culturais e as transformações do mangá em relação à guerra, política, gênero e tecnologia.

Apresenta mais de 70 perfis, incluindo Akira Toriyama, Baron Yoshimoto, Hideko Mizuno e o “Deus do Mangá”, Osamu Tezuka.


Com informações: JBOX, Blog BBM, Amazon

 

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Beast of Reincarnation: Game Freak revela gameplay e data para 2026

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Conhecida por Pokémon, a desenvolvedora surpreende com um RPG de ação sombrio e pós-apocalíptico; título chega ao Game Pass no lançamento

A Game Freak aproveitou o palco do Xbox Developer_Direct 2026, realizado em 22 de janeiro, para detalhar o ambicioso Beast of Reincarnation (anteriormente conhecido pelo codinome Project Bloom). O jogo, que marca uma mudança drástica no estilo visual tradicional do estúdio, teve seu lançamento confirmado para o terceiro trimestre de 2026 (verão no hemisfério norte) para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC.

Ambientado em um Japão futurista no ano de 4026, o mundo foi devastado pelo “Blight” (Fuligem), um parasita vegetal que transformou a fauna em monstros híbridos chamados Malefacts. A protagonista, Emma, é uma “Seladora” que possui o poder de manipular plantas, mas vive isolada por ser temida pela sociedade. Ela é acompanhada por Koo, um cachorro que é, ironicamente, um Malefact, mas que se torna seu maior aliado na busca pela origem da corrupção.

Inovação no Combate: O Sistema “Tempo”

O jogo foi descrito como um “RPG de ação para uma pessoa e um cachorro”, introduzindo uma mecânica híbrida que mistura agilidade e estratégia:

  • Ação com Emma: Os jogadores controlam Emma em combates de ritmo acelerado no estilo hack-and-slash, utilizando katanas e esquivas precisas.

  • Comandos para Koo: Ao realizar aparagens (parries) com sucesso, o jogador acumula pontos que podem ser usados para ativar habilidades especiais de Koo através de um menu de comandos.

  • Câmera Lenta Tática: Ao abrir o menu de Koo, o tempo desacelera significativamente, permitindo que o jogador planeje combos estratégicos sem perder o controle da ação.

  • Dificuldade: O título contará com três modos: Story Mode (janela de contra-ataque maior), Normal e Hard (focado em mecânicas estilo Soulslike).

Desenvolvimento e Curiosidades

  • Primeiro AAA Mult plataforma: Este é o primeiro jogo de grande orçamento da Game Freak a ser lançado simultaneamente para PlayStation, Xbox e PC, fora do ecossistema Nintendo.

  • Parceria: O jogo é publicado pela Fictions (em colaboração com a Private Division) e desenvolvido na Unreal Engine 5.

  • Equipe de Elite: A direção é de Kota Furushima, veterano da franquia Pokémon, que afirmou que o foco do projeto é a “experiência de jogabilidade” acima da mera fidelidade gráfica, embora os trailers tenham impressionado pela qualidade técnica.

  • Misteriosa Regra: Uma das frases marcantes do trailer é: “Nunca olhe para o céu”, sugerindo um segredo cósmico que paira sobre o Japão devastado.

Resumo do Lançamento

Categoria Detalhes
Data de Lançamento Q3 de 2026 (Julho-Setembro)
Plataformas PS5, Xbox Series X|S, PC (Windows/Steam)
Distribuição Xbox Game Pass (Day One) e Xbox Play Anywhere
Gênero RPG de Ação / Ficção Científica Pós-Apocalíptica
Desenvolvedora Game Freak


Com informações: JBOX, Fictions, Xbox Wire, IGN e Game Informer

 

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Você Só Precisa Matar: Animação chega aos cinemas do Brasil em fevereiro

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Adaptação fiel da obra que inspirou “No Limite do Amanhã” estreia no dia 12 de fevereiro, com distribuição da Paris Filmes.

A ficção científica japonesa está prestes a ganhar uma releitura impactante nas telonas brasileiras. A Paris Filmes confirmou o lançamento de “Você Só Precisa Matar” (All You Need is Kill) para o dia 12 de fevereiro de 2026. O longa é a mais recente adaptação animada do livro de Hiroshi Sakurazaka — obra que serviu de base para o blockbuster hollywoodiano No Limite do Amanhã (2014), estrelado por Tom Cruise.

Diferente da versão americana, o anime promete uma abordagem mais próxima da estética e do tom psicológico do mangá e da light novel originais. Produzido pelo aclamado STUDIO 4ºC (Tekkonkinkreet, Children of the Sea), o filme foca na perspectiva de Rita Vrataski, a jovem voluntária que se vê presa em um paradoxo temporal implacável após morrer em combate contra invasores alienígenas conhecidos como “Mímicos”.

O Ciclo de Rita e Keiji: Sinopse e Diferenças

No enredo, a humanidade enfrenta a extinção após o surgimento da flor alienígena “Darol” no Japão. Rita, ao morrer, desperta sempre no início do mesmo dia fatídico. Nessa repetição incessante, ela encontra Keiji Kiriya, outro soldado preso no mesmo loop.

  • Perspectiva: Enquanto o filme de 2014 focava no personagem de Tom Cruise (Major William Cage), a animação coloca Rita como o eixo central da narrativa.

  • Fidelidade Visual: O design de personagens e o clima sombrio do anime bebem diretamente das ilustrações originais de Yoshitoshi Abe e do mangá de Takeshi Obata (Death Note).

Mídia Relacionada: O Legado de All You Need Is Kill

A obra de Hiroshi Sakurazaka já passou por diversas mídias, cada uma com sua própria interpretação do final da guerra contra os Mímicos.

imagem: pôster de Você só precisa matar

Imagem: Divulgação/Paris Filmes

imagem: pôster de Você só precisa matar

Imagem: Divulgação/Paris Filmes

imagem: pôster de Você só precisa matar

Imagem: Divulgação/Paris Filmes

Guia Rápido para os Fãs no Brasil

Formato Detalhes da Obra Editora/Distribuidora
Animação (2026) Estreia em 12/02 nos cinemas Paris Filmes
Mangá 2 volumes ou Volume Único Editora JBC
Filme Live-Action Intitulado “No Limite do Amanhã” Warner Bros.
Light Novel Obra original (2004) Inédita em formato físico no BR

Onde assistir em Brasília

Com a estreia marcada para 12 de fevereiro, os principais complexos de cinema do Distrito Federal (como Cinemark, Kinoplex e Cinépolis) devem abrir a pré-venda de ingressos na semana anterior ao lançamento. A Paris Filmes confirmou que o longa terá versões dubladas e legendadas em português.

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Com informações: JBOX e Paris Filmes (YouTube), (Instagram)

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