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Vacinação contra dengue volta a focar público de 10 a 14 anos

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Vacinação contra dengue volta a focar público de 10 a 14 anos

Menos de um terço das crianças e adolescentes dessa faixa etária recebeu a primeira dose do imunizante na rede pública de saúde do Distrito Federal

A campanha de vacinação contra a dengue no Distrito Federal voltou a ser exclusiva para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. Mais de 12 mil doses foram recebidas na última semana e, seguindo a orientação do Ministério da Saúde (MS), o foco é ampliar a proteção nessa faixa etária. Na capital do país, menos de um terço desse público se vacinou.

A vacinação contra a dengue na rede pública do Distrito Federal volta a ser exclusiva para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) iniciou a campanha de vacinação em 9 de fevereiro, inicialmente voltada para crianças e adolescentes entre 10 e 11 anos; e foi ampliada em 5 de março para o público de 12, 13 e 14 anos de idade. Até 13 de abril, pouco mais de 54 mil doses foram aplicadas, o que representa cerca de 30% do público-alvo. Entre os meninos e as meninas de 10 anos, o índice chegou a 47,4%. Já entre os jovens de 14 anos, 19,2% receberam a primeira dose.

“Estamos com salas de vacina abastecidas e convidamos as famílias a levarem suas crianças e adolescentes de 10 a 14 anos para se protegerem contra a dengue”. Lucilene Florêncio, secretária de Saúde do DF

São mais de 80 locais de atendimento de segunda a sexta-feira, além de ações realizadas aos fins de semana. “Estamos com salas de vacina abastecidas e convidamos as famílias a levarem suas crianças e adolescentes de 10 a 14 anos para se protegerem contra a dengue”, chama a secretária de Saúde do DF, Lucilene Florêncio.

De acordo com o MS, o foco no público de 10 a 14 anos é explicado por números. Entre 2019 e 2023, esta foi a faixa etária da maioria das pessoas que precisaram ser hospitalizadas por conta da dengue no Brasil. Com a vacina, a expectativa é alcançar uma eficácia geral de 80,2%, seguindo os dados obtidos em laboratório. Já a eficácia contra hospitalização deve chegar a 90,4%.

“Nosso papel é realizar a distribuição eficaz dos imunizantes enviados pelo ministério e disponibilizá-los nas salas de vacina, conforme as orientações”. Tereza Luiza Pereira, gerente da Rede de Frio Central da SES-DF

Novos públicos

De acordo com a gerente da Rede de Frio Central da Secretaria de Saúde (SES-DF), Tereza Luiza Pereira, a aplicação das vacinas no público de 6 a 16 anos, realizada na semana passada, foi uma orientação do próprio MS por conta do vencimento de um lote de doses, que ocorreria em 30 de abril. “O DF segue as normativas do Programa Nacional de Imunizações [PNI]. Nosso papel é realizar a distribuição eficaz dos imunizantes enviados pelo ministério e disponibilizá-los nas salas de vacina, conforme as orientações”, explica.

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O novo lote de 12 mil doses tem vencimento em 2025, portanto, não há mais a preocupação imediata com a perda das vacinas. Uma ampliação do público-alvo depende de nova orientação do MS, por meio do PNI.

A Secretaria de Saúde recebeu um novo lote com 12 mil vacinas contra a dengue; os imunizantes para a aplicação da segunda dose ainda serão entregues | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Segunda dose

O DF aguarda ainda o envio dos imunizantes para a aplicação da segunda dose, marcada para ocorrer 90 dias após a primeira. Quem se vacinou em 9 de fevereiro, por exemplo, precisará retornar a um local de atendimento a partir de 9 de maio.

Apenas o público de 6 a 9 anos e de 15 e 16 anos que tiverem se vacinado contra a dengue na quinta (18) e sexta (19) deste mês terão direito a receber a segunda dose nas unidades da SES-DF, após o intervalo de 90 dias.

Orientações

Caso a criança ou o adolescente tenha tido diagnóstico de dengue, é necessário aguardar seis meses para iniciar o esquema vacinal. Se houver contaminação por dengue após a primeira dose, deve-se manter a data prevista para a segunda vacina, desde que seja respeitado o intervalo de 30 dias entre esta e a infecção.

*Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

 

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Distrito Federal

Rede pública de saúde do DF aumenta número de leitos pediátricos e de ambulâncias

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Estão sendo investidos R$ 17,8 milhões na compra de 62 veículos novos, que devem começar a rodar em 90 dias; um edital será publicado para reforçar a equipe de pediatria nas UPAs e HRSM

O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou, durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira (23) no Palácio do Buriti, medidas importantes para garantir atendimento pediátrico nos hospitais e unidades de saúde do DF. Na ocasião, o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, e o diretor-presidente do Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (IgesDF), Juracy Lacerda, também apresentaram o balanço dos avanços na área, que teve a aplicação de R$ 48,4 bilhões desde 2019.

A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, o secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, e o presidente do IgesDF, Juracy Lacerda, em entrevista coletiva nesta quinta (23), no Palácio do Buriti | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília


“O número, por si só, já mostra que o governo vem enfrentando essa questão. Em 2019, foram R$ 7 bilhões investidos na saúde; em 2023, foram R$ 12 bilhões. Um total de mais de R$ 48 bilhões investidos na saúde no período. Isso é uma demonstração de que o governo está trabalhando para enfrentar quaisquer desafios na saúde pública do DF”, destacou o secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha.


“O Distrito Federal teve aumento, de 2022 até hoje, de mais de 100 leitos de UTI. São leitos extremamente importantes dentro de uma cadeia de cuidado. Hoje, nós temos 117 leitos pediátricos, 98 leitos de UTI neonatal e 293 para adultos” disse Lucilene Florêncio, secretária de Saúde

Durante a coletiva, o GDF anunciou que vai adquirir mais 62 ambulâncias médicas, com investimento de R$ 17,8 milhões, e contratar médicos pediatras para atendimento nas unidades de pronto atendimento (UPAs) e no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Além disso, nesta semana foi assinado o contrato para prestação de serviço de 150 médicos anestesiologistas. Nos últimos dois anos, 175 leitos de UTI foram abertos, sendo 51 pediátricos e neonatais.

“O Distrito Federal teve aumento, de 2022 até hoje, de mais de 100 leitos de UTI. São leitos extremamente importantes dentro de uma cadeia de cuidado. Hoje, nós temos 117 leitos pediátricos, 98 leitos de UTI neonatal e 293 para adultos”, detalhou a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio.

O GDF segue trabalhando para que essa quantidade aumente ainda mais. Para isso, as equipes da Secretaria de Saúde do DF (SES) estão construindo um anexo no Hospital Regional de Planaltina (HRP) que terá leitos de enfermaria, clínica médica, UTI e pediatria, além de serviço de diálise. As obras por lá estão na reta final, e a previsão é de que a unidade seja inaugurada nos próximos meses.

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“Vivenciamos um período de coincidência da sazonalidade das doenças respiratórias com a dengue. O período desse vírus respiratório deixou o estado de saúde das crianças, de modo geral, mais agravado”, afirmou o diretor-presidente do Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (IgesDF), Juracy Lacerda, em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (23).

A rede pública de saúde conta com 603 médicos pediatras, dos quais 55 são lotados para atender a demanda nas UPAs, e outros 64 somente no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib)

No âmbito do instituto, ainda em fase de implementação, a equipe técnica testa uma central de comando para analisar cada caso. “Constituímos uma sala de comando no Hospital de Base, onde vamos fazer o matriciamento [processo de atendimento em saúde] desses pacientes, ou seja, esse espaço vai analisar qual a ordem de prioridade de atendimento”, anunciou Lacerda.

Para os pacientes que estiverem em tratamento nas unidades de saúde administradas pela SES, a orientação é que a comunicação seja cada vez mais humanizada. Os protocolos de atendimento estão passando por uma reformulação, e os profissionais farão treinamento para implementar o trato humanizado e sensível que cada caso exige.

Profissionais e contratações

Além do atendimento pediátrico disponível em nove hospitais públicos do DF, que dispõem de 548 pediatras, as famílias do DF podem recorrer às UPAs. No último ano, o serviço pediátrico foi ampliado e a população conta com atendimento para este público nas UPAs de São Sebastião, Recanto das Emas e Ceilândia, onde atuam outros 55 médicos para acolhimento pediátrico.

No âmbito do IgesDF, em 2023, foram 144 candidatos aprovados nos processos seletivos, tendo sido admitidos 95 – um aproveitamento de 65,97%. Além disso, haverá uma nova contratação de pediatras. A previsão é que o edital seja publicado na primeira semana de junho. Já para o ano que vem, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 prevê a contratação de mais de oito mil profissionais da saúde, entre mil médicos, 2 mil técnicos de enfermagem, 1,3 mil agentes de saúde e outros 3,8 mil para a área de gestão em saúde.

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Entre 2019 e 2024, o GDF entregou aos brasilienses 12 novas unidades básicas de saúde. Além disso, mais dez UBSs foram reformadas

Só entre 2020 e 2023, foram nomeados mais de cinco mil profissionais da saúde – técnicos, dentistas, enfermeiros e médicos – para compor o quadro da rede. Desde o fim do ano passado, foram convocados mais de 110 pediatras, que se juntaram aos profissionais desta área que já atuam na SES.

Em maio deste ano, a SES fez a terceira convocação para a contratação temporária e formação de cadastro de profissionais da carreira de gestão e assistência pública à saúde. Foram convocados seis médicos generalistas, dois condutores de ambulância e dez padioleiros.

Atendimentos

A porta de entrada de qualquer atendimento na rede pública são as unidades básicas de saúde (UBSs). Após avaliação, os pacientes podem ser encaminhados para unidades de pronto atendimento e hospitais de referência para urgência e emergência. Em casos pediátricos, o atendimento será prestado nas UPAs de Ceilândia, Recanto das Emas, São Sebastião e nos hospitais regionais de Brazlândia, Ceilândia, Guará, Região Leste (Paranoá), Sobradinho, Planaltina, Santa Maria e Taguatinga, além do Hmib.

O diretor-presidente do Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (IgesDF), Juracy Lacerda, disse que uma sala de comando no Hospital de Base vai analisar a ordem de prioridade de atendimentos

A rede pública de saúde conta com 603 médicos pediatras, dos quais 55 são lotados para atender a demanda nas UPAs, e outros 64 somente no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). Além disso, outros profissionais de saúde atuam no acolhimento aos pacientes. São 4.109 enfermeiros, dos quais 224 atuam no Hmib, e 8.740 técnicos de enfermagem, sendo 565 também no Hmib.

Na UPA de Ceilândia, o atendimento pediátrico ocorre de forma ininterrupta. Três pediatras ficam de plantão no período do dia e dois à noite. Já em São Sebastião e no Recanto das Emas, são dois no período diurno e dois no noturno. Todos os colaboradores são servidores efetivos.

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Para os próximos anos, o governo vai investir mais R$ 406 milhões nos hospitais Oncológico Doutor Jofran Frejat – localizado no Setor de Áreas Isoladas Norte (SAIN), a primeira unidade especializada do DF -, Regional do Recanto das Emas (HRE) e Clínico Ortopédico do Guará (HCO)

Em 2024, somente o Hmib somou mais de 42,3 mil atendimentos nos três primeiros meses do ano. No mesmo período de 2023, foram 32,2 mil pessoas assistidas na emergência do hospital.

De acordo com a secretária Lucilene Florêncio, uma das razões da sobrecarga em algumas unidades de saúde é o aumento nos atendimentos à população do Entorno: “Dos 34 municípios que temos no Entorno, apenas três fazem partos. Isso sobrecarrega nossa rede. Por isso, aumentamos 15 leitos de pediatria no HRSM, exatamente para atender a demanda dessas pessoas e da população do DF”.

Ambulâncias

A frota de suporte básico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) é composta por 45 ambulâncias, das quais 30 precisam estar em atividade, segundo normas definidas pelo Ministério da Saúde. Atualmente, 70% delas estão em circulação.

Para este ano, o investimento de R$ 17,8 milhões prevê a aquisição de mais 62 ambulâncias. A previsão é que os veículos sejam entregues em até 90 dias.

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Histórico

Nos últimos cinco anos, o Executivo local destinou mais de R$ 48,4 bilhões para ampliar o acesso da população aos serviços públicos em saúde. Esses recursos foram usados na construção e reforma de hospitais, UPAs e UBSs, aquisição de equipamentos, contratação de profissionais – temporários e servidores efetivos –, cirurgias e enfrentamento da pandemia de covid-19.

Entre 2019 e 2024, o GDF entregou aos brasilienses 12 novas unidades básicas de saúde. Foram investidos R$ 164,4 milhões para construir as estruturas nas áreas da Fercal (UBS 3 – Lobeiral), de Planaltina (UBS 20 e UBS 8 – Vale do Amanhecer), de Samambaia (UBS 11), do Recanto das Emas (UBS 5), do Jardins Mangueiral (UBS 1), do Riacho Fundo II (UBS 5), do Paranoá Parque (UBS 3), de Sobradinho II (UBS 7 – Buritizinho), de Ceilândia (UBS 15), do Gama (UBS 7) e a segunda unidade de Santa Maria (UBS 6).

Além disso, mais dez UBSs foram reformadas. Com investimento total de R$ 38,5 milhões, as obras passaram pelas UBSs 20 (Planaltina), 11 (Samambaia), 5 (Recanto das Emas), 1 (Jardins Mangueiral), 5 (Riacho Fundo II), 3 (Paranoá Parque), 7 (Buritizinho), 8 (Planaltina), 15 (Ceilândia) e 7 (Gama).

O maior investimento em estruturas foi na atenção terciária. Foram mais de R$ 74,4 milhões em três hospitais de campanha – no Autódromo de Brasília (Plano Piloto), no Bezerrão (Gama) e na Escola Anísio Teixeira (Ceilândia) –, dois acoplados, nos hospitais de Samambaia e de Ceilândia, além do Hospital Cidade do Sol, utilizado como retaguarda das UPAs. Todos foram construídos para o enfrentamento da pandemia de covid-19. Para os próximos anos, o governo vai investir mais R$ 406 milhões nos hospitais Oncológico Doutor Jofran Frejat – localizado no Setor de Áreas Isoladas Norte (SAIN), a primeira unidade especializada do DF -, Regional do Recanto das Emas (HRE) e Clínico Ortopédico do Guará (HCO).

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Fato Novo com informações e imagens: Agência Brasília

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Distrito Federal

BRB inaugura nova agência no Iate Clube de Brasília

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Inauguração faz parte do plano de expansão do banco, que prevê a abertura de novas agências em 2024, tanto no DF quanto em outras unidades da Federação

Reforçando sua presença em Brasília, o BRB entrega mais uma agência à capital federal. Nesta quinta-feira (23), foi inaugurada uma nova unidade no Iate Clube de Brasília, que será responsável pelo atendimento dos mais de 4,3 mil sócios do clube, além de quase 12 mil dependentes.

Nova agência segue novo modelo de atendimento de varejo do BRB, com integração das experiências física e digital | Foto: Divulgação/ BRB

A agência está inserida no novo modelo de atendimento de varejo do BRB, que proporciona integração das experiências física e digital, com o design inovador que já rendeu ao banco o reconhecimento internacional com o Muse Design Awards em 2022.

“A partir dessa parceria com o Iate, um clube de referência em Brasília, o BRB irá proporcionar a melhor experiência bancária para a família iatista. Vamos levar o jeito BRB de atender para os novos clientes”, afirma o presidente do banco, Paulo Henrique Costa.

A inauguração faz parte do plano de expansão do BRB, que prevê a abertura, ainda em 2024, de novas agências no Distrito Federal e em outras unidades da Federação.

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Esporte

Atleta apoiada por programa do GDF é classificada para as Paralimpíadas de Paris

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Daniele Souza, do COP de Samambaia, será a primeira mulher brasileira da modalidade do parabadminton a participar dessa competição

A Secretaria de Esporte e Lazer do DF (SEL) segue com o compromisso de apoiar os atletas da cidade. O trabalho desenvolvido nos centros olímpicos e paralímpicos (COPs) é um exemplo: apoiada por programas da secretaria, a atleta do COP Samambaia Daniele Souza, 31, foi classificada nas Paralimpíadas de Paris deste ano. A atleta é a primeira mulher brasileira da modalidade do parabadminton a participar de uma paralimpíada.

Daniele Souza: “A ficha ainda não caiu, mas vou dar o meu melhor”

O processo de classificação para as Paralimpíadas de 2024 levou Daniele a buscar inicialmente a vaga na dupla feminina, mas a classificação foi alcançada na categoria simples. Ela iniciou no esporte em 2012. Treinando no COP Samambaia e no COP da Estrutural, ela também obteve destaque no Parapan de Santiago (Chile) 2023, onde se sagrou campeã na categoria simples WH1.


“O apoio da secretaria é de suma importância”, afirma Daniele. “Com a Bolsa Atleta e o programa Compete Brasília, temos conseguido prosseguir em nossa jornada. Os centros olímpicos e paralímpicos fazem um trabalho incrível.”


“Daniele é um exemplo de superação e determinação. Seu sucesso é um reflexo do trabalho e dedicação que vemos nos nossos centros olímpicos e paralímpicos”, afirma Renato Junqueira, secretário de Esporte e Lazer

Desde sua primeira convocação para a seleção brasileira em 2016, Daniele, que sempre teve incentivo de sua mãe, tem se dedicado intensamente ao parabadminton. “Eu amo o que faço, e o que mais me motiva a seguir é lembrar de tudo que passei e vivi, e ver onde estou hoje”, conta. “Deus é o meu alicerce, ele que me sustenta e me dá forças para seguir”.

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Determinação

O secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, comemora o bom desempenho de Daniele e o trabalho desenvolvido pela pasta nos COPs: “Daniele é um exemplo de superação e determinação. Seu sucesso é um reflexo do trabalho e dedicação que vemos nos nossos centros olímpicos e paralímpicos. Estamos extremamente orgulhosos de tê-la como representante de Brasília em Paris”.

Para as Paralimpíadas deste ano, a atleta segue firme nos treinos. “A ficha ainda não caiu, mas vou dar o meu melhor”, anuncia. “O trabalho será pesado, e preciso fazer aprimoramento de algumas coisas. Agora é dedicação dobrada”.

“O esporte mudou a minha vida”, fiz. “Graças a ele, sou independente. Ele me fez ver que o limite não existe quando se tem força de vontade. O esporte é vida, tanto na vida pessoal quanto na profissional. Surgirão obstáculos, mas com fé e determinação, tudo é possível”.

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Fato Novo com informações e imagens: Agência Brasília

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