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Os destinos brasileiros recomendados pelo governo federal para o inverno de 2025

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Ministério do Turismo lista melhores destinos para curtir um friozinho neste inverno

O inverno chega e, com ele, aquele friozinho gostoso, a vontade de encontrar um recanto, um verdadeiro convite ao aconchego. É a estação que faz as pessoas tirarem os casacos de frio dos armários em busca da melhor temperatura durante o passeio. As noites mais longas e frescas são um chamado para explorar destinos especiais, onde o clima ameno se torna o cenário perfeito para novas memórias, seja em uma serra com cheiro de pinhão ou em um vilarejo com o calor de uma lareira.

Para quem aprecia um clima mais ameno e aconchegante, o inverno no Brasil oferece uma diversidade de destinos que vão muito além das tradicionais cidades da Serra Gaúcha. A lista de destinos tem de serras com geadas no Sul a noites frescas em meio à Chapada Diamantina, no Nordeste. Há opções para todos os gostos e em todas as regiões do país, até mesmo para quem quer fugir do frio.

Região Sul

O Sul do Brasil é o destino mais procurado para quem deseja curtir o clima mais frio, com paisagens que remetem à Europa, gastronomia farta e até mesmo a possibilidade de neve.

  • Gramado e Canela (RS): Vizinhas e encantadoras, são o ‘carro-chefe’ do inverno brasileiro. Com arquitetura de inspiração alemã e italiana, as cidades oferecem restaurantes de fondue, chocolaterias e vinícolas. As temperaturas podem ficar próximas de 0°C. Além do charme das ruas floridas, do Lago Negro e da Catedral de Pedra, a região conta com o parque Snowland, que garante neve o ano todo.
  • Bento Gonçalves (RS): Conhecida como a capital brasileira do vinho, a cidade e o Vale dos Vinhedos se transformam em um cenário bucólico no inverno. O frio é um convite para degustar vinhos premiados e a farta gastronomia italiana da região.
  • São Joaquim e Urubici (SC): Para os que buscam o frio mais intenso do Brasil, a Serra Catarinense é o lugar. Cidades como São Joaquim, Urupema e Urubici frequentemente registram as temperaturas mais baixas do país, com geadas e até neve, cobrindo de branco os impressionantes cânions, como o da Serra do Rio do Rastro, e as araucárias.
Região Sudeste

As serras da Região Sudeste oferecem um clima ameno e charmoso, com vilarejos aconchegantes, alta gastronomia e montanhas românticas com paisagens de tirar o fôlego.

  • Campos do Jordão (SP): Apelidada de “Suíça Brasileira”, a cidade na Serra da Mantiqueira ferve na alta temporada com seu Festival de Inverno, restaurantes sofisticados e arquitetura europeia.
  • Monte Verde (MG): Um refúgio romântico com pousadas charmosas e lareiras. Trilhas com belas paisagens, como a da Pedra Redonda, são um atrativo para os dias de sol.
  • Visconde de Mauá (RJ):  Com cachoeiras de águas cristalinas, a região atrai por seu clima rústico. As noites frias são um convite para aproveitar a gastronomia local, que mescla influências mineiras e a culinária da truta.
Região Nordeste

Apesar de ser conhecido pelas praias ensolaradas, o Nordeste brasileiro reserva surpresas para quem busca um clima mais fresco durante o inverno.

  • Garanhuns (PE): A “Suíça Pernambucana” se destaca pelo seu famoso Festival de Inverno, um dos maiores eventos multiculturais do Brasil, com temperaturas que podem chegar a 15°C.
  • Guaramiranga (CE): No Maciço de Baturité, é um oásis cercado por mata atlântica, com festivais de jazz e blues e produção de cafés de sombra.
  • Piatã (BA):  Na Chapada Diamantina, é a cidade mais alta do Nordeste, garantindo as noites mais frias da região, onde os termômetros podem marcar menos de 10°C.
Região Centro-Oeste

O inverno no Centro-Oeste é predominantemente seco, mas as noites frias podem ser surpreendentemente frescas, proporcionando um clima agradável e um céu limpo.

  • Chapada dos Guimarães (MT): As noites podem ter temperaturas que caem para cerca de 15°C, e a cidade promove um animado Festival de Inverno em julho.
  • Pirenópolis (GO): A charmosa cidade histórica também entra no clima com seu próprio festival, com noites frescas ideais para aproveitar os cafés e restaurantes do centro.
  • Corumbá (MS):  No Pantanal, o inverno é a estação da seca, o que favorece a observação da vida selvagem sob noites mais frescas e de céu estrelado.
Região Norte

Para aqueles que desejam fugir das baixas temperaturas, a Região Norte se apresenta como o refúgio ideal. Devido à sua localização, a região não possui um inverno frio como o restante do país. Pelo contrário, o período que corresponde ao inverno no Sul e Sudeste é uma excelente época para explorar as vastas belezas da Amazônia, com um clima quente e convidativo para o ecoturismo, passeios de barco e a imersão na maior floresta tropical do mundo.

É a oportunidade perfeita para trocar o cachecol e o vinho pelo protetor solar e um mergulho em águas refrescantes, como por exemplo as do rio Tapajós, em Santarém, que nessa época abrigam as praias sazonais da vila balneária de Alter do Chão.
Esse período chamado de inverno amazônico é justamente quando ocorre a seca do Tapajós e as praias surgem, de junho a dezembro, trazendo à tona paisagens deslumbrantes e ideais para banhos e atividades na água.


Fonte: Revista Fórum

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Brasil

Inflação de janeiro: Conta de luz e passagens aéreas puxam IPCA-15 para baixo

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Prévia da inflação oficial fecha em 0,20% no primeiro mês de 2026; acumulado de 12 meses atinge 4,5%, tocando o teto da meta estabelecida pelo governo

A inflação brasileira começou o ano de 2026 perdendo fôlego. O IPCA-15, considerado a prévia da inflação oficial, fechou janeiro em 0,20%, uma queda em relação aos 0,25% registrados em dezembro. O alívio no bolso dos brasileiros veio, principalmente, de dois itens essenciais: a energia elétrica e o setor de transportes.

Com este resultado, o índice acumula 4,5% nos últimos 12 meses, exatamente o limite máximo da meta de inflação (que é de 3% com margem de 1,5 p.p.). Os dados foram divulgados nesta terça-feira (23 de janeiro de 2026) pelo IBGE.

O alívio: Energia e Passagens Aéreas

O grupo Habitação (-0,26%) foi o grande destaque positivo do mês. A queda foi impulsionada pela conta de luz, que recuou 2,91%. A explicação é técnica: a Aneel alterou a bandeira tarifária de amarela para verde, eliminando a taxa extra de R$ 1,885 a cada 100 kWh que estava sendo cobrada no mês anterior.

No grupo Transportes (-0,13%), o destaque foi a queda de 8,92% nas passagens aéreas. Além disso, medidas locais, como a “tarifa zero” aos domingos e feriados em Belo Horizonte, ajudaram a reduzir o custo dos ônibus urbanos.

O alerta: Alimentos e Combustíveis

Se por um lado a luz baixou, por outro, comer em casa ficou mais caro. Após sete meses de queda, os alimentos voltaram a subir (0,21%), com altas expressivas no tomate (16,28%) e na batata-inglesa (12,74%).

Já os combustíveis subiram 1,25% no período da coleta, sendo a gasolina a vilã individual da inflação no mês. No entanto, o cenário deve melhorar em fevereiro, já que a Petrobras anunciou hoje um corte de 5,2% no preço da gasolina para as distribuidoras.

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IPCA-15: Entenda os números de janeiro

Setor Variação (%)
Saúde e cuidados pessoais + 0,81%
Comunicação + 0,73%
Alimentação e bebidas + 0,31%
Educação + 0,05%
Transportes – 0,13%
Habitação – 0,26%

Diferença entre IPCA-15 e IPCA

A prévia (IPCA-15) utiliza a mesma metodologia do índice oficial, mas coleta os preços entre o meio do mês anterior e o meio do mês atual. Para moradores de Brasília e Goiânia, os dados são especialmente relevantes, pois as duas capitais fazem parte das 11 localidades onde a pesquisa é realizada.

O IPCA “cheio” (fechado) de janeiro, que abrange mais cidades e o mês completo, será divulgado no dia 10 de fevereiro.


Com informações: IBGE, Agência Brasil

 

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Brasil

Atenção, aposentados: Prazo para ressarcimento de descontos indevidos termina em 14 de fevereiro

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Com mais de R$ 2,8 bilhões já devolvidos a 4,1 milhões de brasileiros, o INSS alerta que cerca de 3 milhões de pessoas ainda não solicitaram o reembolso de fraudes cometidas por associações

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) faz um alerta decisivo para aposentados e pensionistas que foram vítimas de descontos associativos não autorizados em suas folhas de pagamento: o prazo final para solicitar o ressarcimento administrativo termina no dia 14 de fevereiro de 2026. Em entrevista ao programa “A Voz do Brasil”, o presidente do órgão, Gilberto Waller, reforçou que o governo prorrogou a data para garantir que ninguém fique no prejuízo.

Até o momento, a operação já alcançou números históricos. Cerca de 6,2 milhões de segurados contestaram os valores, e 4,1 milhões já receberam o dinheiro diretamente em suas contas bancárias. No entanto, a estimativa é de que 3 milhões de beneficiários ainda tenham valores a receber e não procuraram o órgão.

Como garantir a devolução do seu dinheiro

O processo é gratuito e pode ser feito sem sair de casa

Para receber os valores de volta, o segurado não precisa contratar advogados ou entrar na justiça. O INSS disponibilizou três canais oficiais para a contestação:

  1. Meu INSS (Site ou Aplicativo): Acesse o serviço “Consultar Descontos de Entidades Associativas”. Ao clicar no botão “Não autorizei o desconto”, a contestação é registrada automaticamente.

  2. Central 135: Ligação gratuita de segunda a sábado, das 7h às 22h.

  3. Correios: Mais de 5 mil agências em todo o país oferecem atendimento assistido e gratuito para quem tem dificuldade com canais digitais.

Operação de guerra contra as fraudes

Bloqueios bilionários e responsabilização de associações

Pela primeira vez na história, o INSS tomou a iniciativa de realizar o ressarcimento administrativo antes mesmo da conclusão de processos judiciais, visando proteger o elo mais fraco da corrente: o aposentado. O esforço é coordenado entre o Ministério Público, Defensoria Pública, OAB, Polícia Federal e Controladoria-Geral da União (CGU).

Para garantir que o dinheiro devolvido não saia dos cofres públicos, a Advocacia-Geral da União (AGU) já obteve liminares para o bloqueio de bens das associações envolvidas. Os valores impressionam:

  • R$ 2,8 bilhões bloqueados em uma primeira ação cautelar.

  • R$ 3,5 bilhões em uma segunda ação movida pela AGU.

  • R$ 500 milhões encontrados na conta pessoal do dono de uma única associação.

Novo Piso Previdenciário: R$ 1.621,00 em 2026

Reajuste injetará R$ 30 bilhões na economia brasileira

Além do ressarcimento, Gilberto Waller confirmou os detalhes do reajuste dos benefícios para este ano. Acompanhando a valorização do salário mínimo, o piso do INSS subiu para R$ 1.621,00.

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Os novos valores começam a ser pagos hoje, 26 de janeiro, atingindo 21,9 milhões de beneficiários que recebem o piso e 6,4 milhões de pessoas assistidas pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC). Para quem recebe acima do salário mínimo, o reajuste será baseado no INPC, com índice oficial previsto para divulgação pelo IBGE nos próximos dias.


Com informações: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Agência Brasil

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Petróleo lidera exportações brasileiras pelo 2º ano e deve atrair US$ 21 bi em 2026

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Com vendas externas de US$ 44,6 bilhões, o óleo bruto supera a soja na balança comercial; IBP prevê que o Brasil atinja produção recorde de 4,2 milhões de barris por dia até 2028

Pelo segundo ano consecutivo, o petróleo bruto consolidou-se como o principal produto da pauta de exportações do Brasil. Dados oficiais da balança comercial de 2025 revelam que o setor alcançou US$ 44,6 bilhões em vendas externas, superando gigantes tradicionais como a soja e o minério de ferro. O desempenho reafirma a resiliência da indústria nacional e o papel estratégico do pré-sal no mercado global.

Segundo o estudo Outlook IBP 2025-2029, do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, o setor vive um “ponto de inflexão”. Além de garantir a estabilidade cambial, a indústria de óleo e gás injetou mais de R$ 98 bilhões em royalties e participações especiais nos cofres públicos recentemente, sendo vital para o financiamento de políticas sociais e de infraestrutura.

Ranking das Exportações Brasileiras (2025)

O petróleo bruto lidera a lista com uma vantagem competitiva sobre o complexo da soja, conforme mostram os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC):

Posição Produto Valor (US$ FOB)
Óleos brutos de petróleo 44.668.931.050
Soja (mesmo triturada) 43.531.167.006
Minérios de ferro e concentrados 26.271.709.957

O Brasil como porto seguro energético

Estabilidade frente às tensões geopolíticas na América do Sul

O protagonismo brasileiro ganha tração em meio à volatilidade internacional, especialmente com as incertezas políticas na Venezuela. Roberto Ardenghy, presidente do IBP, destaca que o Brasil se posiciona como o 8º maior produtor mundial, oferecendo confiabilidade e segurança energética.

Um diferencial competitivo é a pegada de carbono: a extração no pré-sal brasileiro emite apenas metade da média mundial de CO₂, atraindo investidores focados em critérios ambientais e de eficiência operacional.

Projeções de expansão e novos investimentos

O IBP projeta um ciclo de crescimento robusto para o próximo quadriênio, com destaque para o ano de 2026:

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  • Investimentos: Espera-se um pico de US$ 21,3 bilhões em exploração e produção (upstream) já em 2026.

  • Produção: A meta é atingir 4,2 milhões de barris por dia até 2028.

  • Empregos: O setor deve sustentar mais de 483 mil postos de trabalho diretos e indiretos no próximo ano.

  • Arrecadação: Até 2029, as receitas governamentais provenientes do setor podem chegar a US$ 42,3 bilhões anuais.

Transição Energética e Inovação

O setor de óleo e gás também está financiando a mudança da matriz energética brasileira. O país já é o 2º maior produtor de biocombustíveis e avança em tecnologias de Captura e Armazenamento de Carbono (CCUS). Além disso, o potencial para eólicas offshore no litoral brasileiro é estimado em 1.200 GW, consolidando o Brasil como um líder na economia de baixo carbono.


Com informações: IBP, MDIC, Governo Federal

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