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JBC revela a capa do volume 1 de Dragon Quest: The Adventure of Dai, conhecido como Fly, o Pequeno Guerreiro

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A versão Perfect Edition do mangá, que terá 25 volumes, deve ser publicada no primeiro trimestre de 2026, após um longo processo de aprovação do projeto gráfico de todas as capas interligadas.


A editora JBC revelou a capa do volume 1 de Dragon Quest: The Adventure of Dai, mangá que deu origem à série de anime conhecida no Brasil como Fly, o Pequeno Guerreiro. A arte é semelhante à versão internacional, mantendo o logo e o subtítulo traduzido como “Os Discípulos de Avan”.

A publicação deste primeiro volume está prevista para o primeiro trimestre de 2026. A série enfrentou um longo entrave de licenciamento, que durou desde seu anúncio em 2021. O principal motivo da demora foi a exigência de aprovação simultânea do projeto gráfico de todas as 25 capas da coleção, uma vez que a arte delas é interligada entre todos os volumes.

A Obra e Suas Adaptações 📺

Dragon Quest: The Adventure of Dai é inspirado na famosa série de RPG da Square Enix. O mangá, roteirizado por Riku Sanjo e ilustrado por Koji Inada, foi seriado na revista Shonen Jump entre 1989 e 1996. A coleção brasileira será baseada na Perfect Edition, que reduz os 37 volumes originais para 25 volumes.

  • Primeira Adaptação (1991): Produzida pela Toei Animation e exibida no SBT a partir de 1996 sob o nome Fly, o Pequeno Guerreiro. Foi finalizada prematuramente com 46 episódios, sem cobrir toda a história do mangá.

  • Remake (2020): Um remake animado, também produzido pela Toei, conseguiu alcançar partes da história que a primeira adaptação não cobriu. O anime completo está disponível legendado na Crunchyroll.

A história narra a jornada de Fly (Dai), um garoto-órfão criado por um monstrinho na ilha Dermlin. Após conhecer a princesa Leona e desenvolver uma misteriosa marca de dragão na testa, ele recebe a visita do lendário guerreiro Avan, que se torna seu mestre. Fly, ao lado de seus companheiros Pop e Maam, embarca em uma jornada para enfrentar os subordinados de Hadler, o demônio que voltou para dominar o mundo.


Com informações: JBOX

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Calor Extremo: Gree orienta como climatizar a casa para proteger idosos, crianças e pets

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Com a intensificação das ondas de calor em 2026, o uso correto do ar-condicionado torna-se questão de saúde pública; tecnologias Inverter e sistemas de filtragem são aliados contra a desidratação e o estresse térmico.


Manter a casa fresca deixou de ser luxo para se tornar um cuidado básico com a saúde, especialmente para quem convive com grupos sensíveis. Idosos, crianças e animais de estimação possuem maior dificuldade em regular a temperatura corporal, o que os torna alvos fáceis para a desidratação e o desconforto respiratório durante os picos de calor.

A Gree Electric Appliances, líder global em climatização, reforça que a tecnologia deve ser usada de forma estratégica para garantir o bem-estar sem causar choques térmicos ou ressecamento excessivo do ambiente.

Pets: O perigo silencioso do abafamento

Cães e gatos não transpiram como os humanos. Eles dissipam o calor principalmente pela respiração (ficando ofegantes). Em ambientes fechados e abafados, esse mecanismo falha rapidamente.

  • Dica da Gree: Não é preciso transformar a sala em uma “geladeira”. O ideal é manter uma temperatura estável e amena.

  • Cuidado: Evite o fluxo de ar direto sobre o animal, pois isso pode causar ressecamento ocular ou problemas nas vias aéreas.

Cuidados com Crianças e Idosos

O calor intenso prejudica o sono e a hidratação de forma distinta em cada fase da vida:

  • Crianças: Ficam irritadas e perdem líquidos rapidamente. O ar-condicionado ajuda a manter a rotina de sono e o rendimento nas atividades.

  • Idosos: Tendem a sentir menos sede e demoram a perceber que estão com calor. A climatização estável previne quedas bruscas de pressão e desidratação severa.


Tecnologia a favor da saúde

Os modelos modernos da Gree trazem recursos que vão além do simples resfriamento:

  1. Tecnologia Inverter: Mantém a temperatura constante, evitando as oscilações bruscas que podem causar resfriados e desconforto.

  2. Sistemas de Multi Filtros: Essenciais para remover poeira, odores e partículas em suspensão, melhorando a qualidade do ar para quem tem sensibilidade respiratória.

  3. Controle Inteligente: Permite programar a climatização para pets que ficam sozinhos ou idosos com mobilidade reduzida.

Boas Práticas: O Guia de Uso Correto

Para garantir a eficiência e a saúde, a Gree recomenda quatro passos fundamentais:

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  • Limpeza Periódica: Filtros sujos espalham ácaros e bactérias. Limpe-os regularmente.

  • Isolamento: Mantenha portas e janelas fechadas para o sistema trabalhar com menor esforço e maior economia.

  • Hidratação: O uso do ar-condicionado retira a umidade do ambiente. Garanta sempre água fresca disponível para todos.

  • Manutenção: Um aparelho revisado consome menos energia e opera de forma mais silenciosa.


Com informações: Gree Electric Appliances / Máquina Cohn & Wolfe.

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Mercado Imobiliário: Cinco cidades concentram R$ 14,6 bilhões em vendas em 2025

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Estudo da plataforma DWV revela que o alto padrão e a descentralização ditam o ritmo do setor; Itapema e Porto Belo lideram ranking de Valor Geral de Vendas (VGV) no Brasil.


O mercado imobiliário brasileiro encerrou 2025 com movimentações bilionárias e uma clara mudança de rota. Segundo um levantamento inédito da DWV, plataforma de inteligência do setor, as vendas de imóveis alcançaram R$ 14,6 bilhões concentrados em apenas cinco mercados principais. O dado reforça que o capital dos investidores está migrando dos grandes centros tradicionais para cidades médias e turísticas de alto valor agregado.

O estudo analisou mais de 111 mil imóveis ao longo do ano passado, revelando que a liquidez tornou-se mais “seletiva”: o mercado não busca apenas volume, mas sim projetos bem posicionados e com ticket médio elevado.

O “Fenômeno Catarinense” e Curitiba

Santa Catarina consolidou-se como o estado com maior valorização imobiliária do país. Das cinco cidades que lideram o VGV nacional, quatro pertencem ao litoral catarinense:

  1. Itapema (SC): R$ 4,1 bilhões

  2. Porto Belo (SC): R$ 3,8 bilhões

  3. Balneário Camboriú (SC): R$ 2,4 bilhões

  4. Itajaí (SC): R$ 2,2 bilhões

  5. Curitiba (PR): R$ 2,0 bilhões

Ticket Médio de R$ 2,8 Milhões

O perfil do comprador mudou. Nas praças mais valorizadas, o valor médio por imóvel atingiu a marca de R$ 2,85 milhões. Balneário Camboriú mantém o posto de ticket médio mais alto do Brasil, seguida por Torres (RS) e São Paulo (SP).

Para Dagoberto Fagundes, cofundador da DWV, esse movimento indica uma descentralização estrutural. “O mercado não está apenas vendendo mais unidades, mas movimentando volumes financeiros crescentes em regiões específicas onde há produto de qualidade e preço coerente”, explica o especialista.

Mercados Emergentes e Perspectivas para 2026

Além dos líderes tradicionais, cidades como Balneário Piçarras (SC), Navegantes (SC) e João Pessoa (PB) surgem como polos de forte crescimento. No Nordeste, João Pessoa se destaca pela alta velocidade de vendas, enquanto Fortaleza (CE) foca na valorização do metro quadrado e um perfil de vendas mais exclusivo.

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Para o ciclo de 2026, a tendência é de continuidade. “O próximo ciclo será menos sobre volume genérico e mais sobre VGV qualificado. Os dados serão decisivos para definir onde lançar e para quem vender”, conclui Fagundes.


Com informações: DWV Inteligência Imobiliária.

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“Vazios Fundiários”: Brasil possui área maior que a França sem dono identificado

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Boletim do Termômetro do Código Florestal revela que 67 milhões de hectares não constam em nenhum registro oficial; áreas são os principais alvos de grilagem e desmatamento.


Um relatório detalhado do Termômetro do Código Florestal (TCF), lançado nesta terça-feira (27 de janeiro de 2026), trouxe um dado alarmante sobre a gestão de terras no Brasil: o país possui 670 mil km² (uma área superior ao território da França) sem qualquer informação de titularidade. São os chamados “vazios fundiários”, onde o Estado não consegue identificar quem ocupa a terra, qual o seu uso ou o seu status jurídico.

Essas áreas não figuram no Cadastro Ambiental Rural (CAR), no Sistema de Gestão Fundiária (SIGEF) ou nas bases de Terras Indígenas e Unidades de Conservação. Segundo o Observatório do Código Florestal, essa “invisibilidade” institucional é o cenário ideal para o avanço da grilagem, das queimadas e do desmatamento ilegal.

O Gargalo da Regularização Ambiental

Embora o CAR tenha avançado em números absolutos — atingindo 436,9 milhões de hectares registrados em 2025 —, a análise efetiva desses dados pelos órgãos ambientais está estagnada.

  • Falta de Verificação: Apenas 10,82% de tudo o que foi cadastrado passou por uma revisão técnica. Sem essa análise, o sistema aceita declarações falsas que geram sobreposições de terras.

  • Grilagem Digital: O boletim registrou um aumento de 9% nas sobreposições de imóveis rurais privados dentro de Unidades de Conservação entre 2024 e 2025.

  • Territórios Tradicionais: Cerca de 14,5% das áreas de povos e comunidades tradicionais ainda não foram incluídas no CAR, o que aumenta a vulnerabilidade desses grupos frente a invasores.

Déficit de Vegetação Nativa

O descumprimento do Código Florestal (Lei 12.651/2012) também se reflete na falta de recuperação de áreas protegidas. O Brasil carrega hoje um passivo ambiental gigantesco:

Tipo de Área Déficit de Recuperação
Reserva Legal (RL) 17,3 milhões de hectares
Preservação Permanente (APP) 3,14 milhões de hectares

O que é o Termômetro do Código Florestal?

O TCF é uma iniciativa do Observatório do Código Florestal, uma rede de 48 organizações (incluindo IPAM e UFMG) que monitora a aplicação da lei ambiental no Brasil. O objetivo é transformar o CAR de um simples instrumento declaratório em uma ferramenta real de regularização e restauração.

Para Marcelo Elvira, secretário-executivo do Observatório, o avanço dos registros é positivo, mas insuficiente: “Transformar dados em decisão e ação concreta é essencial para que o Código Florestal cumpra seu papel de garantir segurança jurídica e proteção ambiental”.

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Com informações:  ECO

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