Conecte-se conosco

Meio Ambiente

Árvore mais alta da Amazônia rivaliza com gigantes globais: 88,5 metros

Publicado

em

A árvore mais alta da Amazônia é o Angelim vermelho, com 88,5 metros de altura, localizada entre Pará e Amapá. A descoberta, feita via varredura a laser pelo INPE, desafia os limites de crescimento previstos para a espécie

A árvore mais alta da Amazônia já registrada mede 88,5 metros de altura e está localizada em uma área remota entre os estados do Pará e Amapá, no norte do Brasil. A descoberta, identificada em 2019 pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) por meio de varredura a laser aérea, revelou uma concentração de gigantes, com outras sete árvores excedendo 80 metros e muitas acima de 75 metros.

A espécie responsável pelo recorde é o Angelim vermelho (Dinizia excelsa), fato que surpreendeu a comunidade científica, já que sua altura máxima era anteriormente estimada em 60 metros. A razão para esse crescimento extremo ainda não é totalmente compreendida pelos ecólogos, mas é teorizada que a sobrevivência dessas árvores está ligada ao seu afastamento de áreas urbanas e industriais, além da possibilidade de terem se beneficiado de perturbações anteriores na floresta.

Apesar de a descoberta elevar o limite de altura conhecido na maior floresta tropical do planeta, a árvore amazônica ainda está aquém de recordistas globais, como a sequoia Hyperion nos EUA, que atinge 115,92 metros. O crescimento extremo na Amazônia é limitado por fatores ambientais e riscos naturais, como ventos fortes, incêndios, pragas e desmatamento.


Com informações: Olhar Digital

Continue lendo
Anúncio

Clique para comentar

Deixa uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

Calor Recorde em 2026: Inmet emite alerta de “Grande Perigo” e especialistas reforçam cuidados com hidratação

Publicado

em

Por

Com temperaturas até 5 °C acima da média e sensação térmica elevada nos centros urbanos, a ingestão constante de água mineral torna-se vital para evitar a desidratação severa.


O Brasil atravessa um dos verões mais desafiadores de sua história recente. Neste início de 2026, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém alertas de “Grande Perigo” em diversas regiões, com termômetros ultrapassando os 39 °C. O cenário é agravado nas cidades pela concentração de asfalto e concreto, que retêm o calor e impedem o refresco mesmo durante as noites.

Diante deste quadro de calor extremo, a Minalba Brasil, líder no segmento de bebidas, reforça que a hidratação não deve ser encarada apenas como uma resposta à sede, mas como uma estratégia contínua de preservação da saúde.

Guia Prático para Enfrentar a Onda de Calor

Especialistas e a equipe de marketing da Minalba destacam quatro pontos essenciais para manter o equilíbrio do organismo:

  1. Antecipe-se à Sede: A sensação de sede já indica que o corpo está em processo de desidratação. O ideal é beber pequenos goles de água ao longo de todo o dia, de forma preventiva.

  2. Monitore os Sinais: A cor da urina é o melhor termômetro interno. Tons escuros (amarelo forte) são um sinal de alerta imediato para a falta de líquidos. O objetivo deve ser mantê-la sempre clara.

  3. Qualidade da Fonte: Optar por água mineral natural garante a ingestão de minerais essenciais sem adição de componentes químicos. Águas com pH alcalino e baixo teor de sódio ajudam no equilíbrio do pH sanguíneo.

  4. Segurança e Lacre: Em períodos de calor, o consumo de água na rua aumenta. Verifique sempre a procedência e se o lacre está intacto. Em São Paulo, por exemplo, o Selo Fiscal Eletrônico (SFe) garante a rastreabilidade e a pureza da fonte.


O Diferencial da Água Mineral

Diferente da água filtrada comum, a água mineral natural — como a extraída a 1.700 metros de altitude na Serra da Mantiqueira — preserva sua composição original de minerais. Isso auxilia não apenas na hidratação, mas no controle de níveis de sódio e açúcar no sangue, além de facilitar a digestão.

Outras Estratégias de Resfriamento

Além da ingestão, o uso de águas térmicas ou banhos de imersão pode ajudar a reduzir a temperatura da pele, proporcionando alívio térmico imediato.


Com informações: Minalba Brasil / Inmet / Grupo Edson Queiroz.

Anúncio

Continue lendo

Brasil

Calor Extremo: Gree orienta como climatizar a casa para proteger idosos, crianças e pets

Publicado

em

Por

Com a intensificação das ondas de calor em 2026, o uso correto do ar-condicionado torna-se questão de saúde pública; tecnologias Inverter e sistemas de filtragem são aliados contra a desidratação e o estresse térmico.


Manter a casa fresca deixou de ser luxo para se tornar um cuidado básico com a saúde, especialmente para quem convive com grupos sensíveis. Idosos, crianças e animais de estimação possuem maior dificuldade em regular a temperatura corporal, o que os torna alvos fáceis para a desidratação e o desconforto respiratório durante os picos de calor.

A Gree Electric Appliances, líder global em climatização, reforça que a tecnologia deve ser usada de forma estratégica para garantir o bem-estar sem causar choques térmicos ou ressecamento excessivo do ambiente.

Pets: O perigo silencioso do abafamento

Cães e gatos não transpiram como os humanos. Eles dissipam o calor principalmente pela respiração (ficando ofegantes). Em ambientes fechados e abafados, esse mecanismo falha rapidamente.

  • Dica da Gree: Não é preciso transformar a sala em uma “geladeira”. O ideal é manter uma temperatura estável e amena.

  • Cuidado: Evite o fluxo de ar direto sobre o animal, pois isso pode causar ressecamento ocular ou problemas nas vias aéreas.

Cuidados com Crianças e Idosos

O calor intenso prejudica o sono e a hidratação de forma distinta em cada fase da vida:

  • Crianças: Ficam irritadas e perdem líquidos rapidamente. O ar-condicionado ajuda a manter a rotina de sono e o rendimento nas atividades.

  • Idosos: Tendem a sentir menos sede e demoram a perceber que estão com calor. A climatização estável previne quedas bruscas de pressão e desidratação severa.


Tecnologia a favor da saúde

Os modelos modernos da Gree trazem recursos que vão além do simples resfriamento:

  1. Tecnologia Inverter: Mantém a temperatura constante, evitando as oscilações bruscas que podem causar resfriados e desconforto.

  2. Sistemas de Multi Filtros: Essenciais para remover poeira, odores e partículas em suspensão, melhorando a qualidade do ar para quem tem sensibilidade respiratória.

  3. Controle Inteligente: Permite programar a climatização para pets que ficam sozinhos ou idosos com mobilidade reduzida.

Boas Práticas: O Guia de Uso Correto

Para garantir a eficiência e a saúde, a Gree recomenda quatro passos fundamentais:

Anúncio

  • Limpeza Periódica: Filtros sujos espalham ácaros e bactérias. Limpe-os regularmente.

  • Isolamento: Mantenha portas e janelas fechadas para o sistema trabalhar com menor esforço e maior economia.

  • Hidratação: O uso do ar-condicionado retira a umidade do ambiente. Garanta sempre água fresca disponível para todos.

  • Manutenção: Um aparelho revisado consome menos energia e opera de forma mais silenciosa.


Com informações: Gree Electric Appliances / Máquina Cohn & Wolfe.

Continue lendo

Brasil

“Vazios Fundiários”: Brasil possui área maior que a França sem dono identificado

Publicado

em

Por

Boletim do Termômetro do Código Florestal revela que 67 milhões de hectares não constam em nenhum registro oficial; áreas são os principais alvos de grilagem e desmatamento.


Um relatório detalhado do Termômetro do Código Florestal (TCF), lançado nesta terça-feira (27 de janeiro de 2026), trouxe um dado alarmante sobre a gestão de terras no Brasil: o país possui 670 mil km² (uma área superior ao território da França) sem qualquer informação de titularidade. São os chamados “vazios fundiários”, onde o Estado não consegue identificar quem ocupa a terra, qual o seu uso ou o seu status jurídico.

Essas áreas não figuram no Cadastro Ambiental Rural (CAR), no Sistema de Gestão Fundiária (SIGEF) ou nas bases de Terras Indígenas e Unidades de Conservação. Segundo o Observatório do Código Florestal, essa “invisibilidade” institucional é o cenário ideal para o avanço da grilagem, das queimadas e do desmatamento ilegal.

O Gargalo da Regularização Ambiental

Embora o CAR tenha avançado em números absolutos — atingindo 436,9 milhões de hectares registrados em 2025 —, a análise efetiva desses dados pelos órgãos ambientais está estagnada.

  • Falta de Verificação: Apenas 10,82% de tudo o que foi cadastrado passou por uma revisão técnica. Sem essa análise, o sistema aceita declarações falsas que geram sobreposições de terras.

  • Grilagem Digital: O boletim registrou um aumento de 9% nas sobreposições de imóveis rurais privados dentro de Unidades de Conservação entre 2024 e 2025.

  • Territórios Tradicionais: Cerca de 14,5% das áreas de povos e comunidades tradicionais ainda não foram incluídas no CAR, o que aumenta a vulnerabilidade desses grupos frente a invasores.

Déficit de Vegetação Nativa

O descumprimento do Código Florestal (Lei 12.651/2012) também se reflete na falta de recuperação de áreas protegidas. O Brasil carrega hoje um passivo ambiental gigantesco:

Tipo de Área Déficit de Recuperação
Reserva Legal (RL) 17,3 milhões de hectares
Preservação Permanente (APP) 3,14 milhões de hectares

O que é o Termômetro do Código Florestal?

O TCF é uma iniciativa do Observatório do Código Florestal, uma rede de 48 organizações (incluindo IPAM e UFMG) que monitora a aplicação da lei ambiental no Brasil. O objetivo é transformar o CAR de um simples instrumento declaratório em uma ferramenta real de regularização e restauração.

Para Marcelo Elvira, secretário-executivo do Observatório, o avanço dos registros é positivo, mas insuficiente: “Transformar dados em decisão e ação concreta é essencial para que o Código Florestal cumpra seu papel de garantir segurança jurídica e proteção ambiental”.

Anúncio


Com informações:  ECO

Continue lendo
Anúncio


Em alta

Verified by MonsterInsights