Ligue-se a nós

CLDF

Em audiência pública, GT permanente promete regularização e drenagem em Sobradinho 2

Publicado

no

Em audiência pública, GT permanente promete regularização e drenagem em Sobradinho 2

Iniciativa do Deputado Distrital Ricardo Vale (PT) reuniu população com representantes do GDF, que assumiram compromisso com moradores do Grande Colorado e Setor de Mansões

Os problemas de infraestrutura que afetam a população do Grande Colorado e dos condomínios do Setor de Mansões, em Sobradinho 2, estão mais perto de uma solução. Ontem (16), o Vice-Presidente da CLDF, Deputado Distrital Ricardo Vale (PT), promoveu uma audiência pública em que os representantes do Governo do Distrito Federal e o parlamentar criaram um Grupo de Trabalho e firmaram o compromisso de voltar, ainda este semestre, à região com uma solução.

A resposta foi comemorada pelos participantes que, durante a audiência, listaram os prejuízos e dificuldades que se arrastam há décadas com a falta de drenagem. “São 32 anos neste setor. A água chega nas pernas das pessoas, que perdem móveis e casas, porque não têm condições de morar. Passam os governos e ninguém faz nada. Agora, estão fazendo asfalto sem a drenagem e daqui há dois anos a água vai levar tudo embora. Precisamos que o governo entre aqui e faça algo pelo povo”, desabafou Eudáquio Alves, da Associação dos Moradores de Mini Chácara.

Em audiência pública, GT permanente promete regularização e drenagem em Sobradinho 2

Deputado Ricardo Vale conduz audiência pública com compromisso do GDF para sanar problemas de Infraestrutura em Sobradinho 2″ – Imagem: Cumicação Dep. Ricardo Vale

O Deputado Ricardo Vale falou da articulação que está sendo construída para mudar o cenário de abandono. “Conheço essa realidade e as pessoas que moram aqui. Conversei com o governador e diversos secretários para conseguirmos uma resolução definitiva. Não podemos esperar mais 40 anos pela regularização, e a drenagem tão necessária para a Avenida São Francisco no Grande Colorado e todo o Setor de Mansões. O tapa-buraco e o recapeamento são medidas paliativas que inclusive estamos ajudando a fazer, mas não resolve o problema”, resumiu o distrital.

O Secretário de Obras, Walter Casimiro; a subsecretária de Parcelamento da Secretaria de Habitação, Tereza Loder; o administrador de Sobradinho II, Diego Matos; o Secretário Executivo da Secretaria de Mobilidade, Alex Carreiro; o representante da Codhab Wesley Waldemar; e o representante do Departamento de Estradas e Rodagem (DER), Fábio Cardoso; ouviram a histórica lista de problemas da região e os pedidos dos moradores pelo fim dos estragos sistemáticos causados pela chuva e inundações.

Luz no fim do túnel

O administrador Diego Matos lembrou que o Setor de Mansões é uma área particular de interesse específico, o que dificulta a ação do GDF. Quanto ao Grande Colorado, o gestor pediu ajuda ao deputado Ricardo Vale para rever o Termo de Ajuste de Conduta sobre a região, que prevê prazos muito longos para a implementação das obras de infraestrutura pela empresa que está fazendo a regularização do domínio. Matos aproveitou para agradecer ao distrital pelas emendas aplicadas na iluminação de LED, asfalto na VC-215 e no campo da AR3 de Sobradinho II.

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

O Secretário Walter Casimiro afirmou que foi incumbido de resolver o problema e vai envolver todos os órgãos necessários para que entraves legais não impeçam o GDF de realizar as obras de infraestrutura necessárias. “Estou conversando com a Secretaria de Habitação e, nem que tenhamos que colocar cada rua como área de servidão, me comprometo a trabalhar para implementar de imediato o sistema de drenagem e podemos contar com o plano de urbanismo”, garantiu Casimiro. O deputado Ricardo Vale agradeceu o compromisso e colocou a Câmara Legislativa à disposição da empreitada e ressaltou que o importante é retornar logo à comunidade com uma resposta, por isso acertou com os representantes do GDF presentes na audiência a criação de um grupo de trabalho permanente que irá trabalhar até a resolução da questão.


Continuar Lendo
Anúncio
Clique para comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

CLDF

Grupo de distritais requer CPI para investigar o Iges-DF

Publicado

no

Por

Para ser oficialmente instaurada, CPI precisa do apoio de oito parlamentares; requerimento soma quatro assinaturas

Nesta segunda-feira (27), distritais da Câmara Legislativa do DF (CLDF) protocolaram requerimento para instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) a fim de investigar o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF). Os deputados Fábio Felix (Psol), Gabriel Magno (PT), Max Maciel (Psol) e Dayse Amarilio (PSB) assinaram o documento. A CPI exige a chancela de oito parlamentares para ser instaurada.

Hoje, a casa legislativa recebeu a secretária de Saúde do DF, Lucilene Florêncio; o secretário chefe da Casa Civil do DF, Gustavo do Vale Rocha; e o diretor-presidente do Iges, Juracy Cavalcante. Os 24 deputados distritais compareceram à reunião para ouvir e cobrar explicações do governo sobre a crise na saúde. Após a epidemia de dengue que vitimou mais de 300 pessoas no estado, a morte de três crianças na rede pública distrital motivou uma série de críticas dos parlamentares.

“Há uma arrogância do governador do DF de não assumir a crise. Muitos dos problemas da saúde são estruturais, mas o governo precisa apresentar respostas concretas e as medidas apresentadas até aqui são pontuais”, avaliou Felix. Ele lamentou que o governo não dialogue com a população que está sofrendo nas filas das unidades de saúde e com os servidores que não conseguem atender as demandas por falta de infraestrutura.

Max Maciel, por sua vez, denunciou que “foi vendido que o Iges resolveria a questão da saúde no DF”. Ele aponta que, apesar de ter assumido cada vez mais espaços e hospitais, o Instituto não resolve o problema da população e ainda leva uma parcela de recursos considerável.

A nomeação imediata de servidores, a definição da estratégia para ampliar leitos, e as medidas para corrigir o problema do transporte das unidades de saúde são alguns dos principais problemas enfrentados hoje no sistema do DF, na análise do parlamentar Magno. Nesse sentido, a distrital Amarilio acusa que mais da metade das ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estão paradas por falta de manutenção.

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

“É uma total falta de transparência, por isso a gente entende que nesse momento é importante a gente abrir uma investigação para dar uma resposta à sociedade e para que a gente não perca mais crianças esperando 12 horas por um transporte”, declarou a deputada.

CPI indefinida

Distritais da situação e da oposição repercutiram a possibilidade de a comissão de inquérito ocorrer na Câmara. Além dos quatro que já endossaram o requerimento, outros parlamentares não confirmaram o apoio. O presidente da CLDF, Wellington Luiz (MDB), entende que é cedo para se falar em CPI e pondera que “é hora de focar todas as nossas energias em encontrar soluções para diminuir o sofrimento dessas pessoas que estão nas filas dos hospitais”.

Com experiência na área de Saúde, o distrital Jorge Vianna (PSD) ressaltou que há problemas crônicos na saúde, como questões de logística e de fluxo de pacientes. Ele afirmou que, enquanto o governo não investir efetivamente na pasta, “continuaremos a ter esses problemas”, e criticou que o orçamento da saúde seja “muito engessado”.

Já Chico Vigilante (PT) detalhou que os parlamentares puderam fazer recomendações ao GDF na reunião desta segunda-feira, como a vacinação em massa das mulheres grávidas para prevenir os casos de bronquiolite em bebês no próximo ano. Ele também afirmou que o governo precisa reconhecer que há uma crise, o que ainda não foi feito, segundo Vigilante.

Siga nossas redes sociais: Facebook Instagram.


Fato Novo com informações e imagens: Agência CLDF

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

Continuar Lendo

CLDF

Brasília recebe primeira Parada do Orgulho da Pessoa com Deficiência

Publicado

no

Por

Evento oferece atrações culturais no centro da cidade

Quem aproveitou a tarde de sol e calor para visitar a região da Torre de TV, no centro de Brasília, neste domingo (26), encontrou uma série de apresentações artísticas com grupos formados exclusivamente por pessoas com deficiência (PcD).

Break dance em cadeira de rodas, banda de percussão formada por pessoas surdas e declamação de poesias são algumas das atrações que transformaram o centro da capital do país em ponto de encontro e convivência para PcD’s.

Um dos fundadores da parada, o soteropolitano Marcelo Zig, explica que a ideia é ocupar um espaço de alta visitação com uma programação cultural toda formada por pessoas com deficiência.

“Ela é originalmente uma manifestação de pessoas com deficiência para pessoas com deficiência”, afirmou Marcelo Zig. “É um evento em que todos os setores têm a participação de pessoas com deficiência, na organização, na realização e na apresentação”.

A primeira Parada do Orgulho PcD do Brasil ocorreu em setembro, em São Paulo, por ocasião do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Com o sucesso, os organizadores buscam agora replicar o evento em outras cidades. Além de Brasília, a parada já ocorreu em Salvador e no mês que vem segue para Belo Horizonte. Em setembro, ocorre a segunda edição na capital paulista.

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

“É a melhor experiência essa oportunidade para gente ter esse sentimento de pertencimento. Nunca imaginei que isso poderia ser possível”, relatou Inês Salvínia, de 24 anos, que é cega e moradora de Sobradinho, no entorno de Brasília.


“É uma oportunidade que a gente tem de as pessoas se conhecerem, se conectarem, conversar e projetar futuros, e também de PcDs interagirem com pessoas sem deficiência”, completou.

Além da programação cultural neste domingo, que segue até a noite, a 1ª Parada do Orgulho PcD de Brasília contará ainda com uma sessão solene na Câmara Legislativa do Distrito Federal, na próxima terça-feira (28).


Fato Novo com informações: Jornal de Brasília

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90
Continuar Lendo

CLDF

Regulamentada lei que reserva vagas de trabalho para população em situação de rua do DF

Publicado

no

Por

De autoria do Deputado Ricardo Vale (PT), dispositivo está entre as medidas adotadas com  a assinatura do Acordo de Cooperação para a defesa dos direitos das Pessoas em Situação de Rua

A partir de agora, pessoas em situação de rua terão acesso a vagas de trabalho em empresas responsáveis pelas obras e pelos serviços contratados pelo Governo do Distrito Federal. A novidade é fruto da regulamentação da Lei nº 6.128/2018, de autoria do deputado Ricardo Vale, vice-presidente da Assembleia Legislativa, e foi anunciada nesta segunda-feira (27), durante a assinatura do Acordo de Cooperação para a Defesa dos Direitos das Pessoas em Situação de Rua, firmado entre o Executivo, Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

Ricardo Vale, que foi indicado pela CLDF para acompanhar os trabalhos do governo para conter o aumento de famílias vivendo nas ruas e oferecer soluções e reinserção social, compareceu ao evento de assinatura do acordo, onde também foi anunciada a regulamentação da lei de sua autoria. O parlamentar comemorou mais essa vitória legislativa e falou dos aspectos práticos da regulamentação.

“O processo de voltar para a sociedade, depois da brutal marginalização que ocorre com quem está nas ruas, não é fácil. Além da assistência social, o emprego é um elemento fundamental, mas sabemos que há muitas dificuldades e preconceitos. A ideia dessa lei é garantir um tipo de cota mínima para que exista acesso às oportunidades. É assim que vamos reescrever histórias de vida”, comemorou.

Com a regulamentação, deve ser reservado o percentual de 2% de vagas de trabalho nas licitações de serviços e obras públicas distritais. Para ser contemplada, a pessoa em situação de rua deve estar inscrita em programas ou políticas assistenciais do governo e atender às qualificações exigidas para o exercício da atividade profissional pretendida. “Sei que com o Estado fazendo o seu papel, teremos uma taxa muito maior de reinserção social e a redução de pessoas voltando para as ruas”, destacou Vale. Além da inovação legal, o GDF também anunciou outras medidas a serem adotadas pelo poder público como forma de garantir assistência integral às famílias que não têm moradias e vivem ao relento. O  CNMP e o MPDFT farão o acompanhamento da efetividade das ações.


Fato Novo com informações: Comunicação Ricardo Vale PT

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90
Continuar Lendo

Mais vistas