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Bom Jardim da Serra: cidade com cânions e parque nacional registra -10,4°C

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Localizada na serra catarinense, Bom Jardim da Serra teve a temperatura mais baixa do Brasil em julho de 2025. A cidade atrai turistas com ecoturismo, cânions, cachoeiras e o Parque Nacional de São Joaquim.

Bom Jardim da Serra: cidade com cânions e parque nacional registra -10,4°C

Bom Jardim da Serra, município localizado a 239 km de Florianópolis, registrou a temperatura mais baixa do Brasil em julho de 2025: -10,4°C, segundo dados de monitoramento climático. A marca foi registrada durante uma intensa onda de frio que atingiu a região Sul do país, impulsionada pela altitude da cidade — 1.460 metros acima do nível do mar.

Além do clima congelante, o município é conhecido por sua riqueza natural e atrativos de ecoturismo, como cânions, cachoeiras e o Parque Nacional de São Joaquim, a primeira unidade de conservação criada em Santa Catarina.


Parque Nacional de São Joaquim e belezas naturais

Criado em 1961, o Parque Nacional de São Joaquim ocupa uma área de 49.800 hectares e preserva ecossistemas típicos da Mata Atlântica, incluindo formações de araucárias, campos de altitude e florestas nebulares.

Um dos principais pontos do parque é o Cânion das Laranjeiras, cercado por paredes rochosas cobertas de musgo e acessado por trilhas que permitem a observação da fauna e flora locais. As trilhas são indicadas para caminhadas moderadas e oferecem vistas panorâmicas.

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A cerca de seis quilômetros da Serra do Rio do Rastro está o Cânion do Funil, caracterizado por paredes mais íngremes e profundas, com mata nativa preservada ao redor da Cachoeira do Funil.


Serra do Rio do Rastro: rota turística icônica

A Serra do Rio do Rastro, uma estrada com 12 km de extensão e aclives acentuados, é um dos principais atrativos da região. O trajeto, que liga Bom Jardim da Serra a Lauro Müller, inclui um mirante no topo com vista panorâmica para vales e montanhas, sendo frequentemente coberto por neblina ou neve em épocas de frio intenso.

A via é procurada por motociclistas, ciclistas e turistas em busca de paisagens naturais e experiências ao ar livre.


Cachoeiras e rios: a “capital das águas”

Bom Jardim da Serra é conhecida como a “capital das águas” de Santa Catarina por abrigar 35 quedas d’água e 14 rios que nascem e percorrem seu território. Entre as mais visitadas está a Cascata do Barrinha, localizada às margens da rodovia que dá acesso à cidade. O local tem trilha de fácil acesso, águas cristalinas e vegetação exuberante.

Outras cachoeiras, como a do Funil e a do Mel, também são pontos de banho, contemplação e atividades de aventura.

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Turismo rural e gastronomia serrana

Além da natureza, o turismo rural é uma atividade econômica importante no município. Rotas integradas conectam propriedades rurais que oferecem experiências como colheita de produtos orgânicos, hospedagem em fazendas e degustação de gastronomia típica da serra catarinense, com pratos à base de truta, pinhão, queijos artesanais e vinhos.

As estações de inverno, especialmente junho, julho e agosto, concentram o maior fluxo de visitantes, atraídos pelo frio, pelas paisagens e pelas atividades ao ar livre.

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1 comentário

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Ciência Brasileira: Unicamp usa cascas de jabuticaba e pequi para proteger probióticos em sucos e geleias

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Tecnologia inovadora desenvolvida na Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) utiliza resíduos da biodiversidade nacional para criar microesferas resistentes, permitindo que microrganismos benéficos sobrevivam em ambientes ácidos e doces.


Os probióticos são famosos por equilibrar a flora intestinal e fortalecer a imunidade, mas eles têm um “ponto fraco”: são extremamente sensíveis. Até agora, a indústria tinha dificuldade em mantê-los vivos em produtos que não fossem derivados do leite, como sucos, geleias e bebidas vegetais, devido à alta acidez e ao teor de açúcar desses alimentos.

Pesquisadores da Unicamp encontraram a solução no Cerrado e na Mata Atlântica. Ao encapsular esses microrganismos em microesferas feitas de alginato de cálcio, casca de jabuticaba e óleo de pequi, eles criaram uma espécie de “escudo natural” que aumenta drasticamente a sobrevida dos probióticos.

Como funciona a microencapsulação?

A tecnologia funciona como um veículo de transporte blindado. Em vez de lançar o probiótico diretamente no suco, onde ele morreria rapidamente, os cientistas o colocam dentro de microesferas.

  • Casca de Jabuticaba: Além de dar uma cor natural e atraente, ela aumenta a estabilidade em ambientes ácidos.

  • Óleo de Pequi: Cria camadas adicionais de proteção (emulsões duplas) que preservam os microrganismos contra o calor e a pressão osmótica do açúcar.

  • Alginato de Cálcio: Polímero extraído de algas que serve como a “base” estrutural da cápsula.

Sustentabilidade e Economia Circular

O projeto, liderado pelo professor Juliano Lemos Bicas e pelos pesquisadores Marina Cedran e Fábio Júnior Rodrigues, é um exemplo perfeito de sustentabilidade. A tecnologia utiliza subprodutos da agroindústria que normalmente seriam descartados (como as cascas) e os transforma em ingredientes de alto valor agregado.

“Os resultados indicam que subprodutos e resíduos agroindustriais (…) podem ter um uso mais nobre, trazendo benefícios reais à saúde humana”, afirma Bicas.


Benefícios da Tecnologia Unicamp

  • Resistência Térmica: Sobrevive a tratamentos térmicos rápidos comuns na indústria.

  • Versatilidade: Pode ser aplicada em polpas de frutas, sucos, geleias e leites vegetais (coco, amêndoas, aveia).

  • Saúde Inclusiva: Permite que pessoas intolerantes à lactose ou veganas tenham acesso aos benefícios dos probióticos em alimentos não lácteos.

  • Valorização da Biodiversidade: Incentiva o uso de frutos nativos brasileiros.

Próximos Passos e Licenciamento

A tecnologia já passou por testes em escala piloto e está protegida pela Inova Unicamp (Agência de Inovação da universidade). Atualmente, a inovação está disponível para licenciamento, o que significa que empresas interessadas podem adquirir o direito de usar essa patente para lançar novos produtos saudáveis e inovadores no mercado.


Com informações: Adriana Arruda / Inova Unicamp.

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Alerta na Saúde do Trabalhador: Lesões de ombro e fraturas dominam afastamentos em 2025

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Dados do Ministério da Previdência Social revelam que o Brasil atingiu o recorde de 4 milhões de benefícios por incapacidade; traumas ortopédicos ocupam metade do “Top 10” de causas.


O cenário da saúde ocupacional no Brasil encerrou 2025 com números alarmantes. De acordo com o levantamento mais recente do Ministério da Previdência Social, o país registrou cerca de 4 milhões de afastamentos do trabalho, o maior volume dos últimos cinco anos. O que chama a atenção de especialistas é a predominância de traumas ortopédicos, que ocupam cinco das dez principais posições no ranking de causas.

As lesões de ombro aparecem em 5º lugar, com mais de 135 mil registros, evidenciando como os membros superiores estão vulneráveis em diversas atividades profissionais.

O Ranking da Incapacidade (Top 10)

As fraturas e lesões ortopédicas são as grandes vilãs da produtividade e do bem-estar dos brasileiros:

Posição Tipo de Lesão Total de Afastamentos
3º lugar Fratura de perna e tornozelo 179.743
5º lugar Lesões do ombro 135.093
7º lugar Fraturas de punho e mão 111.534
8º lugar Fratura do antebraço 109.909
9º lugar Fratura do pé 104.775

Entendendo a Gravidade e o Tempo de Recuperação

Para especialistas das Sociedades Brasileiras de Trauma Ortopédico (TRAUMA), Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC) e Cirurgia da Mão (SBCM), a complexidade varia conforme o tipo de trauma:

  • Níveis de Fratura: Podem ser simples (quando o osso quebra em duas partes) ou cominutivas (múltiplos fragmentos). As fraturas expostas são as mais graves pelo risco de infecção.

  • Consequências Comuns: Perda de força, limitação de movimentos e, em casos de tratamento inadequado, dor crônica e rigidez articular.

  • Tempo de Recuperação: Uma fratura simples leva, em média, de 6 a 12 semanas para consolidar, mas a reabilitação total para o retorno ao trabalho pode levar de 4 a 6 meses, dependendo da função exercida.

Por que o ombro sofre tanto no trabalho?

As lesões de ombro, em particular, costumam estar ligadas a dois cenários principais:

  1. Traumas Agudos: Quedas de altura (comuns na construção civil) ou quedas do próprio nível com o braço estendido.

  2. Esforço Repetitivo: Atividades que exigem manter os braços acima da linha dos ombros por longos períodos (como eletricistas, estoquistas e pintores), gerando as famosas tendinites e rupturas de manguito rotador.

Prevenção é o Caminho

As sociedades médicas reforçam que o uso correto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), pausas programadas e a adequação ergonômica do ambiente de trabalho são essenciais para reduzir esses índices em 2026.

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Com informações: Sociedade Brasileira de Trauma Ortopédico (TRAUMA) / Predicado Comunicação.

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Interior de SP no Topo: JP Ribeirão Preto recebe selo de excelência mundial do TripAdvisor

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O reconhecimento coloca o hotel entre os 10% melhores estabelecimentos avaliados globalmente; prêmio é baseado em avaliações reais de hóspedes sobre hospitalidade, estrutura e custo-benefício.


O Hotel JP Ribeirão Preto Resort & Convenções, unidade do grupo Nacional Inn, acaba de conquistar o prestigiado selo Travellers’ Choice do TripAdvisor. O reconhecimento não é apenas local: ele posiciona o empreendimento cinco estrelas entre o restrito grupo dos 10% melhores hotéis do mundo na plataforma de avaliações.

A premiação é baseada exclusivamente na experiência real dos viajantes. Para receber o selo, o hotel precisou manter avaliações consistentemente positivas ao longo de 12 meses, destacando-se em pilares como qualidade dos serviços, infraestrutura de lazer e eficiência no atendimento corporativo.

Renovação e Tradição

Com mais de 40 anos de história no interior paulista, o JP Ribeirão Preto passou recentemente por um processo de retrofit. A modernização alcançou:

  • Lazer: Piscinas aquecidas e áreas de entretenimento revitalizadas.

  • Hospedagem: 158 apartamentos com novo padrão de conforto.

  • Eventos: Ampliação da área de convenções, reforçando sua vocação para o turismo de negócios próximo ao Aeroporto Leite Lopes.


A Percepção do Hóspede como Estratégia

Para Ricardo Aly, diretor comercial da Nacional Inn, o prêmio chancela a estratégia de “escuta ativa” do grupo. “O selo nasce da percepção real. Estar no topo mundial evidencia o empenho das equipes e o compromisso em superar as expectativas de quem se hospeda conosco”, pontua o executivo.

Fundada em Poços de Caldas (MG) nos anos 70, a rede Nacional Inn leva a tradicional hospitalidade mineira para 34 destinos em nove estados brasileiros, somando mais de 230 salas de eventos em todo o país.

O que os viajantes destacam:

  • Hospitalidade: Atendimento personalizado e acolhedor.

  • Localização Estratégica: Praticidade para quem viaja a trabalho ou lazer em Ribeirão Preto.

  • Custo-benefício: Entrega de serviços de alto padrão com preços competitivos no segmento premium.


Com informações: Nacional Inn Hotéis / MAPA360.

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