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Distrito Federal

CGDF adere ao Pacto Brasil e reforça integridade de empresas no DF

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Órgão se junta a rede nacional que promove boas práticas no setor privado e amplia alcance de ações anticorrupção

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) foi oficializada, nesta terça-feira (1º), como apoiadora institucional do Pacto Brasil, iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU) que promove a integridade no setor privado. A formalização ocorreu durante a Reunião da Rede Nacional de Promoção da Integridade Privada, em Brasília.

A CGDF se une às controladorias estaduais de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Rio de Janeiro e Espírito Santo como parte da rede apoiadora do Pacto Brasil. As adesões são voluntárias e têm como objetivo ampliar o alcance do programa junto a empresas locais, especialmente fornecedores públicos, além de incentivar a disseminação de boas práticas de integridade.

Para o controlador-geral do DF, Daniel Alves Lima, a entrada da CGDF na iniciativa reforça o protagonismo do órgão. “Foram debatidas questões essenciais que são de interesse público, que é o rigor da aplicação de responsabilização das empresas que contratam com o governo, além de fomentar que os cofres públicos sejam ressarcidos em caso de responsabilidade, com cases reais da situação”, afirmou.

O Pacto Brasil oferece às empresas uma ferramenta de autoavaliação e orientações para a implementação ou fortalecimento de programas de integridade. A proposta é acessível a organizações de todos os portes e níveis de maturidade institucional.

A diretora de Promoção da Integridade Privada da CGU, Cristine Ganzenmuller, destacou que “o pacto democratiza o acesso à ética empresarial e convida empresas a assumirem publicamente esse compromisso”. O secretário de Integridade Privada da CGU, Marcelo Pontes Vianna, complementou: “Não se trata de ideologia, mas de uma agenda positiva para os negócios. Integridade agrega valor e reduz riscos”.

Além da solenidade, o evento contou com a apresentação de entregas da Secretaria de Integridade Privada da CGU e do Grupo de Trabalho sobre Programas de Integridade e a Nova Lei de Licitações. Adicionalmente, foram debatidos temas como acordos de leniência e termos de compromisso. Controladorias de Minas Gerais, Pernambuco e São Paulo compartilharam experiências exitosas, destacadas como boas práticas para inspirar outras instituições. Por fim, metodologia de aplicação de penalidades e critérios para aplicação de sanções a empresas privadas também foram discutidos.

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Integridade privada no DF

Em 2025, até o dia 24 de junho, a Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) havia avaliado quase 300 programas de integridade, um crescimento de 183% em relação a todo o ano de 2024. O aumento expressivo reflete a melhoria contínua de processos e procedimentos implementados pela própria CGDF para análise dos documentos exigidos em licitações públicas, já que o órgão, atualmente, analisa todos os programas de integridade privados apresentados.

No Distrito Federal, a atuação da CGDF na promoção da integridade privada já é consolidada em duas frentes: a análise dos Programas de Integridade exigidos em licitações públicas, conforme a Lei nº 14.133/2021, e o acompanhamento de práticas correcionais voltadas ao tema.A subcontroladora de Governança e Compliance da CGDF, Cecília Fonseca, avaliou que a adesão “reforça e amplia um trabalho técnico que já vem sendo executado com rigor no fomento à ética e integridade nas contratações públicas”. Já a subcontroladora de Correição da CGDF, Ismara Roza, destacou que “o pacto complementa os esforços da Controladoria do DF na responsabilização de empresas e qualifica ainda mais possíveis acordos firmados”.

A cerimônia de oficialização contou ainda com a presença da secretária-executiva da CGU, Eveline Brito; da chefe de Gabinete da CGDF, Flaviana Ferreira; do coordenador de Compliance da CGDF, Raphael Cunha; e do diretor de Responsabilização de Entes Privados CGDF, Epitácio Farias de Britto Júnior; além de representantes de diversas controladorias estaduais e municipais.


*Com informações da CGDF

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MPDFT promove I Encontro de Rede das Instituições Parceiras do Sistema Prisional

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O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), por meio do Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional (Nupri) e da Coordenadoria Executiva de Medidas Alternativas (Cema), realizou nesta quinta-feira, 29 de janeiro de 2026, o I Encontro de Rede das Instituições Parceiras do Sistema Prisional do Distrito Federal.


O evento ocorreu na sede do MPDFT, em Brasília, e teve como foco principal o fortalecimento da articulação entre o Poder Público e a sociedade civil para aprimorar as políticas de reintegração social e garantir os direitos fundamentais das pessoas privadas de liberdade e egressas do sistema.

Objetivos e Estratégias do Encontro

Para as promotoras Raquel Tiveron (Nupri) e Thaise Dezen (Cema), o encontro marca um passo decisivo para transformar garantias legais em práticas concretas. Os principais pontos discutidos foram:

  • Articulação em Rede: Promoção de um diálogo permanente para enfrentar os desafios da execução penal de forma integrada.

  • Padronização de Fluxos: Alinhamento técnico sobre a execução de projetos financiados por medidas alternativas, buscando mais celeridade e transparência.

  • Escuta Qualificada: Espaço para que as entidades parceiras compartilhassem experiências diretas no apoio psicossocial e na reintegração.


Instituições Participantes

O encontro reuniu um mosaico diverso de organizações que atuam na ponta do sistema prisional e no suporte aos egressos:

  • Sociedade Civil: Instituto Recomeçar, Associação AME (Mulheres Esquecidas) e Associação Edificar.

  • Educação: Centro Educacional nº 01 de Brasília (responsável pelo ensino no sistema prisional).

  • Controle Social: Conselho da Comunidade de Execução Penal.

  • Religiosas: Assembleia de Deus de Sobradinho.

Projetos de Reintegração no DF

Durante o evento, o MPDFT reforçou a importância de projetos voltados à humanização e à transformação de vidas, como a recente revitalização de núcleos de ensino e a destinação de recursos (muitas vezes oriundos de multas e acordos como o TAC) para melhorias estruturais e capacitação profissional dentro das unidades, como a Penitenciária Feminina do DF.


Com informações:  MPDFT

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Alerta de Golpe: Caesb avisa sobre sites falsos de 2ª via e negociação de débitos

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Criminosos simulam o portal oficial da companhia para desviar pagamentos; saiba como identificar os canais verdadeiros e o que fazer caso seja vítima.


A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) emitiu um alerta urgente para todos os moradores do DF e do Entorno sobre a proliferação de sites fraudulentos. Criminosos estão criando portais com a identidade visual idêntica à da companhia para enganar clientes que buscam a segunda via da conta ou a quitação de débitos, direcionando o dinheiro para contas de golpistas.

Para evitar prejuízos, a Caesb reforça que os cidadãos devem ficar atentos aos endereços digitais e conferir os dados do beneficiário antes de confirmar qualquer transação bancária ou PIX.

Canais Oficiais de Atendimento

Para sua segurança, utilize apenas estes caminhos:

Como funciona o golpe

Ao pesquisar por “2ª via Caesb” em buscadores como o Google, sites patrocinados (anúncios) podem aparecer no topo com endereços falsos. Ao clicar, o usuário é levado a uma página que pede o CPF e gera um boleto ou código PIX. O erro só é percebido após o pagamento, quando o débito continua em aberto no sistema real da Caesb.

O que fazer se você caiu no golpe?

  1. Boletim de Ocorrência: Acesse a Delegacia Eletrônica da PCDF (www.pcdf.df.gov.br) e registre o caso imediatamente.

  2. Contate seu Banco: Tente solicitar a contestação do pagamento ou o Mecanismo Especial de Devolução (MED) do PIX.


Religação e Débitos Protestados

Se o seu fornecimento de água foi cortado por falta de pagamento:

  • Prazo de Religação: Ocorre em até 16 horas úteis após a confirmação do pagamento no sistema.

  • Protesto em Cartório: Contas com mais de 15 dias de atraso podem ser protestadas. Nesses casos, o boleto de quitação já incluirá as taxas cartoriais.

  • Dica Importante: Ao ter o abastecimento restabelecido, mantenha as torneiras fechadas para evitar desperdício e a entrada de ar na tubulação.

Atenção: A Caesb não reconhece qualquer outro número de telefone, link ou pessoa que ofereça descontos ou negociações fora dos canais citados acima.


Com informações: CAESB

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DPDF realiza Dia da Mulher nas primeiras terças-feiras de cada mês

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31ª edição ocorre nesta terça (3/2) no SCN com atendimento jurídico, saúde e serviços sociais gratuitos para mulheres em situação de vulnerabilidade

A Defensoria Pública do Distrito Federal realizará a 31ª edição do Dia da Mulher nesta terça-feira (3/2), das 8h às 14h, no Nuclão da instituição, localizado no Setor Comercial Norte. A iniciativa passa a ocorrer nas primeiras terças-feiras de cada mão, alteração de calendário que substitui as segundas-feiras anteriores.

A mudança de data visa ampliar o acesso da população aos serviços e fortalecer a articulação da rede de apoio envolvida na ação, segundo comunicado da DPDF divulgado em 30 de janeiro.

Serviços oferecidos

O evento oferece atendimento jurídico especializado, encaminhamentos para a rede de proteção à mulher, exames de DNA para reconhecimento de paternidade, serviços de saúde, suporte psicossocial, emissão de documentos e oficinas de capacitação. Todas as atividades são gratuitas e contam com participação de órgãos do GDF e parceiros privados.

Histórico da iniciativa

Criado em maio de 2023 para ampliar o acesso à Justiça, o Dia da Mulher já realizou 30 edições com mais de 56 mil atendimentos. A ação integra em um único espaço serviços jurídicos, sociais e de saúde voltados à promoção da autonomia feminina.

O defensor público-geral do DF, Celestino Chupel, afirmou que a alteração do calendário é “uma medida estratégica que amplia o alcance da iniciativa, ao facilitar o acesso das mulheres aos serviços oferecidos”. A subdefensora pública-geral, Bárbara Nunes Nascimento, destacou que a mudança “fortalecerá a articulação entre os diversos serviços jurídicos, sociais e de saúde disponibilizados”.

Localização

O Nuclão da DPDF fica no SCN, Quadra 1, Edifício Rossi Esplanada Business, Loja 1, próximo ao Hospital Regional da Asa Norte.

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Fontes: Defensoria Pública do Distrito Federal (comunicado divulgado em 30 de janeiro de 2026), Agência Brasília (matéria publicada em 30 de janeiro de 2026).

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