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Emulador de Game Boy Advance é removido da App Store do iOS

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Emulador de Game Boy Advance é removido da App Store do iOS

Dessa vez, não foi culpa da Nintendo

A Apple removeu da App Store o iGBA, um emulador de Game Boy Advance na loja, da App Store. O motivo foi, como poderia-se esperar, violação de direitos autorais e spam. O iGBA foi o primeiro emulador de Game Boy aprovado pela Apple, e a empresa alega que o motivo da remoção foi que o iGBA seria um plágio de outro emulador.

Riley Testut, desenvolvedor do GB4iOS e do conhecido método de instalação de aplicativos de forma alternativa (o AltStore), alegou no Threads que o iGBA parecia uma cópia de seu emulador:

Aparentemente, a Apple aprovou uma imitação do GB4iOS — o precursor do Delta que fiz no Ensino Médio — na app Store. Eu não dei permissão para ninguém fazer isso, e agora está no topo dos downoads (mesmo estando marcado com propagandas + rastreamento).

A Apple passou a permitir emuladores de jogos antigos em abril, como parte de uma atualização para se adequar a diretrizes anti-truste da União Europeia. Mesmo assim, a empresa não permite cópias de outros emuladores. Apesar de alguns emuladores já conseguirem, antes, entrar no App Store, foi a primeira vez que a empresa aprovou explicitamente esse tipo de aplicativo.


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Ciência

Inteligência artificial devolve voz a paciente que perdeu a fala

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A clonagem de voz com inteligência artificial (IA) causa preocupação, mas a tecnologia também pode ajudar pessoas afetadas por tumores e derrames. Foi o caso de uma jovem americana que perdeu a voz após remover um grande tumor na parte posterior do cérebro.

Alexis Bogan, 21 anos, não conseguiu recuperar a fala mesmo após meses de reabilitação. Tudo mudou em abril, quando um clone de voz gerado com tecnologia da OpenAI a permitiu conversar novamente.

Como funciona o clone da voz feito por IA?
  • A nova voz gerada por IA surgiu de um registro de 15 segundos de um vídeo produzido pela adolescente quando estava na escola.
  • Ela digita algumas palavras ou frases em seu telefone e o aplicativo lê instantaneamente em voz alta.
  • A voz clonada pode dizer tudo o que ela quiser.
  • Segundo o Euronews, Bogan é uma das primeiras pessoas que conseguiu recriar uma voz perdida usando o novo Voice Engine da OpenAI.
Jovem digita resposta à pergunta com um aplicativo que clonou sua voz perdida. Imagem: Reprodução/Josh Reynolds/AP
Projeto começou no início de 2024

Segundo os médicos que cuidam do caso, a empresa entrou em contato no início de 2024 em busca por aplicações promissoras para o seu novo gerador de voz de IA. Alexis foi a escolhida como paciente piloto e teve que encontrar uma gravação adequada de sua voz para “treinar” o sistema de IA. Os médicos alimentaram o sistema com apenas um clipe de 15 segundos.

Em abril, um aplicativo especial foi instalado no telefone da jovem para se comunicar. Lexi diz que recuperou a confiança e usa o app cerca de 40 vezes por dia para fazer compras e falar com as crianças da pré-escola, onde trabalha como professora auxiliar: “Mesmo que eu não tenha minha voz totalmente recuperada, tenho algo que me ajuda a encontrar minha voz novamente”, disse Bogan em entrevista ao Euronews.

Ilustração de inteligência artificial falando
Segundo a OpenAI, uma breve mensagem de voz deixada no passado para um parente, por exemplo, pode ser suficiente para criar um clone de voz. Imagem: ArtemisDiana/Shutterstock

Os especialistas já começaram a clonar vozes de outros pacientes e esperam levar a tecnologia a hospitais em todo o mundo. A OpenAI, por sua vez, disse que está agindo com cautela na expansão do uso do Voice Engine, que ainda não está disponível publicamente: “Queremos ter certeza de que não será usado em contextos políticos. Por isso, adotamos uma abordagem muito limitada quanto a quem fornecemos a tecnologia”, diz a empresa.

Outras empresas também estão testando tecnologias similares para auxiliar pessoas com problemas e perda de fala. Milhões de pessoas que enfrentam condições debilitantes, como câncer de garganta ou doenças neurodegenerativas poderiam se beneficiar da novidade.

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Fato Novo com informações e imagens: Olhar Digital

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Governo Federal

Presidente da Anatel defende que órgão regule as plataformas digitais

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O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Carlos Manuel Baigorri, defendeu que o órgão tenha poderes para atuar como regulador e fiscalizador das plataformas digitais

Em audiência na Câmara, Baigorri disse que a agência já tem poder de polícia previsto em lei, mas sua atuação está restrita, por enquanto, às empresas de telecomunicação.

Ele explicou que durante as eleições de 2022, numa parceria com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Anatel pôde atuar junto às operadoras de telecomunicação para tirar do ar o Telegram por conta de denúncias de disseminação de informações falsas. O dirigente da Anatel explicou que a agência não tem, no entanto, como atuar sobre postagem e perfis específicos.

Baigorri acredita que a Anatel possa ganhar o status de atuação como supervisora das redes sociais. Segundo ele, não haveria necessidade de aumentar o orçamento da agência para que ela também pudesse cumprir esse novo papel.

“Nós entendemos que nós reunimos as condições para ser a agência responsável pela regulação não só do mercado de telecomunicações, mas do ambiente digital como um todo”, afirmou Baigorri.

Para o presidente da Anatel, falta responsabilização das redes sociais. E comparou que a imprensa tradicional pode ser responsabilizada pelo conteúdo que publica, mas as plataformas não. “Essa assimetria legal e regulatória é o primeiro elemento que propicia que qualquer coisa possa ser colocada na internet, nas redes sociais, independentemente de agredir a honra, a família, a integridade ou a própria vida de terceiros”, disse.

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Distrito Federal

ABDI vai doar frota de carros elétricos para a UnB

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Os veículos modelo Twizy serão usados por servidores e alunos nos campi Plano Piloto, Gama, Planaltina e Ceilândia

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) vai doar sete carros elétricos e três carregadores para a Universidade de Brasília (UnB). A entrega das chaves será na terça-feira (21/5), às 10h.

Os veículos modelo Twizy serão usados por servidores nos campi Plano Piloto, Gama, Planaltina e Ceilândia. Os carros elétricos também serão colocados à disposição de pesquisas de alunos de engenharia, automotiva, de energia e de transportes, da Faculdade de Tecnologia.

O presidente da ABDI, Ricardo Cappelli, tomou a iniciativa de doar os veículos apostando na transição energética: “A descarbonização é uma necessidade urgente por todo o planeta, inclusive aqui no Brasil. Toda iniciativa que mire esse horizonte é mais que necessária, é urgente”.

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Fato Novo com informações e imagens: Metrópoles

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