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MDS entrega 4 mil cestas de alimentos por dia para municípios e cozinhas solidárias do Rio Grande do Sul

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A pasta já investiu R$ 8,4 milhões na compra de 52 mil cestas para o estado e envia, diariamente, em parceria com Forças Armadas, Correios e outros colaboradores as cestas para a base da Conab, em Canoas

Quase 15 mil cestas, ou 321 toneladas de alimentos, adquiridas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) foram entregues na unidade da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em Canoas (RS), até esta segunda-feira (14.05). O local armazena os produtos – em média chegam cerca de quatro mil cestas por dia -, de onde são distribuídos para outros municípios do Rio Grande do Sul e, principalmente, às cozinhas solidárias e cozinhas emergenciais, que estão fornecendo refeições a milhares de desabrigados e desalojados.

Nós optamos por centralizar inicialmente na Unidade Armazenadora da Conab, em Canoas, para facilitar a distribuição, mas agora, teremos alguns pontos descentralizados” ; Lilian Rahal, secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS

“Nós optamos por centralizar inicialmente na Unidade Armazenadora da Conab, em Canoas, para facilitar a distribuição, mas agora, teremos alguns pontos descentralizados também no estado para poder chegar mais perto de quem mais precisa e de quem está numa situação mais vulnerável”, explicou Lilian Rahal, secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS.

A pasta já investiu R$ 8,4 milhões na compra de 52 mil cestas para o Rio Grande do Sul, o que corresponde a 1.100 toneladas de alimentos. O ministério realiza uma ata de registro de preços com estimativa de cestas de alimentos, inclusive prevendo situações de calamidade.

“Fizemos uma licitação no ano passado, feita em lotes, prevendo aquisição e doação de cestas em todos os estados do Brasil. Nós fizemos uma previsão de um lote grande de cestas para o estado do Rio Grande do Sul e a empresa vencedora foi acionada, com esse desastre, e nós emitimos uma ordem de serviço para que ela fornecesse inicialmente 52 mil cestas”, detalhou Lilian Rahal.

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Na ata de registro há ainda 45 mil cestas para o estado e, caso seja necessário, outras cestas serão adquiridas pelo MDS. “O presidente Lula determinou não faltar nada, ou seja, o que for necessário de alimentação, o MDS compra junto com a Conab, com o MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar), o Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária), e garantir essa integração com estados e municípios”, frisou o ministro Wellington Dias.

Cada cesta entregue pelo MDS soma 21,5 kg de alimentos, e é composta de dez itens: arroz (10 kg), feijão carioca (3 kg), leite em pó integral instantâneo (2 kg), óleo de soja (900 ml), farinha de trigo (1 kg) ou farinha de mandioca (1 kg), macarrão espaguete comum (1 kg), fubá de milho (1 kg), açúcar cristal (1 kg), sardinha em óleo comestível (500 g) e sal refinado e iodado (1 kg).

A secretária Lilian Rahal destaca que a gestão pública tem uma série de normas e leis para orientar as ações em casos de emergências e calamidades de forma geral e especificamente nas políticas de segurança alimentar e nutricional, dentre as quais se inclui a Ação de Distribuição de Alimentos (ADA).

“Temos aí um arcabouço legal para prever a doação de alimentos em forma de cestas para situações de desastres, emergências climáticas e, também, situações de insegurança alimentar e nutricional permanentes, como as que vivem algumas comunidades indígenas, por exemplo”, disse Lilian Rahal, que fez questão de ressaltar que pela excepcionalidade do caso do Rio Grande do Sul, muitos procedimentos foram facilitados, com mais canais de comunicação e requerimentos simplificados.

Dentre os meios criados para as prefeituras de municípios em situação de calamidade pública no Rio Grande do Sul solicitarem cestas para as cozinhas solidárias ou emergenciais está o e-mail rs.sureg@conab.gov.br.


Fato Novo com informações: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

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Brasil

Desmatamento na Amazônia cai 62,2%; agro responde por 97% da devastação ambiental

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No primeiro ano de governo, Lula conseguiu conter a degradação ambiental, que caiu 11,6%. No entanto, agro avançou sobre o Cerrado, que ultrapassou a Amazônia em área desmatada pela primeira vez desde o início da série histórica

No primeiro ano de governo, Lula conseguiu colocar um freio no desmatamento da Amazônia, que caiu 62,2% em relação a 2022, último ano do governo Jair Bolsonaro (PL), segundo dados do Relatório Anual de Desmatamento (RAD 2023) do MapBiomas, divulgados nesta terça-feira (28).

No total, de acordo com o estudo, o desmatamento no Brasil caiu 11,6%, de 2.069.695 hectares em 2022 para 1.829.597 hectares em 2023.

O MapBiomas aponta que a expansão agropecuária foi o principal motor do desmatamento no Brasil, representando 97% do total da devastalçai de áreas nativas.

A devastação causada pelo agro aconteceu principalmente no Cerrado, que ultrapassou pela primeira vez a Amazônia em área desmatada desde o início da série histórica, em 2019.

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Segundo o relatório, 61% do desmatamento em 2023 aconteceu no Cerrado e 25% na Amazônia.


“Os dados apontam a primeira queda do desmatamento no Brasil desde 2019, quando se iniciou a publicação do RAD. Por outro lado, a cara do desmatamento está mudando no Brasil, se concentrando nos biomas onde predominam formações savânicas e campestres e reduzindo nas formações florestais”, alerta em comunicado Tasso Azevedo, coordenador do MapBiomas.

O crescimento do desmatamento no Cerrado aconteceu justamente em regiões de avanço do agro, como no município de Alto Parnaíba, no Maranhão, que registrou o maior índice de devastação, de 6.691 hectares – 70% dos municípios do Cerrado registraram desmatamento.

O avanço se deu também áreas indígenas no bioma, como no território Porquinhos dos Canela-Apãnjekra, com 2.750 hectares desmatados.

Houve ainda um aumento exponencial, de 665%, de desmatamento em territórios quilombolas e Unidades de Conservação no Cerrado.

São Desidério (BA) foi o município mais desmatado do país, com 40.052 hectares.  O relatório do MapBiomas pode ser consultado na íntegra na página do MapBiomas.

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Fato Novo com informações: Revista Fórum

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Brasil

Empresários vão doar 2 mil toneladas de carne para o RS, afirma ministro

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De acordo com o titular da pasta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez o pedido aos executivos, que atenderam à iniciativa

O ministro Carlos Fávaro (Agricultura) anunciou, nesta segunda-feira (27), que empresários do setor de proteína animal vão doar 2 mil toneladas de carne para o Rio Grande do Sul.

De acordo com o titular da pasta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez o pedido aos executivos, que atenderam à iniciativa. O anúncio ocorre depois de reunião com empresários e o chefe do Executivo, no Palácio do Planalto.

Metade da doação virá da JBS, empresa de Joesley e Wesley Batista, que também participaram da reunião nesta tarde.

Fávaro contou que será criado um grupo de trabalho com representantes do governo federal, estadual e da indústria para organizar a logística das doações, que devem acontecer ao longo dos próximos meses.

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Como já há estoque disponível no estado para a doação, a expectativa é de que a carne já seja encaminhada para abrigos e cozinhas solidárias nos próximos dias.

“Nós vamos fazer juntos, governo e iniciativa privada, [logística] para que a gente possa então ter um programa permanente, até quando necessário, para a doação de proteínas”, disse Fávaro a jornalistas no Planalto.

A ideia é acrescentar na alimentação das pessoas cerca de 200 g ou 300 g de proteína animal por dia. As doações serão de carne bovina, suína, frango e ovo. Segundo ele, serão 6 milhões de refeições.

De acordo com Fávaro, o presidente repetirá o pedido de doação para empresários de outros setores.
Participaram do encontro e da doação, nesta segunda, 30 executivos do setor de proteína animal, além de dois representantes de associações, e do ministro e do presidente.

Lista de presentes na reunião

1. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República
2. Carlos Fávaro, ministro da Agricultura e Pecuária
3. Marcelo Osório, ABPA
4. Fernando Sampaio, ABIEC
5. Joesley Batista, JBS
6. Jéssica Mayara de Lima, Better Beef
7. Carlos Tiossi, Argus
8. Leonardo Dalmazzo Fortes, Comesul
9. Cristian Testoni Delavy, Distriboi
10. William Correia Matias, Frialto
11. Djalma Gonzaga de Oliveira, Frigol
12. André Benedetti, Frigosul
13. João Manoel Lira dos Santos, LKJ
14. Alfredo Pedro Massoti, Frisa
15. Alberto Sérgio Capuci, Naturafrig
16. Sandro Silva de Oliveira, Supremo Carnes
17. Luiz Bueno, Mercúrio Alimentos
18. Luiz Zanchetta, Zanchetta Foods
19. Wesley Batista, JBS
20. Marcos Molina, BRF/Marfrig
21. Gilberto Tomazoni, JBS
22. Danielle Scheneider, ABIEC
23. Felipe Oranges, Barra Mansa Alimentos
24. Cláudio Andrey Alexandrino, Astra
25. Charles Leguile, Beauvallet Brasil
26. Leandro José Pereira Macedo, Fribev
27. Estivaldo Vadão Gomes, Estrela Alimentos
28. Matheus Silva, Frigorífico Silva
29. Flávio Ferreira, MSP
30. Márcio André Scarlassara, Rio Beef
31. Cláudio Valêncio, Valêncio
32. Nelson Bezerra, Masterboi
33. Paulo Afonso, Ativo Alimentos
34. Norberto Giangrande, Minerva Foods

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Fato Novo com informações e imagens: Jornal de Brasília

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Casal que espancou assaltantes ganhou carro de cantor sertanejo

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Luísa Alexandra e Fênix Oliveira ganharam dinheiro do cantor, compraram o veículo e quase foram roubados

Um casal comprou carro novo com dinheiro dado por um cantor sertanejo e quase foi assaltado na última segunda-feira (20), em Uberlândia, Minas Gerais. O vídeo, viralizado nas redes sociais, mostra o momento em que Luísa Alexandra e Fênix Oliveira dão uma surra nos criminosos.

Segundo o G1, Luísa Alexandra e Fênix Oliveira contaram que ganharam R$16 mil de um cantor sertanejo para adquirir uma moto, enquanto um deles trabalhava em um bar já frequentado pelo artista.

“Trabalho como garçonete em um bar que o sertanejo sempre frequenta. Estava atendendo à mesa em que ele estava com a esposa e os amigos. Ele gostou muito de mim, até choramos juntos. Ele me perguntou do que eu ia trabalhar e contei que era de moto com meu marido. Em seguida, ele perguntou quanto custava minha moto dos sonhos. Disse que era R$ 16 mil e ele me fez o Pix na hora”, relatou Luísa.

Entretanto, ao invés de comprar a moto, Luísa optou por comprar um carro, pois, segundo ela, atenderia melhor às necessidades da família. Vale ressaltar que, em momento algum o casal revela a identidade do artista. Além dos R$ 16 mil, o sertanejo ainda deixou uma gorjeta de R$1 mil.

O cantor ainda pediu para que Luísa honrasse a promessa de que usaria o veículo para trabalhar com seu esposo e, sem voltar atrás, ela foi lá e cumpriu. Porém, dois dias depois, ocorreu o susto com o quase roubo. O casal afirmou ainda que resolveu reagir ao assalto depois de perceber que os criminosos não estavam armados, pois o carro, além de novo, ainda não tinha seguro.

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Fato Novo com informações: Correio Braziliense

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