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Efeito Lula: Desemprego cai para 5,8% e atinge menor nível da série histórica, diz IBGE

Efeito Lula: Desemprego cai para 5,8% e atinge menor nível da série histórica, diz IBGE

Redação
Por: Redação
02/08/2025 às 23h00 Atualizada em 03/08/2025 às 02h00
Efeito Lula: Desemprego cai para 5,8% e atinge menor nível da série histórica, diz IBGE
Foto: Reprodução

Taxa de desemprego no Brasil chega a 5,8% no 2º trimestre de 2025, menor da série do IBGE. Número de ocupados bate recorde, assim como carteira assinada, rendimento médio e massa salarial

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,8% no segundo trimestre de 2025, o menor nível da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A melhora foi impulsionada pelo crescimento da população ocupada, que atingiu 102,3 milhões de pessoas, também um recorde. Em relação ao primeiro trimestre (7%), houve uma redução de 1,2 ponto percentual. Na comparação com o segundo trimestre de 2024 (6,9%), a queda foi de 1,1 ponto. Atualmente, o país tem 6,3 milhões de pessoas desocupadas, representando uma queda de 17,4% (1,3 milhão de pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 15,4% (1,1 milhão) no ano. Empregos formais e informalidade O nível de ocupação (proporção de pessoas com 14 anos ou mais que estão trabalhando) subiu para 58,8%, alta de 0,69 ponto percentual no trimestre e de 1 ponto na comparação anual. O número de empregados com carteira assinada no setor privado também bateu recorde: 39 milhões. Houve aumento de 0,9% no trimestre (357 mil pessoas) e de 3,7% frente a 2024 (1,4 milhão). Já os empregados sem carteira assinada somam 13,5 milhões, com alta de 2,6% no trimestre. Na comparação anual, o número se manteve estável. Outros dados da pesquisa:
  • Trabalhadores por conta própria: 25,8 milhões
  • Trabalhadores informais: 38,7 milhões
  • Taxa de informalidade: 37,8%
  • População fora da força de trabalho: 65,5 milhões (estável)
  • População desalentada: 2,8 milhões (queda de 13,7% no trimestre)
Subutilização e renda A taxa de subutilização da força de trabalho (inclui desocupados, subocupados e quem desistiu de procurar emprego) caiu para 14,4%, a menor da série histórica. São 16,5 milhões de brasileiros em situação de subutilização, com queda de 1,5 ponto no trimestre e de 2 pontos frente a 2024. O número de desalentados também caiu para 2,8 milhões, com recuo de 13,7% no trimestre e de 14% anual. O rendimento real habitual médio chegou a R$ 3.477, o maior da série histórica, com alta de 1,1% no trimestre e de 3,3% na comparação anual. A massa de rendimento real habitual (soma do rendimento de todos os trabalhadores ocupados) também atingiu recorde: R$ 351,2 bilhões, com avanço de 2,9% no trimestre e de 5,9% sobre 2024.

Com informações: Agência Brasil, Revista Fórum
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