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Focus Brasil destaca saída do país do Mapa da Fome pela segunda vez

Focus Brasil destaca saída do país do Mapa da Fome pela segunda vez

Redação
Por: Redação
31/07/2025 às 16h29 Atualizada em 31/07/2025 às 19h29
Focus Brasil destaca saída do país do Mapa da Fome pela segunda vez
Foto: Reprodução

Revista comemora edição 200 ao destacar que políticas sociais do governo Lula foram fundamentais para reduzir a fome. Brasil retorna à lista de países sem situação de fome da ONU

A revista Focus Brasil, em sua edição comemorativa número 200, destacou a saída do Brasil do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas (ONU) como uma conquista histórica. O país havia deixado o mapa em 2014, mas retornou em 2021 durante os governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro, devido ao desmonte de políticas sociais e à gestão negacionista da pandemia.

Com o retorno de Luiz Inácio Lula da Silva, a priorização de políticas públicas de transferência de renda, como o Bolsa Família, e de programas como o Plano Brasil Sem Fome, o PAA e o PNAE, permitiu que o país deixasse a fome para trás novamente. Segundo a FAO, sair do Mapa da Fome significa que menos de 2,5% da população vive em situação de subalimentação crônica. A revista aponta que, em 2021, a insegurança alimentar grave atingia mais de 33 milhões de brasileiros, número que recuou significativamente, com cerca de 24 milhões de pessoas saindo da fome até o fim de 2023. “O Brasil havia deixado essa lista em 2014, ao final do ciclo de expansão das políticas sociais inauguradas por Lula e mantidas por Dilma Rousseff. Voltou em 2021, sob o impacto do desmonte de programas sociais, dos cortes de orçamento e da gestão negacionista durante a pandemia. Com o retorno da fome e a explosão da pobreza extrema, o país viu retroceder conquistas que haviam se tornado referência mundial”, destaca a publicação. A edição especial também ressalta os impactos positivos das políticas do governo Lula, como a queda do desemprego para 6,6% em 2024 (a menor taxa desde 2012), o aumento da renda dos 10% mais pobres (10,7%) e a redução do índice de Gini para 0,506, o menor da série histórica.

Com informações: Site do PT

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