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Quaest: 53% dos brasileiros apoiam a defesa de Lula por maior integração dos Brics

Quaest: 53% dos brasileiros apoiam a defesa de Lula por maior integração dos Brics

Redação
Por: Redação
19/09/2025 às 08h00 Atualizada em 19/09/2025 às 11h00
Quaest: 53% dos brasileiros apoiam a defesa de Lula por maior integração dos Brics
Foto: Reprodução
Levantamento revela que a proposta do governo brasileiro de fortalecer a aliança de economias emergentes, incluindo a desdolarização do comércio e a reforma financeira, tem forte aprovação popular
A política externa do governo brasileiro em relação ao Brics tem o respaldo da maioria da população, de acordo com um levantamento da Genial/Quaest divulgado nesta quarta-feira (17). A pesquisa revelou que 53% dos brasileiros aprovam a defesa feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva de uma maior integração comercial e financeira entre os países do bloco. O estudo aponta que 29% dos eleitores rejeitam a proposta, enquanto 18% não se manifestaram. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores presencialmente entre 12 e 14 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais.
Posição do Governo e Expansão do Bloco
O apoio popular valida a agenda internacional de Lula, que tem sido marcada pela busca em ampliar a relevância do Brasil no debate sobre alternativas econômicas para o Sul Global. Na última cúpula, realizada no Rio de Janeiro em 2025, o presidente brasileiro defendeu publicamente:
  • A criação de um novo sistema financeiro global.
  • A revisão da dívida de países em desenvolvimento.
  • A realização de trocas comerciais entre os membros do bloco que não fiquem restritas ao dólar.
O bloco Brics, inicialmente composto por grandes economias emergentes, foi recentemente expandido e conta hoje com 11 membros: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã. A proposta de maior cooperação encontra eco em outras capitais, como Pequim. O presidente da China, Xi Jinping, também apoiou o reforço da cooperação econômica dentro do grupo, citando as tarifas impostas pelos Estados Unidos como um fator de união.
Fonte: Revista Fórum
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