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PM em escola por reclamação de pai sobre atividade de orixás gera controvérsia em São Paulo

PM em escola por reclamação de pai sobre atividade de orixás gera controvérsia em São Paulo

Redação
Por: Redação
18/11/2025 às 08h00 Atualizada em 18/11/2025 às 11h00
PM em escola por reclamação de pai sobre atividade de orixás gera controvérsia em São Paulo
Foto: Reprodução
Quatro policiais militares, incluindo um agente com metralhadora, estiveram na Emei Antônio Bento, no Caxingui (zona oeste de São Paulo), após o pai de uma aluna de 4 anos acionar o 190 para reclamar de uma atividade escolar sobre orixás. O material didático, baseado no livro Ciranda em Aruanda, faz parte da proposta pedagógica que torna obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira no currículo municipal

Uma atividade escolar sobre orixás em uma escola municipal de educação infantil (Emei Antônio Bento), no Caxingui, zona oeste de São Paulo, gerou uma polêmica que culminou com a presença de policiais militares no local.

O incidente ocorreu no domingo (16) após o pai de uma aluna acionar o telefone 190 da Polícia Militar, reclamando do conteúdo da atividade. Segundo relatos de mães, quatro PMs, incluindo um agente armado com metralhadora, foram enviados à escola, apesar de não integrarem a ronda escolar.

? Reunião Escolar e Abuso de Poder

A presença da corporação ocorreu no horário em que a escola realizaria uma reunião do Conselho, para a qual o pai havia sido convidado, mas não compareceu. Uma mãe relatou que os PMs demonstraram "abuso de poder, assustando crianças e funcionários".

O descontentamento do homem já havia sido demonstrado na véspera, quando ele teria rasgado um mural com trabalhos infantis expostos na unidade.

? Atividade e Currículo

A atividade controversa fazia referência ao livro infantil Ciranda em Aruanda, de Liu Olivina, uma obra premiada e adotada pela rede municipal. A publicação apresenta personagens do universo das religiões de matriz africana.

A Prefeitura de São Paulo defendeu a unidade escolar, afirmando que a atividade integra as propostas pedagógicas obrigatórias do Currículo da Cidade de São Paulo, que determinam o ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que os envolvidos foram orientados a registrar boletim de ocorrência e que a Corregedoria da PM está à disposição para apurar eventuais denúncias sobre a conduta policial.


Com informações: Portal Metrópoles / Revista Fórum

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