
A Carteira de Identidade Nacional (CIN) está se tornando rapidamente a realidade para a população brasileira, com mais de 38 milhões de documentos já emitidos no total acumulado. Entre janeiro e outubro de 2025, a emissão da CIN cresceu 60% em comparação com o mesmo período do ano anterior.
A CIN tem como objetivo facilitar a identificação civil no Brasil, adotando um padrão nacional e o CPF como número de registro único para todas as unidades da federação. A medida visa simplificar cadastros, ampliar a segurança pública e mitigar fraudes documentais.
Número Único (CPF): O CPF se torna o único identificador nacional, eliminando os RGs estaduais com números distintos e a possibilidade de múltiplos registros para a mesma pessoa.
Padronização e Segurança: O documento possui a mesma estrutura visual em todo o país e inclui elementos de segurança como QR Code para verificação rápida e Machine Readable Zone (MRZ), que pode permitir o uso como documento de viagem em acordos internacionais.
Versão Digital e Integração: A CIN possui uma versão digital integrada à carteira de documentos do Gov.br e permite a integração de bases e serviços (saúde, segurança, assistência) em tempo real entre diferentes áreas do Estado.
A primeira emissão da Carteira de Identidade Nacional é gratuita. O processo deve ser iniciado no portal de identificação do respectivo estado, reunindo a seguinte documentação obrigatória:
Número do CPF (obrigatório).
Certidão de Nascimento (solteiros) ou Certidão de Casamento (casados), em original e cópia.
Comprovante de Residência com CEP (pode ser exigido em alguns estados).
Após o agendamento (que é a regra na maioria dos estados), o cidadão deve comparecer ao instituto de identificação para coleta biométrica e foto, aguardando o prazo para a retirada da via física ou a disponibilização da versão digital no Gov.br.
Com informações: Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Governo Digital, Revista Fórum