
O pregão desta quinta-feira (27 de novembro) está esvaziado, com os mercados à vista e de títulos nos Estados Unidos fechados devido ao feriado de Ação de Graças. Os índices futuros de Nova York operam com pouca variação, enquanto a sessão será retomada nesta sexta-feira em horário reduzido.
No cenário doméstico, a atenção se volta para indicadores econômicos e decisões corporativas:
Caged e CMN: É aguardada a divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de outubro, com projeção de criação de cerca de 105 mil vagas formais. O Conselho Monetário Nacional (CMN) também se reúne, ganhando relevância após a liquidação do Banco Master.
Resultados e Petrobras: O Tesouro Nacional apresenta o resultado referente a outubro. A Petrobras leva à votação de seu Conselho de Administração o novo plano de negócios, com coletiva de imprensa prevista para amanhã.
Contexto Político-Econômico: O Ibovespa bateu recorde na quarta-feira (26), fechando em 158.554 pontos, e o presidente Lula sancionou a lei que zera o Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil, financiada pela taxação de super-ricos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500, Nasdaq e Dow Jones caminham para a melhor semana desde junho, refletindo o forte apetite por risco e a alta expectativa de corte de juros pelo Federal Reserve (Fed) em dezembro (o mercado precifica mais de 80% de chance de corte).
Na Europa, os mercados recuam ligeiramente sem a referência de Nova York, enquanto investidores aguardam a ata do Banco Central Europeu (BCE) sobre a decisão de juros de outubro.
Petróleo: Os preços do petróleo operam em baixa, com traders acompanhando esforços de paz na Ucrânia e de olho na reunião da Opep+ neste fim de semana.
Ásia: Bolsas fecharam majoritariamente em alta, impulsionadas pelas expectativas de corte de juros do Fed.
O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou o julgamento em plenário virtual do Marco Temporal para a demarcação das terras indígenas entre os dias 5 e 15 de dezembro.