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ONS determina aumento do uso de térmicas para garantir energia

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Usinas devem maximizar geração e permanecer em prontidão

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), em alinhamento com o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), solicitou a maximização da geração térmica e a prontidão das usinas. A finalidade é assegurar o fornecimento de energia para o Sistema Interligado Nacional (SIN) durante o período seco e a transição para o período úmido de 2025/2026. 

A iniciativa faz parte das medidas operativas e recomendações do ONS para manter o suprimento de energia no segundo semestre de 2025, visando o pleno atendimento às demandas de carga e potência da sociedade brasileira.

O ONS é o órgão responsável pela coordenação e controle da operação das instalações de geração e transmissão de energia elétrica no SIN e o CMSE é o comitê responsável por monitorar o setor elétrico e propor medidas para garantir a segurança e a confiabilidade do fornecimento de energia.

Recomendações

Em junho, o ONS apresentou, durante reunião ordinária do CMSE, uma série de recomendações para manter o atendimento de potência no segundo semestre e iniciar a recuperação dos níveis de armazenamento na região Sul.

Entre as propostas para reforçar o atendimento de potência estão a utilização da capacidade de modulação das usinas hidrelétricas do rio São Francisco e da UHE Itaipue a maximização da disponibilidade da geração termelétrica.

O colegiado também decidiu manter o monitoramento do subsistema Sul, que teve os níveis dos reservatórios afetados por condições meteorológicas desfavoráveis nos últimos meses.

“Há uma perspectiva de elevação dos níveis dos reservatórios do Sul a partir de agosto, mas seguimos atentos à região. A questão do atendimento de potência no segundo semestre também se mantém como prioridade e propusemos diferentes ações que vão garantir o atendimento da demanda”, afirmou o diretor-geral do ONS, Marcio Rea.

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Fonte: Agência Brasil

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Um ano de restrição de celulares no DF: 74% dos educadores aprovam a medida

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Balanço da Secretaria de Educação (SEEDF) aponta melhora na concentração e no convívio social; pais e alunos relatam desafios na comunicação, mas reconhecem benefícios pedagógicos.


A Lei nº 15.100/2025, que proíbe o uso de celulares e dispositivos eletrônicos em escolas públicas e privadas do Distrito Federal, completou seu primeiro ano de vigência com resultados expressivos. Segundo pesquisa da SEEDF, a aceitação entre os profissionais de educação é alta: 38,2% consideram a medida eficiente e 35,7% a classificam como muito eficiente.

O balanço revela que a proibição — válida tanto para salas de aula quanto para espaços de recreação — ajudou a resgatar hábitos que estavam “desaparecendo”, como a leitura de livros físicos e os jogos de tabuleiro durante o intervalo.

Impactos Positivos e Desafios

A implementação da lei trouxe mudanças profundas na rotina escolar, conforme relatado por professores, pais e alunos ao Jornal de Brasília:

  • Aumento do Foco: Professores notaram uma melhora significativa na atenção durante as aulas. Para a estudante Hanna Silverio (3º ano), a ausência do aparelho torna a aula mais dinâmica e impede distrações externas.

  • Socialização: Pais e diretores observam que os alunos voltaram a interagir mais entre si. “Percebo os estudantes menos estressados e mais disponíveis ao diálogo”, afirma Daniela Moraes, mãe de aluno.

  • Comunicação com a Família: Este foi o principal ponto de dificuldade. Muitos pais relataram insegurança por não conseguirem falar com os filhos no trajeto de volta ou para coordenar a saída da escola.

  • Resistência nos Anos Finais: O Ensino Médio apresenta a maior resistência à adaptação, já que muitos jovens utilizam o aparelho para pagamentos em cantinas ou aplicativos de transporte.

“Modo Aprendizagem” vs. Uso Doméstico

O diretor do colégio Sigma, Marcelo Tavares, alerta para o “efeito rebote”: muitos alunos compensam a restrição escolar com o uso excessivo de telas em casa, especialmente durante as férias. A SEEDF reforça, por meio do guia “O celular na escola: modo aprendizagem”, a diferença entre porte (levar o aparelho) e uso (manusear durante o turno).

Para equilibrar a falta do dispositivo pessoal, o governo mantém o Programa Horizontes Digitais, que investe em recursos tecnológicos voltados exclusivamente para fins pedagógicos, garantindo que a tecnologia seja usada de forma responsável e controlada.


O que diz a Lei no DF?

  • Proibição: Celulares e eletrônicos em salas de aula e espaços pedagógicos.

  • Exceções: Apenas para uso pedagógico orientado pelo professor ou casos de saúde/acessibilidade.

  • Responsabilidade: Em emergências, as famílias devem contatar a secretaria da escola, que faz a mediação com o aluno.


Com informações: Jornal de Brasília

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Brasil

Gás do Povo: Novo programa garante botijão gratuito e deve beneficiar 50 milhões de brasileiros

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Com a meta de triplicar o alcance do antigo Auxílio Gás, o programa “Gás do Povo” substitui o repasse em dinheiro pela entrega direta do botijão de 13kg em revendas credenciadas; previsão é de funcionamento total em março de 2026.


O governo federal está consolidando a transição do antigo Auxílio Gás para o novo Programa Gás do Povo. Diferente do modelo anterior, que depositava um valor em dinheiro na conta dos beneficiários, a nova política garante a gratuidade total da recarga do botijão de cozinha (13kg).

A medida, implementada pela Medida Provisória 1313/2025, tem votação prevista na Câmara dos Deputados para a próxima segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, logo na volta do recesso parlamentar. O objetivo é combater a “pobreza energética”, termo que descreve a dificuldade das famílias em acessar combustíveis limpos para cozinhar.

Como funciona o benefício?

O programa opera por meio de um sistema de vouchers digitais ou cartões bancários. O beneficiário não recebe mais dinheiro, mas sim o direito de retirar um botijão cheio em troca do vazio.

  • Modalidade de Troca: O responsável familiar apresenta o cartão do Bolsa Família (com chip), o cartão de débito da Caixa ou informa o CPF na maquininha (“Azulzinha”) da revenda, validando a operação com um código enviado por SMS para o celular.

  • Quantidade de Recargas:

    • Famílias de 2 ou 3 pessoas: Têm direito a até 4 recargas por ano (uma a cada 3 meses).

    • Famílias de 4 ou mais pessoas: Têm direito a até 6 recargas por ano (uma a cada 2 meses).

Quem tem direito?

O público-alvo é composto por famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) que atendam aos seguintes critérios:

  • Renda familiar per capita de até meio salário mínimo (R$ 811,00 em 2026).

  • Prioridade para beneficiários do Bolsa Família.

  • Cadastro Único atualizado nos últimos 24 meses.

Impacto Social e Saúde Pública

O Ministro Wellington Dias (MDS) ressaltou que comprar gás compromete até 10% do salário mínimo de famílias vulneráveis. Ao garantir o gás gratuito, o governo espera que esse recurso seja redirecionado para a compra de alimentos.

Além disso, o programa visa reduzir o uso de lenha e carvão, que ainda são utilizados por mais de 12 milhões de lares brasileiros. A fumaça gerada por esses combustíveis improvisados é responsável por graves problemas respiratórios, sendo causa de mais de 3 milhões de mortes anuais no mundo, segundo a OMS.

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Cronograma de Expansão 2026:

  • Janeiro: Já atende todas as capitais e 6,5 milhões de famílias.

  • Fevereiro: Migração automática de todos os antigos usuários do Auxílio Gás para o novo sistema.

  • Março: Pleno funcionamento em todos os 5.570 municípios do Brasil, alcançando 15 milhões de famílias.


Com Informações de: PT

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Luisa Stefani cai nas semifinais e Brasil encerra participação no Aberto da Austrália 2026

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Tenista paulista se despediu do Grand Slam após batalhas intensas nas duplas femininas e mistas; apesar das derrotas, balanço da parceria retomada com Gabriela Dabrowski é positivo para a temporada.


A jornada brasileira no Aberto da Austrália 2026 chegou ao fim nesta quinta-feira (29 de janeiro de 2026). Luisa Stefani, a última representante do país no torneio em Melbourne, foi superada em duas semifinais consecutivas, encerrando uma campanha de alto nível que recoloca o Brasil entre os protagonistas do tênis mundial de duplas.

Ao lado da canadense Gabriela Dabrowski, com quem retomou a parceria vitoriosa de anos anteriores, Stefani travou uma batalha de 2h20min contra a cazaque Ana Danilina e a sérvia Aleksandra Krunic. O jogo foi decidido nos detalhes, com parciais de 7/6 (7/2), 3/6 e 6/4 para as adversárias.

Aprendizado e Olhar no Futuro

Mesmo com a eliminação, o desempenho da dupla foi superior ao de 2025, quando Luisa parou nas quartas de final. Em entrevista após o jogo, a brasileira destacou a evolução:

“A campanha foi muito positiva… Primeiro torneio juntas e deixa uma esperança para a temporada. Agora é seguir motivadas para continuar trabalhando para melhorar nos próximos torneios”, analisou Stefani.

Duplas Mistas e Outros Brasileiros

A maratona de Luisa começou na noite de quarta-feira (28), quando ela e o salvadorenho Marcelo Arevalo também caíram na semifinal de duplas mistas para os franceses Manuel Guinard e Kristina Mladenovic. O placar foi de 2 sets a 1 (6/2, 3/6 e 10/7 no match tie-break).

Além de Stefani, o Brasil teve outros destaques na reta final:

  • Orlando Luz e Rafael Matos: Os gaúchos alcançaram as quartas de final de duplas masculinas, sendo superados pela experiente dupla formada por Marcel Granollers e Horacio Zeballos por 2 sets a 0.


Resumo do Brasil em Melbourne (Janeiro/2026)

Atleta(s) Categoria Resultado Final
Luisa Stefani / G. Dabrowski Duplas Femininas Semifinal
Luisa Stefani / M. Arevalo Duplas Mistas Semifinal
Orlando Luz / Rafael Matos Duplas Masculinas Quartas de Final
Beatriz Haddad Maia Simples Feminino 3ª Rodada

Com informações: Agência Brasil

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