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Cultura

OS TRÊS REIS, comédia realizada no interior de São Paulo, estreia nos cinemas dia 05 de junho

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Com direção de Steven Phil, o longa de baixo orçamento tem no elenco principal os atores Giovani Venturini, Murilo Meola e Rodrigo Dorado, com participação especial do cantor Eduardo Araújo. Filmado na cidade de Santa Branca, TRÊS REIS acompanha a jornada de três irmãos em busca do pai desaparecido há 20 anos

Os Três Reis é um longa-metragem paulista independente que expõe questões importantes e contemporâneas como homofobia, preconceito social e abandono familiar, revelando as dores, frustrações e conflitos de seus personagens em uma narrativa de muito humor.

Baltazar, preso pelo assassinato do namorado da mãe, está jurado de morte na prisão. Gaspar, seu irmão, é mecânico em uma oficina de fuscas. Belchior, o caçula, nunca viu o pai e é enfermeiro de um hospital municipal. Eles moram em Santa Branca, cidade natal da família Alves, e decidem realizar o último desejo da mãe: levar uma carta ao pai, Roy Alves, um famoso cantor e empresário musical.

De Santa Branca os irmãos saem em uma road trip , passando por Santa Bárbara do Oeste e Ribeirão Preto, em busca do pai. No meio da viagem, Alzira, a mãe, vai a óbito. Agora, mais do que nunca, eles precisam realizar o último pedido de sua mãe. Ajudados por Stephany, uma cantora empresariada por Roy, e perseguidos pelos agentes penitenciários que deixaram Baltazar escapar, eles finalmente encontram o pai. Mas, em seu destino final, se vêem vítimas de uma trama dos pais que muda para sempre a trajetória da família Alves.

Os Três Reis faz uma breve etnografia do interior de São Paulo e procura se afastar do imaginário popular “jeca tatu” para mostrar um universo moderno, que mistura o urbano e o rural em um road movie por paisagens diversas. Locações, figurinos, cores e objetos expressam a intenção dos realizadores de testemunhar que o velho e o novo convivem pacificamente.

Produzido pela Operahaus Features, Os Três Reis foi realizado em Santa Branca, cidade que acolheu e apoiou a produção com a participação de empresas, figurantes e profissionais da cidade e região. A estreia do filme nos cinemas será no dia 05 de junho em São Paulo e no interior do estado, com distribuição da Pixys Produções e codistribuição da Lira Filmes e SPcine.

TRÊS REIS

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Brasil, 2023, 87 min, classificação indicativa 12 anos

Direção: Steven Phil

História original: Eduardo Moreira

Roteiro: Steven Phil

Produção: Steven Phil

Coprodução: Murilo Meola

Produção Executiva: Murilo Meola, Tamires Serket

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Elenco: Murilo Meola, Giovanni Venturini, Rodrigo Dorado, Carlo Sobrinho, Luiz Carlos Félix, Maria Eduarda Machado, Franco Fanti, Lucélia Machiavelli, Kathia Calil, Vicentini Gomez, Cleu Ventura, Lilian Menezes, Zédú Neves, Renato Basilla, Jorge Destez, Damásio Marques, Jose Malbranche, Eduardo Araújo, Ricardo Cabral, Maurício & Mauri, Andressa Araújo, Patrícia Aparecida Lopes Figueira, Maria Elaine de Almeida Nogueira, Santa Casa São Joaquim (Santa Branca).

Distribuição: Pixys Produções Artísticas| Codistribuição: Lira Filmes e SPcine

SINOPSE

A doença de Alzira faz com que seus três filhos se reúnam após anos de separação. Baltazar é presidiário, Gaspar é um mecânico de fuscas e Belchior é um enfermeiro. Para atender o último pedido de Alzira, os filhos pegam a estrada em busca do pai, Roy Alves, um cantor country que fez muito sucesso no passado e que posteriormente abandonou a família. Perseguidos pela polícia e com desavenças familiares vindo à tona, os três irmãos correm contra o tempo para encontrar o pai.

SOBRE O DIRETOR _ Steven Phil

Steven Phil é um roteirista, diretor e produtor com experiência nas áreas de cinema, sociologia da educação e cultura. Formado em Sociologia pela USP, iniciou sua trajetória no cinema em 2006. Em 2013, fundou o Instituto de Cinema, formando milhares de alunos e promovendo a inclusão social por meio de bolsas integrais. Também fundou a Procapta, fintech voltada à captação de recursos, e a Kinodata, startup pioneira em pesquisa de mercado para cinema.

Steven é conhecido por seu trabalho no campo do documentário, sendo o roteirista e diretor da série Money ID, que contou com entrevistas com personalidades como Yuval Noah Harari e Muhammad Yunus. Ele também é responsável pela produção de Open Revolution e NFT, ambos lançados em 2023 e idealizador e produtor criativo do documentário Quase da Família. Atualmente, é coordenador geral do Núcleo Criativo Cinema de Impacto, da Operahaus e presidente do Instituto BR Cultural, focado em projetos sócio-culturais e educação, e responsável pela gestão educacional do projeto Amplifica Cine, parceria entre a Ade Sampa e a Spcine.

SOBRE O PRODUTOR _ Operahaus Features

A OPERAHAUS FEATURES é uma produtora dedicada ao teatro e ao cinema, trazendo narrativas inovadoras e socialmente relevantes para as telas e palcos do Brasil. Parte do ecossistema do Instituto de Cinema – uma das maiores escolas de cinema do Brasil, responsável por formar milhares de alunos e promover inclusão social por meio de bolsas integrais – e do Instituto BR Cultural, focado em projetos socioculturais e educação, a Operahaus também gerencia o Amplifica Cine, iniciativa da Ade Sampa e Spcine para democratizar o acesso à formação audiovisual.

Além da produção de filmes e espetáculos, a Operahaus mantém um espaço cultural em São Paulo com uma biblioteca e filmoteca abertas ao público, exposições permanentes e eventos dedicados à arte e ao cinema. No campo documental, produziu Quase da Família (2025), que aborda a luta histórica das trabalhadoras domésticas no Brasil, e Money ID (History Channel), série que investiga o futuro do dinheiro com especialistas como Yuval Noah Harari e Muhammad Yunus (laureado com o Prêmio Nobel da Paz), além da produção de “Open Revolution”, projeto que explora as inovações tecnológicas e as mudanças sociais decorrentes do compartilhamento de dados, um marco na quarta revolução industrial.

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Durante a pandemia, colaborou com a Embaixada da Noruega na adaptação digital de clássicos de Henrik Ibsen. Entre 2012 e 2019, esteve à frente de importantes produções teatrais, como Cartola, e adaptações de Stephen King, além de desenvolver séries e projetos audiovisuais com forte viés social, como A Rede e Donas do Condomínio. Com uma trajetória marcada pela inovação e impacto cultural, a Operahaus segue expandindo seu compromisso com a arte, contando histórias que transformam e inspiram.

SOBRE A DISTRIBUIDORA _ Pixys Produções

A Pixys é uma produtora e distribuidora independente sediada em São Paulo. Como produtora, atua em parceria com roteiristas e diretores na estruturação de filmes e séries de ficção e documentário, e trabalha em regime de coprodução na gestão de projetos e estruturação financeira com outras empresas produtoras. Produziu os longas-metragens Memória de Otavio Antunes, longas Lo Que Queda Em El Camiño, de Jakob Krese e Danilo do Carmo, Tempo Ruy e De Quanta Terra Precisa o Homem de Adilson Mendes e Tenho Fé de Rian Córdova. Lançou diversos filmes em parceria com a Lira Filmes.

SOBRE O CODISTRIBUIDOR _ Lira Films

A Lira Filmes atua na distribuição audiovisual desde 2018, buscando sempre estabelecer estratégias de comercialização em parceria com os produtores e realizadores, e buscando obras que apostem na diversidade cultural, impacto social, identidade de gênero, conquista de direitos e na desconcentração regional. Lançou os longas Saudade e O Circo Voltou , ambos de Paulo Caldas, O Verde Está Do Outro Lado , de Daniel Rúbio, Sefarad , de Luis Isamel, Faz Sol Lá Sim , de Claufe Rodrigues, Danças Negras , de João Nascimento e Firmino Pitanga, Luana Muniz – Filha Da Lua , de Rian Córdova e Leo Medeiros, Ménage , de Luan Cardoso, Luiz Carlini – Guitarrista De Rock , de Luiz Carlos Lucena e Tenho Fé , de Rian Córdova. Além da estreia de Nada Será Como Antes , de Ana Rieper, a Lira Filmes prepara o lançamento dos longas Lo Que Queda Em El Camiño , de Jakob Krese e Danilo do Carmo, O Barulho Da Noite , de Eva Pereira, Levante , de Lillah Halla, Três Reis , de Steven Phill e Rua Aurora – Refúgio De Todos Os Mundos , de Camilo Cavalcante.


*TROMBONE COMUNICA

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1 comentário

1 comentário

  1. vorbelutrioperbir

    03/07/2025 em 12:20

    Hello there! Do you know if they make any plugins to safeguard against hackers? I’m kinda paranoid about losing everything I’ve worked hard on. Any recommendations?

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Cultura

Lei Rouanet injeta R$ 25,7 bilhões na economia e gera 228 mil empregos

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Estudo da FGV revela que 2024 foi um ano histórico para o incentivo cultural, com retorno de R$ 7,59 para cada real investido e expansão recorde de projetos nas regiões Norte e Nordeste

A Lei Rouanet consolidou-se em 2024 não apenas como o principal pilar de fomento às artes, mas como um motor estratégico para o desenvolvimento econômico do Brasil. Segundo a Pesquisa de Impacto Econômico da Lei Rouanet, realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e divulgada recentemente, o mecanismo movimentou R$ 25,7 bilhões e foi responsável pela manutenção de 228 mil postos de trabalho.

O levantamento traz um dado impressionante sobre a eficiência do gasto público: para cada R$ 1 investido por meio de renúncia fiscal, o retorno para a sociedade foi de R$ 7,59. Este valor representa um salto significativo em relação ao estudo de 2018, quando o retorno era de R$ 1,59. A nova metodologia da FGV passou a contabilizar também os gastos indiretos do público em setores como transporte, hotelaria e alimentação, refletindo a cadeia produtiva completa da cultura.

Retorno aos cofres públicos supera o valor da renúncia fiscal

Um dos mitos derrubados pela pesquisa é o de que o incentivo cultural representaria um prejuízo ao erário. Em 2024, a atividade econômica gerada pelos projetos resultou em uma arrecadação de R$ 3,9 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais.

Na prática, isso significa que para cada R$ 1 que o governo deixou de arrecadar via renúncia (que somou R$ 3 bilhões), R$ 1,39 retornaram aos cofres públicos na forma de novos tributos. Além disso, o estudo aponta que a cada R$ 12,3 mil investidos pela lei, um posto de trabalho foi sustentado na economia brasileira, demonstrando a alta capacidade de absorção de mão de obra do setor cultural.

Novos programas impulsionam crescimento fora do eixo Sul-Sudeste

A política de descentralização do Ministério da Cultura (MinC) colheu resultados expressivos no último ano. Com o lançamento de editais específicos como Rouanet Norte, Rouanet Nordeste e Rouanet nas Favelas, o número de projetos aprovados e executados disparou em regiões historicamente submetidas a menores investimentos:

  • Região Nordeste: Crescimento recorde de 427% no número de projetos.

  • Região Norte: Expansão de 408%.

  • Região Centro-Oeste: Alta de 245%.

Além da distribuição geográfica, o impacto social foi priorizado: 58,9% dos projetos realizaram ações em áreas periféricas, zonas de vulnerabilidade ou territórios de comunidades tradicionais, democratizando o acesso à produção cultural.

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42% da população brasileira impactada por projetos culturais

O alcance da Lei Rouanet em 2024 atingiu a marca de 89,3 milhões de pessoas, o que equivale a quase metade da população do país. Desse total, cerca de 70 milhões foram visitantes presenciais em eventos como festivais, exposições e peças de teatro.

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, reforçou que os dados robustos permitem defender a legislação com base em evidências técnicas. “Investir em cultura é investir em gente”, afirmou a ministra, destacando que a modernização do sistema de prestação de contas trará ainda mais transparência e segurança jurídica para investidores e produtores culturais nos próximos ciclos.


Com informações: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, FGV, Ministério da Cultura

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Cultura

Roberto Bomtempo traz o espírito de Raul Seixas à CAIXA Cultural Brasília neste final de semana

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Após sessões esgotadas em 2025, o musical “Raul Fora da Lei” retorna para curta temporada; espetáculo celebra os 25 anos de sucesso contando a trajetória do “Maluco Beleza” através de seus próprios escritos

Os fãs brasilieiros de Raul Seixas já podem preparar o grito de “Toca Raul!”. A CAIXA Cultural Brasília recebe, entre os dias 30 de janeiro e 1º de fevereiro, o aclamado espetáculo musical “Raul Fora da Lei – A História de Raul Seixas”. Estrelado por Roberto Bomtempo, o projeto retorna à capital federal após o sucesso absoluto de público em setembro do ano passado.

Há mais de um quarto de século em cartaz, a montagem mergulha na mente de Raulzito de forma despojada e autêntica. O texto, baseado em diários e escritos do próprio artista, revela suas contradições, seus amores, sua busca espiritual e sua relação visceral com o estrelato. No palco, Bomtempo é acompanhado por um elenco de atores-cantores e pela banda brasiliense SOS Toca Raul, transformando o teatro em uma verdadeira celebração da Sociedade Alternativa.

Uma trajetória de sucesso e metamorfose

O espetáculo nasceu originalmente como um monólogo e evoluiu para o formato de musical sob a direção de Deto Montenegro (Oficina dos Menestréis). A proposta é inspirada no estilo do clássico Hair, focando na energia de uma grande festa coletiva.

Durante os 80 minutos de apresentação, o público é convidado a entoar clássicos imortais como:

  • Metamorfose Ambulante

  • Ouro de Tolo

  • Sociedade Alternativa

  • Gita

A montagem conta com a codireção do brasiliense Abaetê Queiroz e direção musical de Marco de Vita, garantindo uma sonoridade que respeita o legado do cantor baiano enquanto traz o vigor do teatro musical contemporâneo.

Programe-se para o espetáculo

As vendas já estão abertas, e a expectativa é de que os 406 lugares do teatro se esgotem rapidamente, repetindo o feito das sessões anteriores.

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  • Data: 30 e 31 de janeiro (sexta e sábado) às 20h; 01 de fevereiro (domingo) às 19h.

  • Local: CAIXA Cultural Brasília (Setor Bancário Sul).

  • Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia para estudantes, professores, idosos e clientes CAIXA).

  • Vendas: No site Bilheteria Cultural ou diretamente na bilheteria física da CAIXA Cultural.

  • Dica: O estacionamento é gratuito para o público aos finais de semana e na sexta-feira após as 18h.

Ficha Técnica de Peso

O espetáculo traz uma equipe de produção experiente, com coreografias de Evelyn Klein e Candé Brandão, e uma banda de apoio formada por músicos locais que já são conhecidos na cena de Brasília pelo tributo fiel à obra de Raul.


Com informações: Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Brasília

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Cultura

Oscar 2026: Brasil faz história com 5 indicações e Japão brilha na Maquiagem

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Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho colocam o cinema brasileiro no topo; animações japonesas ficam de fora da disputa final

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas revelou nesta quinta-feira (22) a lista oficial de indicados para o Oscar 2026, e o cenário para o cinema brasileiro é de celebração histórica. Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil consolida sua força global, desta vez com o longa “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, que garantiu 5 indicações, incluindo as prestigiosas categorias de Melhor Filme e Melhor Filme Internacional.

Wagner Moura confirmou o favoritismo e disputará a estatueta de Melhor Ator, repetindo o impacto internacional de produções brasileiras recentes. O filme ainda figura na inédita categoria de Melhor Elenco. Outro destaque brasileiro é o diretor de fotografia Adolpho Veloso, indicado por seu trabalho na produção estadunidense “Sonhos de Trem” (Netflix). Por outro lado, o curta “Amarela”, de André Hayato Saito, acabou ficando de fora da lista final, apesar da forte expectativa.

O cenário para o Japão e os Animês

Para o Japão, a 98ª edição da premiação terá uma presença mais contida. O filme “Kokuho”, dirigido por Lee Sang-il, será o único representante do país, concorrendo em Melhor Maquiagem e Penteado. A produção, que narra o encontro tenso entre um ator de kabuki e a Yakuza, enfrentará fortes concorrentes como “Frankenstein” e “Pecadores”. Vale notar que o renomado maquiador japonês Kazu Hiro também está na disputa por “The Smashing Machine”.

A grande surpresa negativa para os fãs da cultura pop japonesa foi a ausência de animês nas categorias principais. Apesar de sete produções estarem aptas — incluindo o aguardado “Chainsaw Man – O Filme: O Arco de Reze” e “Demon Slayer: Castelo Infinito” — nenhuma animação japonesa conseguiu avançar para a disputa final de Melhor Animação.

Disputa por Melhor Filme Internacional

A categoria de Melhor Filme Internacional, onde o Brasil aparece com força, será uma das mais acirradas do ano. Confira os países e filmes que garantiram a indicação oficial:

País Filme Direção
Brasil O Agente Secreto Kleber Mendonça Filho
Espanha Sirãt Manuel Martín Cuenca
França Foi Apenas um Acidente Maïwenn
Noruega Valor Sentimental Joachim Trier
Tunísia A Voz de Hind Rajab Lotfy Nathan

A cerimônia de entrega do Oscar 2026 ocorrerá no dia 15 de março, em Los Angeles. No Brasil, “O Agente Secreto” já é considerado um marco cultural, enquanto o japonês “Kokuho” tem estreia prevista nos cinemas nacionais para o dia 5 de março, com distribuição da Sato Company em parceria com a Imovision.

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O perfil altamente atualizado das produções brasileiras e a técnica impecável do cinema japonês em categorias como maquiagem e fotografia reafirmam a importância da isonomia e da diversidade cultural na maior festa do cinema mundial.


Com informações: Oscars e JBOX.

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