Evitar erros ao usar eletrodomésticos é essencial para aumentar a segurança, economizar energia e prolongar a vida útil dos aparelhos. Saiba mais!
Os erros cometidos ao usar eletrodomésticos podem trazer sérias consequências, como o aumento no consumo de energia, necessidade constante de reparos, desgaste acelerado dos aparelhos, redução significativa da sua vida útil e, em casos extremos, até risco de incêndio.
Mesmo com esses potenciais perigos, muitos consumidores ainda usam inadequadamente seus equipamentos domésticos, muitas vezes por falta de informação ou atenção.
Pensando nisso, elaboramos uma lista com 10 erros comuns que devem ser evitados. Seguindo essas orientações, é possível não apenas prolongar a durabilidade dos aparelhos, mas também manter a segurança da casa e economizar em consertos ou substituições. Confira a seguir as dicas e aproveite para adotar novos hábitos no uso dos seus eletrodomésticos!
Confira 10 erros ao usar eletrodomésticos inadequadamente
1 – Fiação desgastada
Assim como outros componentes de equipamentos eletrônicos, fios e cabos possuem um prazo de uso e, com o passar do tempo, é comum que apresentem sinais de desgaste. Dobras excessivas, rachaduras na camada protetora ou partes expostas são indícios claros de que algo não está certo.
Esses problemas, por menores que pareçam, podem ser responsáveis por incidentes graves, como choques elétricos, curtos-circuitos e até incêndios, colocando em risco a segurança de quem está próximo.
Imagem: puha dorin / Shutterstock
Ao identificar qualquer um desses sinais, a recomendação é agir imediatamente, seja por meio da substituição do cabo ou da troca completa do equipamento comprometido. A manutenção preventiva não apenas evita acidentes, como também garante maior eficiência dos aparelhos.
2 – Não limpar os filtros de ar-condicionado e exaustores
A ausência de manutenção nos filtros de ar-condicionado e exaustores pode levar a complicações respiratórias, sobrecarregar os equipamentos e elevar o consumo energético.
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Imagem Shutterstock
Para evitar esses problemas, é essencial limpar ou substituir os filtros de acordo com as recomendações do fabricante. Manutenção preventiva garante não só a saúde da família, mas também o bom funcionamento e a economia a longo prazo.
3 – Usar as funções da máquina de lavar de modo errado
Misturar cargas grandes e pesadas de roupas sem organização pode sobrecarregar os componentes da máquina de lavar, acelerando o desgaste e diminuindo sua vida útil. Essa prática coloca pressão excessiva sobre o motor e outras partes, aumentando o risco de danos mecânicos.
(Imagem: bigwa11/Shutterstock)
Além disso, a distribuição irregular do peso no tambor pode causar desequilíbrios no funcionamento, resultando em vibrações intensas, ruídos e interrupções no ciclo de lavagem. Separar as roupas de maneira adequada é uma solução simples que protege o equipamento e garante eficiência.
4 – Sobrecarregar o refrigerador
Sobrecarregar o seu refrigerador pode causar uma série de problemas. Afinal, uma vez que o espaço interno é preenchido além do recomendado, o fluxo de ar frio é comprometido, dificultando o resfriamento dos alimentos.
A partir daí, essa condição passa a forçar o motor a operar em alta intensidade para manter a temperatura, acelerando o desgaste das peças e reduzindo a vida útil do aparelho.
Congestionar o refrigerador é um erro que pode danificar o motor/Shutterstock_Prostock-studio
Além disso, a sobrecarga impacta diretamente no consumo de energia. O compressor precisa trabalhar mais para equilibrar a temperatura interna, resultando em aumento na conta de luz e redução da eficiência energética. Em casos de sobrecarga frequente, a geladeira também fica mais vulnerável a quedas de energia, o que pode prejudicar ainda mais seu desempenho ao longo do tempo.
5 – Usar micro-ondas com vedação danificada
Um micro-ondas com vedação danificada pode emitir calor excessivo, oferecendo riscos como queimaduras na pele, cataratas e esterilidade temporária. Realizar inspeções periódicas no aparelho é essencial para verificar a integridade da porta, da rede adesivada e do interior ou exterior do equipamento.
Usar micro-ondas com vedação danificada pode superaquecer o aparelho e causar incêndios/Shutterstock_Andrey_Popov
Se forem detectados problemas, é importante acionar o fabricante ou técnico especializado para reparos. Além disso, manter o aparelho limpo, livre de restos de comida, e utilizar recipientes adequados são práticas fundamentais para garantir segurança e prolongar sua vida útil.
6 – Uso de tensões incompatíveis
O uso de eletrodomésticos em tensões inadequadas pode causar queimaduras em componentes internos, curtos-circuitos e superaquecimento, reduzindo a vida útil do aparelho. Além disso, o superaquecimento de fios ou faíscas geradas por choques de tensão aumenta significativamente o risco de incêndios.
Erros na voltagem também podem provocar choques elétricos perigosos e perda de desempenho em aparelhos, levando a lentidão, menor potência e ruídos excessivos. Para evitar esses problemas, é essencial verificar a voltagem correta antes de usar os equipamentos.
7 – Superlotar tomadas com vários plugs
Superlotar tomadas com benjamins, réguas ou Ts pode causar sobrecarga elétrica, curto-circuito e superaquecimento, danificando os fios e os aparelhos conectados. Esse superaquecimento, por sua vez, pode derreter cabos, comprometer a rede elétrica e gerar riscos sérios, como incêndios e danos irreversíveis ao equipamento.
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Benjamins atingos e sobrecarregados de plugs pode ser um perigo em casa/Shutterstock/wk1003mike
Para evitar esses problemas, reduza o uso de benjamins, especialmente com aparelhos de alto consumo como micro-ondas e geladeiras. Priorize multiplicadores de tomada de qualidade e evite sobrecarregar instalações elétricas, garantindo a segurança do ambiente e prevenindo acidentes.
8 – Bloqueio de ventilação
Obstruir as ventilações pode resultar em problemas de umidade, formação de mofo e propagação de doenças, além de comprometer o desempenho dos eletrodomésticos.
(Imagem: Baluchon)
Posicionar aparelhos como geladeiras, micro-ondas e fornos de embutir muito próximos à parede pode impedir a circulação de ar, sobrecarregando o motor e causando superaquecimento.
9 – Uso contínuo sem pausas
O uso prolongado de aparelhos como aspiradores de pó e liquidificadores pode levar ao superaquecimento do motor, danificando componentes internos e acelerando o desgaste. Esses aparelhos não foram projetados para funcionamento contínuo, e o calor acumulado compromete sua eficiência e durabilidade.
Superaquecimento em eletrodomésticos pode causar incêndio/Shutterstock _MashaSay
Além disso, o superaquecimento aumenta o risco de curtos-circuitos e falhas no aparelho. Fazer pausas regulares durante o uso é essencial para permitir o resfriamento do motor, preservando a segurança e a vida útil dos equipamentos.
10 – Posicionar eletrodoméstico em locais impróprios
Um dos erros mais comuns ao usar eletrodomésticos é a escolha inadequada do local onde colocá-lo em casa. Sobretudo, posicionar seus eletrodomésticos em locais úmidos pode causar corrosão dos componentes internos e favorecer a proliferação de mofo e bactérias, além de aumentar o risco de curtos-circuitos.
Por outro lado, expor aparelhos a fontes de calor ou luz solar direta pode provocar superaquecimento, danificando motores e peças internas. Isso reduz a eficiência dos eletrodomésticos e acelera o desgaste, diminuindo sua vida útil. Mantê-los em locais secos e ventilados é o mais indicado pelos fabricantes.
Em celebração aos 90 anos do salário mínimo, o presidente reforçou que o valor atual ainda é insuficiente e criticou o impacto das “fake news” no cenário eleitoral
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva utilizou a cerimônia comemorativa dos 90 anos do salário mínimo, realizada na última sexta-feira (16) na Casa da Moeda, no Rio de Janeiro, para pautar dois temas centrais de seu governo neste ano: a justiça social e o combate à desinformação. Em um discurso enfático, Lula reconheceu que o valor atual do piso nacional ainda é baixo e não cumpre integralmente o papel constitucional de garantir moradia, saúde e educação de qualidade para todos os brasileiros, convocando a sociedade a “brigar” por melhorias na redistribuição de renda.
O evento também serviu como palco para um alerta sobre o clima político de 2026. O presidente previu uma disputa eleitoral “desonesta”, impulsionada pelo uso de algoritmos e pela disseminação de notícias falsas. Lula demonstrou indignação com a forma como as grandes plataformas digitais operam, pedindo que a população não se deixe “robotizar”. “Nós somos seres humanos, temos sentimentos e solidariedade. Não podemos ser algoritmos”, afirmou, em uma crítica direta à manipulação da opinião pública nas redes sociais.
A preocupação com a tecnologia também atingiu o campo da segurança digital. O presidente alertou especificamente as mulheres sobre os perigos da Inteligência Artificial, citando o uso de deepnudes e a manipulação de imagens sem consentimento. O governo federal tem intensificado a pressão por maior regulação das Big Techs, especialmente após episódios de adulteração de imagens envolvendo sistemas de IA, reforçando que a verdade precisa ser defendida ativamente diante da facilidade com que mentiras se propagam.
Desafios econômicos e a luta contra a desinformação
Além do foco no salário mínimo, Lula abordou temas polêmicos da agenda econômica e social, buscando desmentir boatos que circularam recentemente sobre a cobrança de impostos:
Taxação de Apostas: O presidente defendeu a cobrança de impostos das “bets”, criticando o endividamento das famílias e a influência de produtores de conteúdo que disseminam informações vazias para milhões de seguidores.
Responsabilidade Digital: Lula fez um apelo para que as pessoas verifiquem a veracidade das mensagens recebidas em aplicativos de conversa antes de compartilhá-las, visando quebrar o ciclo de desinformação.
Relevância Social: O governo reforçou que o foco em 2026 será reconstruir o poder de compra da classe trabalhadora, integrando políticas de habitação, como o Novo MCMV, com o aumento real dos ganhos salariais.
No contexto de 2026, a comunicação oficial busca humanizar os dados econômicos para combater o crescimento da desinformação automatizada.
Publicação semestral do MPDFT destaca transformações sociais nas escolas e abre espaço para colaboração acadêmica sobre ética e cidadania
A consolidação de uma cultura pautada pela ética ganha um novo capítulo no Distrito Federal com o lançamento da mais recente edição da Revista NaMoral. A publicação, que possui versões impressa e digital, funciona como o braço informativo e pedagógico do Programa NaMoral, iniciativa do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O periódico busca não apenas registrar as ações do projeto, mas engajar a sociedade em um movimento de formação de cidadãos íntegros, destacando como pequenos valores podem transformar a realidade coletiva.
Nesta edição, referente ao ciclo concluído em 2025, o foco central é a celebração da cidadania ativa e os resultados práticos observados dentro das instituições de ensino. O conteúdo reúne um panorama detalhado de dados, além de artigos assinados por especialistas que discutem a importância da educação em valores. Para os educadores, a revista serve como um guia prático e inspirador, mostrando que a integridade pode ser ensinada de forma lúdica e vivencial, extrapolando a teoria dos livros didáticos.
Um dos pontos altos desta edição são as entrevistas exclusivas com figuras que personificam o impacto do programa. Entre os destaques está a conversa com o professor Jean Fernando, do CEF 01 de Planaltina, cuja trajetória une a educação pública à arte internacional, com passagens pelo Museu do Louvre. Também participam a promotora de justiça Fernanda Molyna, gestora do programa, e o procurador do Trabalho Manoel Jorge, oferecendo uma visão multidisciplinar sobre o combate preventivo à corrupção através do ensino.
Para ampliar o diálogo com a sociedade, a Revista NaMoral mantém um canal aberto para a colaboração acadêmica. Estudantes, docentes e pesquisadores podem enviar contribuições em diversos formatos, como artigos científicos, crônicas, resenhas e notícias relacionadas aos temas de integridade e ética. Essa abertura visa transformar o periódico em um fórum vivo de discussão, onde a teoria acadêmica se encontra com a prática cotidiana das escolas públicas brasilienses.
Criado em 2019, o Programa NaMoral nasceu com a premissa de que a interrupção do ciclo da corrupção começa na base. Através de vivências que estimulam a autorresponsabilidade, jovens e crianças são levados a refletir sobre como suas escolhas individuais impactam o todo. A idealizadora do projeto, promotora de justiça Luciana Asper, enfatiza que o foco da iniciativa é tornar o que é “justo e virtuoso” uma prioridade nacional, construindo uma barreira preventiva contra desvios de conduta no futuro.
A isonomia do projeto é refletida em sua abrangência: o programa atende diversas Regiões Administrativas do DF, garantindo que estudantes de diferentes contextos sociais tenham acesso às mesmas ferramentas de desenvolvimento moral. Os dados apresentados na revista mostram que o engajamento das comunidades escolares tem crescido exponencialmente, transformando o NaMoral em uma política pública de referência no combate à corrupção e no fortalecimento dos pilares democráticos.
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O impacto social da publicação é visível no fortalecimento do vínculo entre a justiça e a comunidade escolar. Ao humanizar as figuras do Ministério Público e aproximar o ambiente jurídico da realidade dos alunos, a revista desmistifica processos e inspira confiança nas instituições. O acesso à versão digital permite que o conhecimento rompa as fronteiras do Distrito Federal, servindo de modelo para outros estados que buscam implementar programas semelhantes de integridade juvenil.
Com o encerramento de mais um ciclo, a Revista NaMoral reafirma seu papel como um “tesouro” para a edificação social. Mais do que uma simples prestação de contas, ela é um convite para que cada cidadão assuma seu papel na construção de uma nação mais honesta. A expectativa para o próximo semestre é de ampliação das parcerias e do volume de contribuições externas, fortalecendo ainda mais o ecossistema de educação para a cidadania no país.
*Com informações: MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios)
Empreendimentos coletivos e cooperativas de consumo mostram que a união entre produtores e consumidores é a chave para preços baixos e justiça ambiental
O modelo tradicional de consumo, que separa quem produz de quem compra, está sendo desafiado por uma onda de autogestão comunitária que ganha força no Brasil. Iniciativas como o supermercado participativo Gomo Coop, em São Paulo, e a usina solar da Coopaq, em Alagoas, provam que o equilíbrio ecológico e a economia no bolso não são metas excludentes. Ao eliminar intermediários e o desperdício gerado pela competição desenfreada, esses modelos criam um ciclo de benefício mútuo que protege tanto o ecossistema quanto o orçamento familiar.
A lógica é simples, mas revolucionária: em vez de esperar que o mercado dite preços baseados na escassez, produtores e consumidores se organizam em pactos colaborativos. Nesse formato, a demanda é planejada e a oferta é garantida, assegurando que o alimento chegue à mesa com valores muito mais acessíveis. O resultado é o que especialistas chamam de “ligação imediata”, onde o impacto ambiental é positivo justamente porque não há excesso de produção descartado nem exclusão de quem não pode pagar os preços inflacionados das prateleiras comuns.
Além da economia direta, esse movimento ataca um problema central das grandes metrópoles: a injustiça ambiental. Historicamente, os problemas ecológicos atingem primeiro — e com maior força — as populações marginalizadas pelo mercado competitivo. Ao fortalecer hortas comunitárias, como o Parque Ecológico na favela da Maré, no Rio de Janeiro, a autogestão devolve a essas comunidades o controle sobre sua segurança alimentar e sobre o território onde vivem, transformando áreas antes degradadas em polos de produção agroecológica.
{ “action”: “image_generation”, “action_input”: “A vibrant and inspiring photo of a community-run organic market in a Brazilian urban area. People of diverse backgrounds are smiling and interacting, choosing fresh vegetables from wooden crates. In the background, there is a small solar panel setup and a lush green garden. The atmosphere is sunny, professional, and full of community spirit, highlighting the connection between local production and sustainable consumption.” }
Sustentabilidade com benefícios individuais e coletivos
Diferente do que prega o senso comum, adotar práticas sustentáveis não significa sacrificar a individualidade ou o conforto. O conceito contemporâneo de sustentabilidade, inspirado na gestão responsável da pesca, mostra que respeitar os ciclos naturais é a única forma de garantir a continuidade da própria renda. Para o consumidor, participar de grupos de compras coletivas ou redes ecológicas significa acessar produtos de alta qualidade, livres de agrotóxicos, por uma fração do preço de mercado.
A experiência de famílias que migram para o consumo direto com feirantes orgânicos demonstra que a proximidade física e o compromisso recíproco são os pilares dessa nova economia. Quando o consumidor se torna corresponsável pelo que é produzido, ele deixa de ser um mero comprador passivo e passa a integrar uma junta comunitária. Esse modelo de “consultas recíprocas” fortalece o comércio local e cria uma rede de proteção contra as oscilações bruscas da economia globalizada.
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Portanto, o fomento a essas práticas deve ser uma prioridade não apenas de movimentos sociais, mas também de governos que busquem soluções reais para a crise climática e a desigualdade social. Ao adotar a Natureza como um “terceiro sócio” nos negócios, a sociedade brasileira caminha para um modelo onde a eficiência econômica serve à vida, e não o contrário. A agroecologia e a autogestão deixaram de ser utopias para se tornarem ferramentas práticas de sobrevivência e prosperidade em 2026.
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