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Saúde

5 mitos sobre o implante dentário: o que você precisa saber antes de fazer o procedimento

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O tratamento é seguro, eficaz e cada vez mais acessível, mas ainda sofre com desinformação

Apesar dos avanços na odontologia e da popularização dos implantes dentários no Brasil, ainda persistem muitos mitos sobre o procedimento. Entre os mais comuns estão dúvidas relacionadas à dor, à duração do tratamento, à idade do paciente e à viabilidade para quem possui condições como diabetes e hipertensão.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Odontologia (ABO), cerca de 58% dos brasileiros têm medo de realizar procedimentos odontológicos, sendo a dor o fator mais citado. No entanto, no caso do implante dentário, o avanço das técnicas e dos materiais permite uma experiência mais tranquila e segura para o paciente. O estudo também aponta que mais de 2 milhões de implantes são realizados por ano no Brasil, e o índice de sucesso do tratamento gira em torno de 98%, o que demonstra a eficácia do procedimento quando realizado por profissionais capacitados.

“A odontologia vive uma revolução tecnológica. Temos recursos que tornam o processo mais rápido, previsível e eficiente. Além disso, os implantes dentários, quando bem instalados e cuidados, podem durar por toda a vida”, afirma Paulo Augusto Yanase, dentista da Oral Sin, maior rede de clínicas de implantes dentários do Brasil. Para esclarecer o assunto, o dentista destaca os principais equívocos e as verdades por trás do tratamento.

Mito 1: implante dói
Essa é uma das principais crenças equivocadas. Com anestesia local e um pré-operatório bem conduzido, o procedimento é quase indolor. O desconforto no pós-operatório é baixo e geralmente leve. “A maioria dos nossos pacientes relata que o desconforto é menor do que esperavam. Quando há dor, ela costuma ser controlada com analgésicos simples. Hoje, com os recursos disponíveis, o tratamento se tornou muito mais confortável”, afirma o especialista.

Mito 2: Quem tem diabetes ou pressão alta não pode fazer implante
Outro mito comum. Pessoas com doenças crônicas como diabetes ou hipertensão podem sim realizar o procedimento, desde que estejam com a saúde controlada. O acompanhamento médico é essencial para garantir a segurança do tratamento. Ter uma condição crônica não é uma contraindicação. O importante é garantir que o paciente esteja com a saúde estabilizada e seguindo corretamente suas medicações, explica Yanase.

Mito 3: Idosos não podem fazer implantes
A idade também não é um impeditivo. O que importa é o estado geral de saúde do paciente.

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“Temos pacientes com mais de 80 anos que realizam implantes com sucesso. O mais importante é avaliar cada caso individualmente, com exames e planejamento personalizado”, reforça.

Mito 4: Implante causa mau hálito
Se bem higienizado, o implante não causa mau hálito. O cuidado com a higiene bucal deve ser o mesmo que com os dentes naturais, com escovação correta e uso do fio dental.

Mito 5: A recuperação do implante é um processo demorado
O tempo de recuperação depende da complexidade do caso e do tipo de implante utilizado, podendo variar de um a sete dias. Com a tecnologia atual, é possível realizar planejamentos digitais, cirurgias guiadas e técnicas menos invasivas, o que reduz significativamente o tempo do procedimento e melhora os resultados.

Sobre a Oral Sin

Fundada em 2004, em Arapongas, Paraná, a Oral Sin é a maior rede de franquias de implantes dentários do país e, desde 2009 atua no segmento de franquias. Presente em todo o país, é pioneira na adoção de tecnologias digitais ligadas à odontologia. Além dos implantes, também oferece atendimento clínico em geral, próteses dentárias, estética dental, ortodontia, toxina botulínica e enxerto ósseo.

Atendimento odontológico humanizado e de excelência, acolhimento, respeito, carinho e flexibilidade no pagamento – que promove o melhor custo-benefício do mercado – estão entre seus pilares.


Informações para a Imprensa: DFREIRE Comunicação e Negócios

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Distrito Federal

Maternidade do Hospital Regional do Gama recebe novos leitos e tecnologia para recém-nascidos

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Investimentos em mobiliário e equipamentos de fototerapia visam reduzir o tempo de internação e aumentar o conforto de mães e bebês; unidade realizou mais de 3,5 mil partos em 2025.


A maternidade do Hospital Regional do Gama (HRG), unidade de referência fundamental para os moradores do Gama e também do Novo Gama (GO), passa por um processo de modernização. Os 45 leitos da unidade estão recebendo novas camas, berços, poltronas para acompanhantes e mesas de refeição, renovando o ambiente de acolhimento para as famílias.

Para a chefia da maternidade, a melhoria vai além da estética: o novo mobiliário e os equipamentos tecnológicos impactam diretamente na eficiência do tratamento, permitindo que mães e bebês recebam alta com mais rapidez e segurança.

Avanço no tratamento de Icterícia Neonatal

Um dos destaques da renovação é a chegada de oito novos aparelhos de fototerapia, utilizados para tratar a icterícia (o popular “amarelão” em recém-nascidos). Além disso, a unidade agora conta com o BiliCheck, uma tecnologia que transforma a experiência do bebê:

  • Diagnóstico sem dor: O aparelho mede os níveis de bilirrubina apenas encostando na pele (testa ou peito) do recém-nascido.

  • Rapidez: O resultado é instantâneo, eliminando a necessidade de coletas de sangue frequentes e picadas de agulha desnecessárias.

O Hospital do Gama e o Entorno Sul

Os dados preliminares de 2025 reforçam o papel estratégico do HRG para a região do Entorno. No último ano, nasceram mais de 3,5 mil bebês na unidade, consolidando o hospital como o terceiro em número de partos em todo o Distrito Federal.

Um dado chama a atenção para a nossa realidade local: quase 80% das mães que deram à luz no Hospital do Gama em 2025 possuem residência registrada no estado de Goiás, evidenciando como o HRG é o principal porto seguro para as famílias de cidades como Novo Gama, Valparaíso e Cidade Ocidental.


Perfil dos Nascimentos no DF (Top 3 – 2025):

  1. Hospital Regional de Santa Maria (HRSM)

  2. Hospital Regional de Ceilândia (HRC)

  3. Hospital Regional do Gama (HRG)


Com informações: Agência Brasília.

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Saúde

Alerta: AVC mata um brasileiro a cada 15 minutos neste início de 2026

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Somente na primeira semana de janeiro, 656 pessoas perderam a vida devido à doença no país; incidência em jovens preocupa especialistas, que reforçam a importância do socorro imediato

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) segue como a principal causa de morte no Brasil, superando inclusive os óbitos por infarto. Dados do Portal da Transparência dos Cartórios de Registro Civil revelam um cenário alarmante: entre os dias 1º e 7 de janeiro de 2026, o país registrou 656 mortes por AVC — uma média de um óbito a cada 15 minutos.

O número é 27% superior às mortes por infarto no mesmo período (516). Essa tendência de letalidade do AVC já vinha se consolidando nos últimos anos, com 85.793 mortes em 2024 e mais de 64 mil registros apenas até outubro de 2025. Segundo a Rede Brasil AVC, o problema tem atingido cada vez mais jovens, que muitas vezes ignoram os fatores de risco por acreditarem estar imunes.

Identificando o AVC: O tempo é cérebro

A rapidez no atendimento é o fator que define se o paciente terá uma recuperação plena ou sequelas permanentes. A Dra. Sheila Martins, presidente da Rede Brasil AVC, reforça que o uso da técnica SAMU (Sorriso, Abraço, Música e Urgência) pode salvar vidas:

  • S (Sorriso): Peça para a pessoa sorrir. Veja se um lado do rosto não se mexe.

  • A (Abraço): Peça para levantar os braços. Verifique se há perda de força em um dos lados.

  • M (Música/Mensagem): Peça para repetir uma frase simples. Note se a fala está enrolada ou confusa.

  • U (Urgência): Se notar qualquer um desses sinais, ligue para o 192 imediatamente.

[Image showing an infographic of the FAST/SAMU method to identify stroke symptoms]

Tipos e Sequelas

O AVC pode ser Isquêmico (85% dos casos, causado por obstrução de vaso) ou Hemorrágico (rompimento de vaso). As sequelas dependem da área do cérebro afetada, mas as mais comuns incluem:

  • Paralisia ou fraqueza em um lado do corpo (rosto, braço ou perna);

  • Dificuldade de fala e compreensão;

  • Perda de visão ou memória;

  • Tontura e falta de equilíbrio.

Recuperação e Prevenção

A reabilitação deve começar nas primeiras 24 a 48 horas ainda no hospital, com fisioterapia e fonoaudiologia. No entanto, a prevenção primária e secundária (para evitar um segundo evento) é o caminho mais eficaz. A meta é manter a pressão arterial abaixo de 13/8, o colesterol LDL abaixo de 70 e a glicose controlada.

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Mudar hábitos pode prevenir até 90% dos casos:

  1. Parar de fumar e reduzir o consumo de álcool;

  2. Praticar atividade física regularmente;

  3. Manter uma alimentação saudável, com baixo teor de sal e gordura.

Sobre a Rede Brasil AVC

Fundada em 2008, a ONG trabalha para melhorar a assistência, pesquisa e educação sobre a doença no Brasil. Para mais informações e materiais educativos, acesse: www.redebrasilavc.org.br.


Com informações: Rede Brasil AVC, Portal da Transparência dos Cartórios de Registro Civil

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Saúde

Por que o peso volta? A ciência explica a biologia do “efeito sanfona”

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Especialista em contorno corporal, Dr. Ezio Carneiro Junior, detalha como o cérebro e os hormônios interpretam o emagrecimento como uma ameaça, ativando mecanismos para recuperar a gordura perdida.

Para muitos, o reganho de peso é visto como uma falha de caráter ou falta de disciplina. No entanto, evidências científicas robustas mostram que a obesidade é uma doença crônica, multifatorial e recidivante. Segundo o Dr. Ezio Carneiro Junior, o corpo humano possui mecanismos de defesa biológica programados para proteger nossas reservas de energia, dificultando a manutenção do peso após o emagrecimento.

Quando perdemos peso, o organismo não entende isso como um benefício estético ou de saúde, mas como um estado de inanição ou ameaça à sobrevivência. Para “salvar” o indivíduo, o corpo ativa o que a ciência chama de adaptação metabólica.

O comando central: O Hipotálamo

O controle do peso é regulado pelo hipotálamo, região do cérebro que integra sinais de fome e saciedade. Após a perda de peso, o hipotálamo altera a sinalização neural:

  • Neurônios Orexigênicos: São ativados, disparando uma fome persistente.

  • Neurônios Anorexigênicos: São inibidos, reduzindo a sensação de satisfação após as refeições.

A guerra dos hormônios

Diversas substâncias químicas circulam no sangue para informar ao cérebro o estado das nossas reservas de energia. No emagrecimento, essa comunicação sofre alterações profundas:

  1. Leptina (O freio da fome): Produzida pela gordura, ela avisa que estamos saciados. Ao perder gordura, os níveis de leptina despencam, o que o cérebro interpreta como “estoque vazio”, aumentando o apetite e reduzindo o gasto de energia.

  2. Grelina (O acelerador da fome): Conhecida como o “hormônio da fome”, seus níveis sobem após a perda de peso, estimulando o desejo por alimentos calóricos (açúcares e gorduras).

  3. Hormônios Intestinais (GLP-1, PYY e CCK): Responsáveis pela saciedade pós-refeição, esses hormônios têm sua ação reduzida, fazendo com que a pessoa demore mais para se sentir cheia.

Termogênese Adaptativa: O metabolismo “econômico”

Outro obstáculo é a desaceleração metabólica. O Dr. Ezio explica que, após perder peso, o corpo passa a gastar menos calorias do que o esperado para aquele novo tamanho. O metabolismo torna-se extremamente eficiente em poupar energia. Na prática, se duas pessoas pesam 70kg, mas uma sempre pesou isso e a outra acabou de emagrecer vindo dos 100kg, a segunda precisará comer muito menos para manter o peso, pois seu corpo está em “modo econômico”.

O tecido adiposo “não esquece”

As células de gordura (adipócitos) não desaparecem com a dieta; elas apenas murcham. Elas permanecem no corpo como “balões vazios”, metabolicamente preparados para estocar gordura rapidamente assim que houver um aumento na ingestão calórica. Além disso, a inflamação crônica associada à obesidade interfere na sinalização correta desses hormônios, perpetuando o ciclo de reganho.

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O caminho para o tratamento eficaz

Entender que o reganho de peso tem base biológica retira o peso da culpa dos pacientes e reforça que soluções pontuais ou “dietas milagrosas” raramente funcionam a longo prazo. O tratamento moderno da obesidade em 2026 exige:

  • Acompanhamento contínuo: Por ser uma doença crônica, o cuidado não termina quando o peso alvo é atingido.

  • Terapias Farmacológicas: Uso de medicamentos que mimetizam hormônios de saciedade (como análogos de GLP-1) para silenciar a fome biológica.

  • Estilo de Vida Sustentável: Exercícios físicos que ajudem a combater a desaceleração metabólica e melhorem a sensibilidade hormonal.

  • Cirurgia Bariátrica e Contorno Corporal: Em casos indicados, como parte de um plano integrado de saúde global.


Com informações: Dr. Ezio Carneiro Junior, Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

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