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Distrito Federal

Conexão que Transforma: AllRede Telecom leva wi-fi e qualidade à biblioteca de Santa Maria sul

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Equipe da AllRede e estudantes na Biblioteca Sul - Crédito: Kauan Gutemberg

Em um gesto de compromisso, empatia e tecnologia, a AllRede Telecom ilumina um canto esquecido da cidade e presenteia os jovens e os estudantes de Santa Maria com o direito de se conectar

Há lugares que carregam mais do que tijolos e concreto. Carregam histórias. Algumas, de dor. Outras, de resistência. E hoje, em meio às ruas da Quadra 204 de Santa Maria Sul — um território tantas vezes marcado pelo abandono e pela violência urbana — uma nova história começa a ser escrita. Uma história de esperança. De acesso. De dignidade.

Pela primeira vez em quase 30 anos, a Biblioteca Pública Carlos Drummond de Andrade ganhou conexão wi-fi. Um detalhe que, para muitos, pode parecer simples, mas que aqui é revolução. Porque internet, nesse contexto, não é luxo. É direito. É ponte. É porta de entrada para o conhecimento, para a educação, para um futuro diferente.

Equipe da AllRede e estudantes na Biblioteca Sul - Crédito: Kauan Gutemberg

Equipe da AllRede – Crédito: Kauan Gutemberg

E quem tornou isso possível? A AllRede Telecom , uma empresa que entende que tecnologia só é verdadeiramente poderosa quando chega a quem mais precisa.

Na manhã do dia 22 de julho, enquanto os primeiros sinais de wi-fi se espalhavam pelos corredores da biblioteca sul, algo maior também se conectava: o compromisso de uma empresa com a comunidade. A ação foi totalmente gratuita , sem nenhum custo para o Estado ou para os moradores. Um gesto puro de responsabilidade social, impulsionado pela vontade de fazer a diferença.

A iniciativa foi tomada por Léo Rodrigues , influencer e morador da região, conhecido pelo projeto Embarque DF. Foi ele quem, com muito esforço e o coração na comunidade, articulou a parceria entre a AllRede Telecom e a Gerência de Cultura da Administração Regional, pasta chefiada por Dyda MakFly. Um exemplo de que quando pessoas e empresas caminham juntas, o impacto é coletivo.

Equipe da AllRede e estudantes na Biblioteca Sul - Crédito: Kauan Gutemberg

Equipe da AllRede e estudantes na Biblioteca Sul – Crédito: Kauan Gutemberg

Agora, estudantes que antes precisavam caminhar quilômetros à procura de um sinal de internet para fazer uma pesquisa, estudar para um concurso ou entregar um trabalho podem abrir seus celulares, tablets ou laptops dentro da própria biblioteca. Poderão estudar, se informar, se conectar com o mundo. E já pensando em ser o próximo concursado, escritor ou empreendedor que vai mudar a história dessa cidade.

A Quadra 204 já foi chamada de “Faixa de Gaza de Santa Maria”. Mas hoje, com sua Biblioteca Pública servida com essa conexão, ela começa a ser conhecida por outra coisa: por sua resiliência, sua luta, e agora, por sua transformação.

A AllRede Telecom não está apenas entregando um serviço. Está devolvendo oportunidades. Está dizendo, com atitudes, que acredita nessa comunidade. Que vê potencial onde outros viram apenas problemas. E isso é muito mais do que tecnologia — é responsabilidade social .

Com mais de duas décadas de atuação e reconhecida como a Melhor Provedora do Brasil em 2024 pela ABRINT, a AllRede Telecom já era referência em inovação e qualidade. Mas hoje, vai além. Mostra que liderança também se mede pelo quanto uma empresa se importa com quem vive do outro lado da tela.

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Porque aqui, na verdade, não há tela. Há rostos. Olhos de crianças e jovens que agora têm mais um instrumento para brilhar. Há mães que veem seus filhos com mais chances. Há uma comunidade inteira que sente: não estão esquecidos .

Essa rede wi-fi é mais do que um sinal. É um símbolo. O de que, mesmo nos lugares mais carentes de atenção, a esperança pode ser instalada. E, quando conectamos pessoas, conectamos futuros.

Por lembrar que, no fim das contas, o melhor sinal de todos é o da humanidade.


Da redação

Distrito Federal

Maternidade do Hospital Regional do Gama recebe novos leitos e tecnologia para recém-nascidos

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Investimentos em mobiliário e equipamentos de fototerapia visam reduzir o tempo de internação e aumentar o conforto de mães e bebês; unidade realizou mais de 3,5 mil partos em 2025.


A maternidade do Hospital Regional do Gama (HRG), unidade de referência fundamental para os moradores do Gama e também do Novo Gama (GO), passa por um processo de modernização. Os 45 leitos da unidade estão recebendo novas camas, berços, poltronas para acompanhantes e mesas de refeição, renovando o ambiente de acolhimento para as famílias.

Para a chefia da maternidade, a melhoria vai além da estética: o novo mobiliário e os equipamentos tecnológicos impactam diretamente na eficiência do tratamento, permitindo que mães e bebês recebam alta com mais rapidez e segurança.

Avanço no tratamento de Icterícia Neonatal

Um dos destaques da renovação é a chegada de oito novos aparelhos de fototerapia, utilizados para tratar a icterícia (o popular “amarelão” em recém-nascidos). Além disso, a unidade agora conta com o BiliCheck, uma tecnologia que transforma a experiência do bebê:

  • Diagnóstico sem dor: O aparelho mede os níveis de bilirrubina apenas encostando na pele (testa ou peito) do recém-nascido.

  • Rapidez: O resultado é instantâneo, eliminando a necessidade de coletas de sangue frequentes e picadas de agulha desnecessárias.

O Hospital do Gama e o Entorno Sul

Os dados preliminares de 2025 reforçam o papel estratégico do HRG para a região do Entorno. No último ano, nasceram mais de 3,5 mil bebês na unidade, consolidando o hospital como o terceiro em número de partos em todo o Distrito Federal.

Um dado chama a atenção para a nossa realidade local: quase 80% das mães que deram à luz no Hospital do Gama em 2025 possuem residência registrada no estado de Goiás, evidenciando como o HRG é o principal porto seguro para as famílias de cidades como Novo Gama, Valparaíso e Cidade Ocidental.


Perfil dos Nascimentos no DF (Top 3 – 2025):

  1. Hospital Regional de Santa Maria (HRSM)

  2. Hospital Regional de Ceilândia (HRC)

  3. Hospital Regional do Gama (HRG)


Com informações: Agência Brasília.

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Comportamento

Apostas no DF: IPEDF e Secretaria da Família lançam estudo inédito sobre impacto dos jogos

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Pesquisa traça o perfil sociodemográfico e comportamental de apostadores em todas as regiões administrativas; dados servirão de base para políticas públicas contra o endividamento e por saúde mental.


O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), em parceria com a Secretaria da Família (Sefami-DF), acaba de lançar o estudo “Apostadores no Distrito Federal – Diagnóstico comportamental e sociodemográfico”. O levantamento é uma resposta direta à explosão das plataformas de apostas digitais (as “bets”) e busca entender como esse hábito está transformando a vida financeira e emocional das famílias brasilienses.

A pesquisa mapeia não apenas quem são os apostadores (gênero, idade e renda), mas também as motivações por trás do jogo e as consequências reais, como o endividamento progressivo e o surgimento de conflitos familiares. Os dados foram coletados em locais de grande circulação em todas as RAs do Distrito Federal.

Radiografia do Jogo na Capital

O estudo foca em cidadãos maiores de 18 anos e traz luz a um fenômeno que, segundo o secretário da Família, Rodrigo Delmasso, deixou de ser recreativo para se tornar um problema de saúde pública.

  • Público Alvo: Embora o foco sejam maiores de 18 anos, dados nacionais indicam que o maior volume de apostadores está entre jovens de 16 a 34 anos, seguidos por um grupo expressivo de aposentados.

  • Impactos Avaliados: Endividamento, vulnerabilidade social, saúde mental (ansiedade e compulsão) e o impacto na dinâmica das famílias.

  • Territorialização: A pesquisa permite ao GDF identificar em quais regiões a problemática é mais acentuada, facilitando ações diretas.

Base para Novas Políticas Públicas

Para o diretor-presidente do IPEDF, Manoel Barros, o objetivo é oferecer dados técnicos para que o governo não atue “no escuro”. Com o diagnóstico em mãos, o GDF planeja implementar:

  1. Educação Financeira: Campanhas voltadas a evitar que o orçamento doméstico seja drenado pelo vício.

  2. Apoio à Saúde Mental: Fortalecimento da rede de atendimento para casos de ludopatia (vício em jogo).

  3. Proteção aos Vulneráveis: Ações preventivas para grupos com maior risco de perda patrimonial.

“Este estudo é fundamental para compreender um fenômeno que vem se intensificando e que possui impactos diretos na vida das famílias, especialmente no que se refere ao endividamento”, afirma Manoel Barros.

O Fenômeno das “Bets” no Brasil

O estudo do IPEDF chega em um momento crucial. No cenário nacional, o acesso facilitado pelo celular e a publicidade agressiva tornaram o Brasil um dos líderes mundiais em consumo de apostas online. A pesquisa do DF é pioneira ao tentar “territorializar” esse impacto em uma unidade da federação específica.


Com informações: Agência Brasília.

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Distrito Federal

Escola Parque de Ceilândia abre matrículas para oficinas de artes, esportes e tecnologia

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Unidade oferece mais de 20 modalidades para alunos da rede pública do 6º ano ao Ensino Médio; atendimento será por ordem de chegada entre 2 e 4 de fevereiro de 2026.


Uma excelente oportunidade para os estudantes de Ceilândia e região ampliarem seus horizontes além da sala de aula. A Escola Parque Anísio Teixeira inicia na próxima segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, o período de matrículas para as oficinas do primeiro semestre.

Referência em educação integral, a unidade oferece atividades que unem esporte, cultura e inovação no contraturno escolar. O atendimento acontece de forma ininterrupta, das 8h às 16h, até o dia 4 de fevereiro.

Quem pode se inscrever?

As vagas são destinadas exclusivamente a:

  • Estudantes matriculados na rede pública de ensino do DF.

  • Alunos do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio.

  • Atenção: A unidade não atende alunos da EJA, de escolas militares ou da rede privada.

Confira as oficinas disponíveis por área:

O catálogo conta com mais de 20 modalidades para diversos gostos e talentos:

  • Artes e Cultura: Violão, teclado, guitarra, violino, canto, teatro, balé, dança e artes visuais.

  • Esportes: Natação, futsal, basquete, vôlei, tênis de quadra, tênis de mesa, xadrez e esportes de areia.

  • Artes Marciais e Fitness: Jiu-jítsu, muay thai, ginástica rítmica e fitness.

  • Tecnologia: Cultura digital.

As turmas funcionam em horários flexíveis: segundas e quartas; terças e quintas; ou apenas às sextas-feiras.

Documentação necessária para a matrícula:

Para garantir a vaga, o responsável deve comparecer à unidade com os seguintes documentos (originais e cópias):

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  1. Declaração escolar atualizada (emitida agora em janeiro de 2026).

  2. RG e CPF do responsável.

  3. RG e CPF do estudante (ou Certidão de Nascimento).

  4. Duas fotos 3×4 recentes do aluno.

O Legado de Anísio Teixeira

O modelo de Escolas Parque, idealizado por Anísio Teixeira, busca a formação do “cidadão completo”. Segundo o vice-diretor da unidade, Gilson Cézar Pereira, o objetivo é desafiar o jovem a descobrir novos talentos e fortalecer seu papel crítico na sociedade. O sistema integra o aprendizado acadêmico com o desenvolvimento físico e artístico, sendo considerado patrimônio cultural do Distrito Federal.


Com informações: Agência Brasília

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