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Yowamushi Pedal: Mangá atinge marca histórica de 100 volumes com logo comemorativo

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Obra de Wataru Watanabe sobre ciclismo celebra longevidade; volume centenário será lançado no Japão em 8 de maio, marcando 18 anos de publicação contínua.


O universo dos mangás está prestes a celebrar uma marca que pouquíssimas obras conseguem alcançar. Yowamushi Pedal, a aclamada série de ciclismo de estrada, lançou oficialmente um logo comemorativo e uma ilustração especial para celebrar a chegada do seu 100º volume encadernado.

O anúncio, feito pela editora Akita Shoten, iniciou uma contagem regressiva: a edição histórica chegará às prateleiras japonesas em exatos 100 dias, no dia 8 de maio de 2026. O criador da série, Wataru Watanabe, desenhou o protagonista Sakamichi Onoda com uma mensagem de agradecimento aos fãs que acompanham a jornada desde 2008.

Trajetória de Sucesso: Do Anime ao Ciclismo Real

Publicado na revista Weekly Shonen Champion, o mangá é um fenômeno de vendas e influência, tendo impulsionado a prática do ciclismo de estrada em diversos países.

  • O Enredo: A história foca em Onoda, um jovem otaku que costumava pedalar quilômetros em uma bicicleta comum (“mamachari”) para economizar dinheiro e comprar itens de colecionador. Seu talento natural para subidas é descoberto pelo clube de ciclismo da Escola Sohoku, transformando o garoto em uma peça-chave nas competições de Intercolegial.

  • O Legado: Com quase 18 anos de estrada, a obra já rendeu cinco temporadas de anime, diversos filmes, peças de teatro e até um live-action. No Brasil, embora o mangá permaneça inédito fisicamente, as adaptações em anime estão disponíveis em plataformas de streaming como a Crunchyroll e Netflix.

Calendário de Lançamentos

Para os colecionadores que acompanham a versão original, o ritmo de publicação continua intenso:

  1. Volume 98: Lançado em janeiro de 2026.

  2. Volume 99: Previsão para março de 2026.

  3. Volume 100: Lançamento oficial em 8 de maio de 2026.

Por que Yowamushi Pedal é especial?

O grande diferencial da obra é o foco no trabalho em equipe e na superação técnica. Cada personagem possui um estilo de pedalada (escaladores, velocistas e passistas) e a narrativa detalha a física do esporte e o esforço mental necessário para vencer competições de longa duração.


Com informações:  JBOX

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Gigante do Varejo e Dona do ChatGPT: Amazon negocia investimento de US$ 50 bilhões na OpenAI

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Acordo histórico entre Sam Altman e Andy Jassy pode incluir o uso de chips de IA da Amazon e redesenhar a disputa global por infraestrutura tecnológica.


A corrida pela supremacia na inteligência artificial acaba de ganhar um capítulo monumental. A Amazon está em negociações avançadas para investir até US$ 50 bilhões na OpenAI, a criadora do ChatGPT. O aporte, que está sendo discutido diretamente entre os CEOs Andy Jassy (Amazon) e Sam Altman (OpenAI), sinaliza uma mudança estratégica agressiva da gigante do comércio eletrônico.

A movimentação é surpreendente porque a Amazon já é a principal investidora da Anthropic (criadora do modelo Claude e maior rival da OpenAI), na qual injetou bilhões nos últimos anos. Se confirmado, o investimento de US$ 50 bilhões será um dos maiores da história do setor de tecnologia.

Chips e Infraestrutura: O Coração do Acordo

Segundo fontes ligadas à negociação, o aporte não envolve apenas dinheiro em caixa, mas um compromisso estratégico de hardware:

  • Soberania de Chips: A OpenAI poderia passar a utilizar os chips de IA proprietários da Amazon em seus servidores, reduzindo a dependência de fornecedores externos.

  • Rodada Bilionária: A OpenAI busca uma captação total que pode chegar a US$ 100 bilhões, conversando inclusive com fundos soberanos dos Emirados Árabes Unidos.

  • Valuation: Em outubro de 2025, a OpenAI foi avaliada em US$ 500 bilhões, consolidando-se como a líder absoluta do mercado comercial de IA generativa.

A Disputa entre Titãs: OpenAI vs. Anthropic

A estratégia da Amazon parece ser a de “diversificar apostas”. Enquanto a Anthropic atingiu recentemente uma avaliação de US$ 350 bilhões, a Amazon quer garantir que terá voz ativa e acesso prioritário às tecnologias da OpenAI, que dita o ritmo da indústria global.

Empresa Investidor Principal Avaliação (2025/2026) Modelo Principal
OpenAI Microsoft / Amazon (em negociação) US$ 500 Bilhões GPT-4 / ChatGPT
Anthropic Amazon / Google US$ 350 Bilhões Claude 3.5

Por que isso importa para o mercado?

A entrada da Amazon na OpenAI pode mudar a dinâmica de fornecimento de nuvem e hardware. Atualmente, a Microsoft é a parceira exclusiva de infraestrutura da OpenAI (via Azure). Uma parceria com a Amazon (AWS) poderia quebrar essa exclusividade e acelerar a expansão global das ferramentas de IA da empresa de Sam Altman.


Com Informações:  Olhar Digital

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Ecovoltaica: Como as usinas solares podem salvar espécies em vez de destruí-las

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Nova abordagem de construção preserva o solo e cria microclimas que beneficiam plantas raras e polinizadores; técnica de “ecovoltaica” mostra que produção de energia limpa e biodiversidade podem caminhar juntas.


A imagem tradicional de uma usina solar é a de uma “paisagem lunar”: um terreno vasto, nivelado por tratores, onde toda a vegetação nativa foi removida para dar lugar aos painéis. No entanto, um novo estudo sobre o Projeto Solar Gemini, no deserto de Mojave (EUA), está provando que existe um caminho muito mais sustentável: a ecovoltaica.

Em vez de “limpar e nivelar”, os desenvolvedores adotaram uma abordagem suave, preservando o solo e a vegetação rasteira. O resultado surpreendeu os cientistas: uma espécie de ervilha rara, a ervilhaca de três cantos, saltou de apenas 12 plantas antes da obra para 93 exemplares em 2024.

O Efeito “Guarda-Chuva”: Painéis como Protetores

A ecologista Tiffany Pereira, do Desert Research Institute, explica que os painéis solares criam um microclima benéfico. Eles funcionam como um escudo que:

  • Retarda a evaporação: Mantém a umidade no solo por mais tempo após as chuvas.

  • Reduz o estresse térmico: Protege mudas jovens do sol escaldante do deserto.

  • Preserva o banco de sementes: Ao não nivelar o solo, as sementes nativas permanecem “estocadas” na terra, prontas para brotar.

Biodiversidade em Alta: Abelhas e Pássaros

Os benefícios não param nas plantas. Em Minnesota, pesquisas lideradas pelo Laboratório Nacional de Argonne mostraram que converter terras agrícolas em parques solares com flores nativas trouxe resultados exponenciais em cinco anos:

  • Polinizadores: A abundância de insetos triplicou, com as abelhas nativas aumentando 20 vezes.

  • Fauna: O aumento de insetos atraiu aves migratórias e morcegos, que passaram a usar os painéis como abrigo contra predadores.

Da Ecovoltaica à Agrivoltaica: Comida e Energia

A técnica também está sendo aplicada na agricultura (agrivoltaica). Pesquisadores descobriram que culturas como pepinos e tomates podem prosperar sob os painéis, utilizando apenas um terço da água necessária no cultivo a pleno sol. O painel protege a plantação contra geadas no inverno e ondas de calor no verão.

Desafios Técnicos e Econômicos

Para que a ecovoltaica funcione, o projeto precisa ser inteligente:

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  1. Altura dos Painéis: Painéis mais altos permitem que plantas maiores cresçam e facilitam o “pastoreio de conservação” (ovelhas que comem ervas daninhas), mas aumentam o custo da estrutura.

  2. Espaçamento: É preciso equilibrar a sombra para algumas espécies e a luz solar direta para outras.

  3. Seleção de Sementes: O uso de misturas de sementes nativas é essencial para evitar que espécies invasoras tomem conta do terreno perturbado pela construção.


Por que isso importa para nós?

No Brasil, especialmente nas regiões de Cerrado e Caatinga onde grandes parques solares estão sendo instalados, a adoção da ecovoltaica pode impedir a perda de biodiversidade e a degradação do solo (poeira e erosão), transformando usinas de energia em verdadeiros santuários ecológicos.


Com informações: Grist

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Tensão Geopolítica: Marco Rubio nega “Guerra” enquanto Venezuela cria Fundos Sociais após sequestro de Maduro

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Em audiência no Senado dos EUA, Secretário de Estado classifica operação em solo venezuelano como “ação policial”; governo bolivariano responde com investimentos em saúde e infraestrutura.


O cenário político internacional atingiu um novo ápice de tensão nesta quarta-feira (28 de janeiro de 2026). O Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, compareceu ao Comitê de Relações Exteriores do Senado para prestar esclarecimentos sobre a intervenção militar realizada em 3 de janeiro, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores.

Rubio defendeu que os Estados Unidos não ocupam a Venezuela e que a ação foi uma “operação policial de quatro horas” para capturar um indivíduo acusado de narcoterrorismo, sobre o qual pesava uma recompensa de US$ 50 milhões. A declaração, no entanto, foi duramente confrontada pelo senador republicano Rand Paul, que classificou a ação como um ato de guerra incontestável.

“Se um país estrangeiro bombardeasse nossos mísseis, sequestrasse nosso presidente e bloqueasse nosso país, isso seria um ato de guerra?”, questionou Paul, apontando a contradição nos argumentos de Rubio.

A Resposta de Caracas: Soberania e Investimento

Enquanto Washington discute uma “transição” para o país sul-americano, o governo venezuelano, agora sob o comando da presidente interina Delcy Rodríguez, acelera medidas de fortalecimento interno. Em resposta direta às sanções e à pressão externa, a Venezuela anunciou a criação de dois grandes Fundos Soberanos:

  1. Fundo de Necessidades Sociais: Destinado à compra de equipamentos essenciais para hospitais e programas de proteção social.

  2. Fundo de Infraestrutura: Focado na recuperação do setor elétrico e na indústria nacional de gás.

Esses recursos, que estavam congelados há anos devido a bloqueios internacionais, estão sendo liberados para garantir a autonomia do Estado. Delcy Rodríguez foi enfática ao declarar que o país não aceita ordens externas e que o governo obedece exclusivamente ao povo venezuelano.

Projetos Incompatíveis

A crise evidencia o choque entre duas visões de mundo:

  • Visão dos EUA (Imperialista): Propõe o controle externo sob a justificativa de combater um “Estado criminoso”.

  • Visão da Venezuela (Bolivariana): Foca no “Poder Popular” e na participação cidadã como eixo central do Estado.

Contexto da Captura

O sequestro de Maduro e Cilia Flores ocorreu após um atentado a bomba que deixou cerca de 100 mortos. Atualmente, ambos encontram-se em Nova York, onde aguardam julgamento por acusações de narcoterrorismo formuladas pelo Departamento de Justiça dos EUA. O governo venezuelano, por sua vez, exige o reconhecimento da autodeterminação do povo e o respeito às instituições democráticas do país.

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Com informações: Opera Mundi

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