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Luigi Mangione, preso desde dezembro de 2024 após ser localizado em um McDonald’s na Pensilvânia, não enfrentará mais a execução. A juíza distrital Margaret Garnett decidiu que as acusações federais de homicídio e porte de armas, no contexto específico deste caso, não preenchem os requisitos legais para a aplicação da pena de morte.
A decisão técnica gira em torno da definição de “crime de violência”. Segundo o entendimento da magistrada, as leis federais de perseguição (stalking) — base das acusações contra Mangione — não se enquadram na categoria de força exigida pelo Supremo Tribunal dos EUA para justificar a pena capital.
Apesar da vitória da defesa em evitar a pena de morte, a situação de Mangione permanece crítica. O julgamento seguirá com foco em:
Homicídio e Perseguição: O réu responde por causar a morte de Brian Thompson utilizando métodos de perseguição interestadual.
Pena Máxima: A condenação por esses crimes pode resultar em prisão perpétua sem qualquer chance de liberdade condicional.
Confissão de Inocência: Mangione mantém a declaração de inocência para todas as acusações, incluindo as de porte de armas.
O assassinato de Brian Thompson em plena luz do dia em Manhattan chocou o setor corporativo dos EUA no fim de 2024. O caso ganhou contornos dramáticos após a fuga de Mangione e sua posterior captura com um manifesto que criticava o sistema de saúde americano.
Embora a juíza tenha ressaltado que a lei federal possui interpretações que parecem “contraditórias” neste caso, ela foi enfática ao afirmar que a conduta atribuída ao réu é, sem dúvida, um ato criminoso e violento.
Com informações: Opera Mundi / The Guardian
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