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Tecnologia

Google proíbe anúncios de apps que geram deepfake

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O Google atualizou, no início deste mês, sua Política de Conteúdo Inapropriado para incluir sites e serviços que geram pornografia deepfake. Conforme divulgado pelo Engadget, a partir de agora anunciantes que promoverem o tipo de conteúdo estarão sujeitos a suspensão sem aviso.

  • O Google já possui fortes restrições para anúncios que apresentam certos tipos de conteúdo sexual;
  • A atualização, no entanto, reforça que a promoção de “conteúdo sintético alterado ou gerado para ser sexualmente explícito ou conter nudez” é uma violação de suas regras;
  • Além da suspensão para os que violarem as regras, anunciantes que mostrarem instruções sobre como criar pornografia deepfake ou que endossarem vários serviços de pornografia não poderão mais anunciar em nenhuma plataforma do Google;
  • A medida começa a valer em 30 de maio, dando aos anunciantes a oportunidade de remover qualquer anúncio que viole a nova política.

A ascensão da inteligência artificial (IA) e tecnologias deepfake levou a um número crescente de anúncios que promovem ferramentas que visam usuários que desejam criar materiais sexualmente explícitos. Alguns desses programas, inclusive, vão parar na Apple App Store e Google Play Store como aplicativos inofensivos.

Não apenas para conteúdo explicito, as deepfakes também são armas para fraudes, principalmente em plataformas de pagamentos, videogames e e-commerce. Segundo Relatório de Fraude de Identidade 2024, elaborado pela Veriff, os índices aumentaram 20% em 2023, em comparação ao ano anterior. A falsificação de identidade representou 85% dos casos.

O que são deepfakes?

Deepfake é uma tática de manipulação de imagens, vídeos e sons, a qual utiliza mecanismos de Inteligência Artificial para inserir uma pessoa em um contexto ao qual ela não pertence originalmente. Ou seja, é possível inserir o seu rosto no vídeo de uma pessoa que cometeu um crime e foi filmado por uma câmera de vigilância, por exemplo.

As deepfakes podem ser consideradas técnicas avançadas de edição automatizada. Esta edição se torna um vídeo “real”, em que os movimentos corporais e labiais do usuário editado podem ser sincronizados, a fim de transmitir uma mensagem com um propósito específico. Saiba mais aqui!

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Fato Novo com imagem e informações: Olhar Digital

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Governo Federal

Presidente da Anatel defende que órgão regule as plataformas digitais

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O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Carlos Manuel Baigorri, defendeu que o órgão tenha poderes para atuar como regulador e fiscalizador das plataformas digitais

Em audiência na Câmara, Baigorri disse que a agência já tem poder de polícia previsto em lei, mas sua atuação está restrita, por enquanto, às empresas de telecomunicação.

Ele explicou que durante as eleições de 2022, numa parceria com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Anatel pôde atuar junto às operadoras de telecomunicação para tirar do ar o Telegram por conta de denúncias de disseminação de informações falsas. O dirigente da Anatel explicou que a agência não tem, no entanto, como atuar sobre postagem e perfis específicos.

Baigorri acredita que a Anatel possa ganhar o status de atuação como supervisora das redes sociais. Segundo ele, não haveria necessidade de aumentar o orçamento da agência para que ela também pudesse cumprir esse novo papel.

“Nós entendemos que nós reunimos as condições para ser a agência responsável pela regulação não só do mercado de telecomunicações, mas do ambiente digital como um todo”, afirmou Baigorri.

Para o presidente da Anatel, falta responsabilização das redes sociais. E comparou que a imprensa tradicional pode ser responsabilizada pelo conteúdo que publica, mas as plataformas não. “Essa assimetria legal e regulatória é o primeiro elemento que propicia que qualquer coisa possa ser colocada na internet, nas redes sociais, independentemente de agredir a honra, a família, a integridade ou a própria vida de terceiros”, disse.

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Fato Novo com informações e imagens: Estadão / Jornal de Brasília

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Distrito Federal

ABDI vai doar frota de carros elétricos para a UnB

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Os veículos modelo Twizy serão usados por servidores e alunos nos campi Plano Piloto, Gama, Planaltina e Ceilândia

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) vai doar sete carros elétricos e três carregadores para a Universidade de Brasília (UnB). A entrega das chaves será na terça-feira (21/5), às 10h.

Os veículos modelo Twizy serão usados por servidores nos campi Plano Piloto, Gama, Planaltina e Ceilândia. Os carros elétricos também serão colocados à disposição de pesquisas de alunos de engenharia, automotiva, de energia e de transportes, da Faculdade de Tecnologia.

O presidente da ABDI, Ricardo Cappelli, tomou a iniciativa de doar os veículos apostando na transição energética: “A descarbonização é uma necessidade urgente por todo o planeta, inclusive aqui no Brasil. Toda iniciativa que mire esse horizonte é mais que necessária, é urgente”.

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Fato Novo com informações e imagens: Metrópoles

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Brasil

Celular Seguro enviará alerta por WhatsApp a quem comprar celular roubado; saiba como funciona

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A medida tem inspiração no programa Protege Celular, do estado do Piauí, que aumentou o índice de recuperação de celulares em 139%

O programa Celular Seguro, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), passará a enviar alertas via WhatsApp ao smartphone roubado ou furtado quando o aparelho voltar a ser habilitado por algum usuário.

A medida tem inspiração no programa Protege Celular, do estado do Piauí, que aumentou o índice de recuperação de celulares em 139%. O objetivo é fazer com que o cidadão que receba um aparelho nestas condições fique alerta e faça a devolução às autoridades competentes.

Os dispositivos cadastrados são rastreados a partir do Imei (identidade única de cada telefone celular), após o registro. Assim, as autoridades têm controle de quais aparelhos estão bloqueados ou ativos.

A novidade ainda não tem data para começar a valer. A implementação ficou a cargo de um novo Comitê Gestor, criado na terça-feira (14), cujo objetivo é fazer avaliações do aplicativo de segurança do governo para melhorá-lo.

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Formado por integrantes da pasta, o comitê se reunirá todos os meses e será coordenado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública.

“Como qualquer solução tecnológica, o Celular Seguro será atualizado constantemente, a partir de demandas que venham dos próprios usuários e dos parceiros”, disse o secretário-executivo do MJSP e presidente do comitê, Manoel Carlos de Almeida Neto, em comunicado da pasta.

Entre as atribuições do grupo estão a identificação de boas práticas em relação à iniciativa, fornecer dados públicos para o aprimoramento de políticas de segurança pública e de proteção a direitos do consumidor, garantindo o atendimento da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

O QUE É O CELULAR SEGURO

Ferramenta desenvolvida pelo MJSP em parceria com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e a Federação Brasileira de Bancos para bloquear celulares extraviados a partir de um “botão de emergência”.

Cada usuário pode indicar pessoas de confiança, autorizadas a efetuar os bloqueios, ou realizá-lo pelo site do Celular Seguro. O app recebeu o prêmio Seleção Mobile Time de inovação do ano também na terça-feira.

COMO FUNCIONA?

O acesso ao Celular Seguro é feito por meio do site Gov.br. Os aparelhos podem ser registrados via site, disponível neste link, ou aplicativo, disponíveis na Play Store (Android) e App Store (iOS).

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No cadastro -que pede apenas número de telefone, marca do aparelho e nome da operadora-, o usuário informa contatos de pessoas que poderão bloquear o celular para ele caso seja vítima de roubo ou furto.
Após o registro de perda, roubo ou extravio, os bancos, instituições financeiras e aplicativos de ecommerce que aderiram ao projeto farão o bloqueio das contas. O procedimento e o tempo para operação de cada empresa estão disponíveis nos termos de uso do site e aplicativo.

COMO INCLUIR A PESSOA DE CONFIANÇA?

É possível incluir mais de uma pessoa de confiança por meio do aplicativo ou site. Primeiro, o usuário deve logar com a senha do Portal Gov.br. Depois, é preciso aceitar os termos de uso. Em seguida, será possível adicionar as pessoas de confiança. Para isso, o dono do celular precisará de nome completo, CPF, telefone e email do contato.

A pessoa de confiança receberá uma notificação e passará a visualizar o celular cadastrado no próprio aplicativo. É pelo ícone do smartphone registrado que essa pessoa terá acesso ao botão de emergência.

COMO FAZER O BLOQUEIO?

O bloqueio pode ser feito pelo computador, no site celularseguro.mj.gov.br. O primeiro passo é escolher o smartphone a ser bloqueado: se é o próprio celular ou um dos aparelhos indicados pela pessoa de confiança. É preciso clicar na opção “Alerta”, indicada por um triângulo amarelo.

Por fim, será necessário informar se foi perda, roubo ou furto, a data e o local da ocorrência. Após o registro, o aplicativo entrega um número de protocolo, que deve ser anotado para uso em atendimentos posteriores no Ministério da Justiça, Anatel, operadoras ou bancos.

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QUAIS BANCOS PARTICIPAM DO BLOQUEIO?

Participam os bancos Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, Inter, Sicredi (Sistema de Crédito Cooperativo), Sicoob (Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil) e Nubank, o aplicativo de entregas iFood e o Mercado Livre.

A Anatel também bloqueará o aparelho e o chip em até 24 horas. O Ministério da Justiça diz que haverá um mecanismo para Anatel e bancos reverterem alertas falsos, a partir do número de protocolo.

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