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Lula vai ao RS nesta quinta após temporais que causaram 10 mortes

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O presidente anunciou sua visita ao estado nesta quarta-feira (1°/5). O governador do estado, Eduardo Leite, disse que vê a viagem como “bastante importante e positiva”

presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta quarta-feira (1º/5) que viaja amanhã (2) para o Rio Grande do Sul para acompanhar as ações de socorro e reconstrução após as fortes chuvas que atingiram o estado e causaram ao menos dez mortes.

Lula confirmou a viagem no início da noite em suas redes sociais.

Segundo a secretaria de Comunicação da Presidência da República, Lula estará na Base Aérea de Santa Maria (RS) para uma reunião com o governador Eduardo Leite por volta das 10h desta quinta-feira.

Em coletiva de imprensa para tratar do temporal, o governador gaúcho, Eduardo Leite, também afirmou ter conversado com Lula sobre a visita.

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O chefe do Executivo publicou em sua conta no X (antigo Twitter) um trecho da conversa que teve com Leite por telefone. “Eu estou pensando em amanhã ir para o Rio Grande do Sul para que a gente possa ajudar de forma efetiva a diminuir o sofrimento desse povo”, disse Lula. “Que Deus dê sorte ao povo do Rio Grande do Sul, que a chuva diminua, porque eu estou sabendo que vai ter mais 340 mm de chuva”, continuou.

O governo federal já anunciou medidas para apoiar o estado, como o envio das Forças Armadas. Lula disse a Eduardo Leite que pelo menos oito helicópteros já estão preparados para ir ao estado, mas ainda não puderam decolar por conta do mau tempo, segundo o ministro da Defesa, José Múcio.

“Mas os helicópteros estão já preparados para ir ao Rio Grande do Sul, sabe, assim que o teto permitir. Outra coisa é o seguinte, nós vamos colocar no Rio Grande do Sul quantos homens forem necessários para ajudar. Não tem limite para a gente colocar não. Se for só 30, sabe, nós vamos mandar, 60, 90, 100”, afirmou ainda o presidente.

Governador diz que desastre será o maior do estado

Eduardo Leite realizou no final da tarde de hoje uma coletiva de imprensa para falar sobre a situação do estado. As chuvas atingem o Rio Grande do Sul desde o final de semana, causando inundações, estragos e mortes. A expectativa do governo estadual é que esse seja o maior desastre natural enfrentado pela região.

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“Infelizmente, será o maior desastre que o nosso estado enfrenta, maior que o do ano passado. A diferença do que aconteceu no ano passado é que em setembro, no Vale do Taquari, nós tivemos uma enxurrada e, em seguida, tempo nos deu condições de entrar em campo para salvar centenas de vidas. Neste momento, nós estamos tendo muitas dificuldades operacionais para colocar as equipes em campo”, declarou o governador.

Em setembro do ano passado, o número de mortes chegou a 46. Segundo Leite, ele passou o dia de hoje conversando com integrantes do governo federal, como o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta, e o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

O governador pediu o apoio das Forças Armadas e de líderes com treinamento “de caos e guerra, como o que estamos vivenciado”. Ele disse ainda que vê grande importância na visita de Lula ao estado.

“Conversando com o presidente Lula, ele me disse que vai vir amanhã de manhã ao Rio Grande do Sul. Acho que é bastante importante e positivo. Então, que venha”, afirmou Leite. “Entendo que o presidente da República tem um país continental como o nosso, com tantas crises. Demora um pouco, sei que tem outras tarefas. Minha aflição é buscar traduzir e dar sentimento da urgência do que está acontecendo no Rio Grande do Sul. Não é só mais um caso que está acontecendo”, frisou.


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Fato Novo com informações: Correio Braziliense

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Comissão aprova projeto que cria política de inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho

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Proposta segue em análise na Câmara dos Deputados

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou a proposta de criação de uma política para facilitar a inclusão e a permanência de pessoas com deficiência no mercado de trabalho formal, em igualdade de oportunidades com os demais cidadãos.

Conforme a proposta, a Política Nacional de Trabalho com Apoio para Pessoas com Deficiência será constituída de um conjunto de serviços de mediação, assessoria, orientação, formação, treinamento e acompanhamento personalizado, dentro e fora do local de trabalho. Essas ações serão realizadas por profissionais especializados.

O Poder Executivo será responsável por implementar, monitorar e avaliar a política nacional.

Substitutivo

O texto aprovado foi o substitutivo da relatora, deputada Erika Kokay (PT-DF), ao Projeto de Lei 3445/21, do deputado licenciado (SP) e atual ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. O substitutivo também abarca dois textos apensados, os PLs 2945/23 e 5079/23.

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“O substitutivo institui uma política nacional que não somente oferece serviços de mediação, formação e acompanhamento personalizado, mas também promove a adequação dos ambientes de trabalho e sensibiliza empregadores sobre a importância da inclusão”, esclareceu Erika Kokay. “Esse esforço coletivo é essencial para remover barreiras físicas, sociais e culturais, criando um mercado de trabalho mais acessível e inclusivo.”

Leis alteradas

O texto aprovado altera a Lei de Benefícios da Previdência Social para prever que as cotas para pessoas com deficiência nas empresas com mais de cem empregados deverão ser preenchidas por intermédio de trabalho com apoio.

Por sua vez, o Estatuto da Pessoa com Deficiência já prevê a intermediação de trabalho com apoio na colocação competitiva da pessoa com deficiência. O substitutivo, no entanto, altera a legislação para citar que essa mediação deve se dar na forma da política pública instituída com essa finalidade.

O substitutivo prevê ainda que o Poder Executivo concederá Selo de Inclusão Social para empresas e entidades que promoverem a inclusão de pessoas com deficiência por intermédio de iniciativas de trabalho com apoio.

Próximos passos

A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial; de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Fato Novo com informações: Agência Câmara de Notícias

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Brasil

Desmatamento na Amazônia cai 62,2%; agro responde por 97% da devastação ambiental

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No primeiro ano de governo, Lula conseguiu conter a degradação ambiental, que caiu 11,6%. No entanto, agro avançou sobre o Cerrado, que ultrapassou a Amazônia em área desmatada pela primeira vez desde o início da série histórica

No primeiro ano de governo, Lula conseguiu colocar um freio no desmatamento da Amazônia, que caiu 62,2% em relação a 2022, último ano do governo Jair Bolsonaro (PL), segundo dados do Relatório Anual de Desmatamento (RAD 2023) do MapBiomas, divulgados nesta terça-feira (28).

No total, de acordo com o estudo, o desmatamento no Brasil caiu 11,6%, de 2.069.695 hectares em 2022 para 1.829.597 hectares em 2023.

O MapBiomas aponta que a expansão agropecuária foi o principal motor do desmatamento no Brasil, representando 97% do total da devastalçai de áreas nativas.

A devastação causada pelo agro aconteceu principalmente no Cerrado, que ultrapassou pela primeira vez a Amazônia em área desmatada desde o início da série histórica, em 2019.

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Segundo o relatório, 61% do desmatamento em 2023 aconteceu no Cerrado e 25% na Amazônia.


“Os dados apontam a primeira queda do desmatamento no Brasil desde 2019, quando se iniciou a publicação do RAD. Por outro lado, a cara do desmatamento está mudando no Brasil, se concentrando nos biomas onde predominam formações savânicas e campestres e reduzindo nas formações florestais”, alerta em comunicado Tasso Azevedo, coordenador do MapBiomas.

O crescimento do desmatamento no Cerrado aconteceu justamente em regiões de avanço do agro, como no município de Alto Parnaíba, no Maranhão, que registrou o maior índice de devastação, de 6.691 hectares – 70% dos municípios do Cerrado registraram desmatamento.

O avanço se deu também áreas indígenas no bioma, como no território Porquinhos dos Canela-Apãnjekra, com 2.750 hectares desmatados.

Houve ainda um aumento exponencial, de 665%, de desmatamento em territórios quilombolas e Unidades de Conservação no Cerrado.

São Desidério (BA) foi o município mais desmatado do país, com 40.052 hectares.  O relatório do MapBiomas pode ser consultado na íntegra na página do MapBiomas.

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Fato Novo com informações: Revista Fórum

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Empresários vão doar 2 mil toneladas de carne para o RS, afirma ministro

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De acordo com o titular da pasta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez o pedido aos executivos, que atenderam à iniciativa

O ministro Carlos Fávaro (Agricultura) anunciou, nesta segunda-feira (27), que empresários do setor de proteína animal vão doar 2 mil toneladas de carne para o Rio Grande do Sul.

De acordo com o titular da pasta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez o pedido aos executivos, que atenderam à iniciativa. O anúncio ocorre depois de reunião com empresários e o chefe do Executivo, no Palácio do Planalto.

Metade da doação virá da JBS, empresa de Joesley e Wesley Batista, que também participaram da reunião nesta tarde.

Fávaro contou que será criado um grupo de trabalho com representantes do governo federal, estadual e da indústria para organizar a logística das doações, que devem acontecer ao longo dos próximos meses.

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Como já há estoque disponível no estado para a doação, a expectativa é de que a carne já seja encaminhada para abrigos e cozinhas solidárias nos próximos dias.

“Nós vamos fazer juntos, governo e iniciativa privada, [logística] para que a gente possa então ter um programa permanente, até quando necessário, para a doação de proteínas”, disse Fávaro a jornalistas no Planalto.

A ideia é acrescentar na alimentação das pessoas cerca de 200 g ou 300 g de proteína animal por dia. As doações serão de carne bovina, suína, frango e ovo. Segundo ele, serão 6 milhões de refeições.

De acordo com Fávaro, o presidente repetirá o pedido de doação para empresários de outros setores.
Participaram do encontro e da doação, nesta segunda, 30 executivos do setor de proteína animal, além de dois representantes de associações, e do ministro e do presidente.

Lista de presentes na reunião

1. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República
2. Carlos Fávaro, ministro da Agricultura e Pecuária
3. Marcelo Osório, ABPA
4. Fernando Sampaio, ABIEC
5. Joesley Batista, JBS
6. Jéssica Mayara de Lima, Better Beef
7. Carlos Tiossi, Argus
8. Leonardo Dalmazzo Fortes, Comesul
9. Cristian Testoni Delavy, Distriboi
10. William Correia Matias, Frialto
11. Djalma Gonzaga de Oliveira, Frigol
12. André Benedetti, Frigosul
13. João Manoel Lira dos Santos, LKJ
14. Alfredo Pedro Massoti, Frisa
15. Alberto Sérgio Capuci, Naturafrig
16. Sandro Silva de Oliveira, Supremo Carnes
17. Luiz Bueno, Mercúrio Alimentos
18. Luiz Zanchetta, Zanchetta Foods
19. Wesley Batista, JBS
20. Marcos Molina, BRF/Marfrig
21. Gilberto Tomazoni, JBS
22. Danielle Scheneider, ABIEC
23. Felipe Oranges, Barra Mansa Alimentos
24. Cláudio Andrey Alexandrino, Astra
25. Charles Leguile, Beauvallet Brasil
26. Leandro José Pereira Macedo, Fribev
27. Estivaldo Vadão Gomes, Estrela Alimentos
28. Matheus Silva, Frigorífico Silva
29. Flávio Ferreira, MSP
30. Márcio André Scarlassara, Rio Beef
31. Cláudio Valêncio, Valêncio
32. Nelson Bezerra, Masterboi
33. Paulo Afonso, Ativo Alimentos
34. Norberto Giangrande, Minerva Foods

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Fato Novo com informações e imagens: Jornal de Brasília

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