Congresso Nacional de Juristas Negras reúne lideranças femininas da advocacia para debater igualdade racial e inovação no Direito
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Congresso Nacional de Juristas Negras – Vozes de Julho: Tecendo a Justiça reuniu especialistas de todo o país para debater
igualdade racial, direitos humanos e inovação no Direito sob a perspectiva do
protagonismo negro. O evento foi idealizado pela
AASP - Associação dos Advogados e contou com parceria da
OAB-SP, IASP e IBCCRIM.
Mesa de abertura e compromissos institucionais
A mesa de abertura
"Justiça em Movimento: Entidades por um Sistema Antirracista" reuniu lideranças de instituições jurídicas comprometidas com a
promoção da equidade racial:
- Renata Castello Branco Mariz de Oliveira, Presidente da AASP
- Carina Quito, Vice-Presidente do IBCCRIM
- Daniela Magalhães, Vice-Presidente da OAB/SP
- Diva Zitto, Presidente da CAASP
- Marina Coelho, Vice-Presidente do IASP
Renata Castello Branco destacou que o congresso representa
"um pacto ético entre instituições que reconhecem sua responsabilidade histórica com a construção de um Direito mais justo, plural e coerente com os princípios constitucionais".
Daniela Magalhães enfatizou a importância da união institucional:
"É fundamental que nos reunamos para falar sobre racismo, sobre mulheres negras, e para celebrar esse Congresso tão necessário. Esta união nos mostra que o racismo só será superado se as instituições caminharem juntas".
Lideranças em transformação judicial
Outro destaque foi o painel
"O Poder da Equidade: Lideranças Negras Transformando o Judiciário", com apresentação de
Edilene Lobo, ministra do TSE,
Eunice Prudente, professora e jurista, e
Vera Lúcia Santana Araújo, ministra do TSE. O debate ressaltou a
importância da representatividade em espaços de poder e o impacto das lideranças negras na construção de um Judiciário mais democrático.
Construção coletiva e afetiva
Além das discussões acadêmicas e institucionais, o Congresso foi espaço de
afeto, escuta e articulação política.
Rodas de conversa e momentos de networking reforçaram a importância da
construção coletiva e do
fortalecimento das redes de apoio entre profissionais negras.
Com informações: M2 Comunicação Jurídica