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Viki vs. Netflix | Qual serviço tem os melhores doramas e k-dramas?

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Comparamos os streamings para que você decida qual vale a sua assinatura

Com cada vez mais serviços de streaming brotando por todos os lados, fica difícil saber quais valem mais a sua atenção e seu suado dinheirinho. Mesmo se você só quer curtir um bom drama e romance do leste asiático, é sempre bom saber qual o melhor custo-benefício para o que você precisa, e o que cada serviço propõe.

Por isso, decidimos vestir a skin Jovem Dorameiro e comparar os serviços de dois dos principais fornecedores de doramas e k-dramas: a Netflix e o Rakuten Viki, avaliando opções do catálogo, preços e mais. Confira abaixo:

O que é Viki?
Meu Estranho Herói está no catálogo do Viki. Crédito: Viki/Divulgação

Antes, um pequeno preâmbulo. Se a Netflix, hoje em dia, dispensa apresentações, muitos talvez não conheçam o streaming Viki. A plataforma está no ar desde 2010, com serviço disponível no Brasil, tanto no computador como em smartphones e smart TVs. O diferencial é que ele é um streaming totalmente voltado para produções asiáticas, com filmes e séries da Coreia do Sul, Japão, China e mais países.

Viki vs. Netflix: preços

Começando já com o tema que é o grande X da questão para muitos espectadores. A Netflix tem três modalidades de assinatura, com os seguintes preços e benefícios:

    • R$ 18,90 – Padrão com anúncios, qualidade 1080p Full HD e duas telas simultâneas
    • R$ 39,90 – Padrão, sem anúncios, qualidade 1080p Full HD e duas telas simultâneas
    • R$ 55,90 – Premium, qualidade Ultra HD 4K e quatro telas simultâneas

Já a Viki oferece boa parte da biblioteca de forma gratuita, sem a necessidade de um plano de assinatura. Apenas com o cadastro de um e-mail, você pode conferir filmes, séries, programas de variedades e mais. No entanto, por questões de licenciamento, alguns títulos são restritos à versão paga do serviço, que também oferece o conteúdo sem propagandas.

O Viki Pass está disponível em duas versões:

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    • R$ 25,99 – Viki Pass Standard, qualidade HD 720p, com uma tela
    • R$ 36,50 – Viki Pass Plus, qualidade Full HD 1080p, com até quatro telas simultâneas
Viki vs. Netflix: catálogo de Doramas

Se você nos acompanha há algum tempo, deve saber que, apesar de frequentemente serem jogados num mesmo balaio, há uma diferença importante entre dorama e k-drama (entenda aqui).

No lado japonês, a Netflix oferece sucessos de gêneros variados, desde romance e comédia até tramas pós-apocalípticas. Você pode até conferir a seleção NerdBunker dos oito melhores doramas para assistir no streaming vermelho (clique aqui).

Seleção de produções japoensas do Viki. (Captura de tela)

Já no Viki, uma das facilidade é que, entre as categorias de títulos, você pode filtrar as produções por países. Os doramas da plataforma incluem sucessos como Um Olhar Para Se ApaixonarCandy Color Paradox e mais.

Viki vs. Netflix: catálogo de k-dramas

Já na parte coreana, a Netflix sai na frente com diversos sucessos que frequentemente chegam ao top 10 de séries do serviço. O streaming vermelho é a casa de títulos como Pousando no AmorBeleza VerdadeiraRainha das LágrimasSorriso Real e Uma Advogada Extraordinária.

Se o leitor permitir uma pequena forçação de barra, há ainda as séries coreanas que não são exatamente k-dramas, mas fazem sucesso no mundo todo, como Round 6All of Us Are Dead e a recente Parasyte: The Grey.

Catálogo coreano do Viki. (Captura de tela)

Assim como o conteúdo japonês, o Viki também oferece lançamentos e séries licenciadas da Coreia, com sucessos recentes tanto na íntegra quanto em exibição seriada, divididas nas versões gratuitas e pagas. Além de séries, o serviço conta com filmes, programas de TV e mais.

Viki vs. Netflix: K-dramas dublados

Neste quesito, a Netflix se sobressai, por investir na dublagem brasileira de vários títulos do catálogo, inclusive com episódios dublados já na estreia. Já o Viki, em sua maioria, oferece conteúdo legendado em português.

Beleza Verdadeira levou comédia e romance ao top 10 da Netflix. Crédito: Netflix/Divulgação

Fato Novo com informações: Jovem Nerd

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George Lucas diz que IA é “inevitável” e defende regulamentação

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Cineasta de Star Wars acredita que é possível negar tecnologia, mas o mundo não vai parar de desenvolvê-la

O uso de inteligência artificial (IA) tem sido um ponto de discussão intensa no mercado do cinema e da TV. E dessa vez foi o cineasta George Lucas, responsável por Star Wars, que compartilhou opiniões sobre a tecnologia durante o Festival de Cannes 2024.

Em entrevista para o veículo francês Brut., Lucas afirmou que a inteligência artificial se tornou algo inevitável. É possível negá-la individualmente, mas o mundo não deve parar tal desenvolvimento tecnológico. O cineasta, inclusive, usou um exemplo bastante direto:

“É como dizer: ‘Não acredito que os carros funcionem. Vamos continuar com os cavalos’. E sim, você pode falar isso, mas não é assim que o mundo vai funcionar.”

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Ao Globo, por sua vez, Lucas acrescentou que sabe que a IA, assim como a internet e outros recursos, pode ser usada de formas erradas. E ele acredita que precisamos, sim, de meios para controlá-la.

“Com a inteligência artificial, ficou muito mais fácil para nós fazermos filmes. É o progresso, o futuro. A inteligência artificial veio para ficar, é inevitável. Só precisamos de instrumentos para regulá-la, porque também pode ser usada para o mal. Como aconteceu com os carros, que foram transformados em tanques e vão matar pessoas. […] Mas sinto que a internet e a IA, especialmente a IA, também podem ser usadas para reparar erros criados por essas tecnologias. Essas empresas que trabalham com IA podem desenvolver algo para detectar o que é falso ou real, e indicar de onde veio.[…] Temos que fazer isso, como deveríamos ter feito no início da internet.”

Por fim, o cineasta deixou claro que não é contra o uso de inteligência artificial. Vale lembrar, nesse contexto, que Lucas criou a Industrial Light e Magic (ILM) em 1975, empresa considerada — pelo próprio fundador — como uma das pioneiras a explorar tecnologias digitais para o cinema.

“Tenho muitos amigos que resistem às mudanças tecnológicas. Alguns deles ainda estão por aí, dizendo que nunca farão filme com tecnologia digital. Eu já me conformei com isso. Cinema não é uma tecnologia, é uma ideia.”

Além da saga Star Wars original, George Lucas também foi responsável por produções como THX 1138 (1971) e Loucuras de Verão (1973).


Fato Novo com informações: O Globo, Brut FR, Jovem Nerd

 

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